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Envelhecimento masculino foi tema da da JPU 2011

Escrito por Redação - Quinta-feira, 12 de Maio de 2011 - 14:06
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Estima-se que 20% dos homens brasileiros acima de 50 anos sofram com a queda dos níveis de testosterona, popularmente conhecida como andropausa.

Voltada para médicos urologistas do estado de São Paulo e promovida pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU-SP), a XII Jornada Paulista de Urologia, abordou diversos temas, entre os quais está a saúde do homem, em especial a andropausa, assunto pouco discutido e conhecido pelos brasileiros.

“O Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino, conhecido popularmente como andropausa, atinge 20% dos homens com mais de 50 anos no Brasil”, afirma Archimedes Nardozza Júnior, presidente da (SBU – SP).

Segundo a pesquisa “Sexualidade e Saúde Masculina”, realizada em 2010 pela SBU-SP em parceria com a Bayer HealthCare Pharmaceuticals, pouco mais da metade dos 3 mil entrevistados (52,31%) tinham conhecimento a respeito do próprio envelhecimento, afirmando saber que a andropausa atinge homens na maturidade.

Outro dado levantado na pesquisa foi que 65,60% dos participantes disseram já ter ouvido falar do problema. No entanto, mesmo que muitos homens saibam que a queda hormonal pode ser uma realidade também para eles, é importante estar atento aos sinais que indicam que a testosterona está em baixa. “Os sintomas da queda hormonal nos homens podem ser confundidos com os de outras doenças e isto atrapalha bastante o diagnóstico”, sustenta o Nardozza Júnior.

Na maioria dos casos, o diagnóstico do DAEM é clinico e baseado na observação de sintomas como: diminuição da libido (desejo sexual); disfunção erétil; diminuição da massa e da força muscular; aumento da gordura abdominal ou visceral; diminuição da densidade mineral óssea; alterações cognitivas e de humor e sonolência. Ao observar esses sinais, o médico solicita exames laboratoriais para medir os níveis de testosterona no sangue. Depois de fechado o diagnóstico, é preciso iniciar um tratamento para restabelecer os níveis de hormônio do paciente.

Hoje, o tratamento mais moderno é a terapia hormonal a base de undecilato de testosterona (Nebido, da Bayer HealthCare Pharmaceuticals). “A terapia com undecilato de testosterona é administrada por injeções intramusculares trimestrais que mantém a estabilidade dos níveis hormonais, auxiliando no alívio dos sintomas do DAEM”, explica o urologista.

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