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Mais vulneráveis

Escrito por Redação - Segunda-feira, 09 de Maio de 2011 - 11:43
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Mulheres são duas vezes mais afetadas pela artrite reumatóide do que os homens.

O diagnóstico precoce, o desenvolvimento de novos medicamentos imunobiológicos, a ginástica, terapia ocupacional e fisioterapia são algumas das novas armas encontradas pela medicina para controlar a artrite reumatóide. Os portadores desenvolvem ao longo prazo, incapacidade para realização de suas atividades tanto de vida diária como profissional, além da redução da expectativa de vida tanto em homens como em mulheres.

A médica Tatiana M. Hasegawa, reumatologista do Hospital Santa Cruz, pode explicar quais as estratégias terapêuticas desenvolvidas nos últimos anos para combater a artrite reumatoide, uma doença inflamatória crônica de origem autoimune que acomete principalmente articulações, causando dores, deformidades progressivas e incapacidade funcional.

As mulheres são duas vezes mais afetadas do que os homens pela artrite reumatoide e sua incidência aumenta com a idade e a forma mais frequente de início da doença é artrite simétrica (por exemplo: os dois punhos, os dedos das duas mãos) e aditiva (as primeiras articulações comprometidas permanecem e outras vão se somando). Costuma ser de instalação lenta e pouco agressiva, localizando-se inicialmente nas pequenas articulações das mãos.

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