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Terça-feira, 30 de Agosto de 2011 - 07:15

Ministro inaugura 1° Centro de Parto Normal do país

Integrante da Rede Cegonha, a unidade fica em Salvador e deverá realizar de 120 a 150 partos humanizados por mês

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o governador do Acre, Tião Viana, inauguram no ultimo sábado (13) as novas instalações do Hospital da Mulher e da Criança Irmã Inete, no município de Cruzeiro do Sul

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Enxaqueca com aura está associada a riscos independentes de fenômenos cardiovasculares e pode ser agravada intensamente pelo uso de anticoncepcionais hormonais combinados

Publicado em Medicamentos
Sexta-feira, 08 de Julho de 2011 - 05:44

Novas diretrizes para saúde feminina

Congresso Mundial marca a implementação de novas diretrizes de prevenção ao câncer de colo do útero.

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Os pesquisadores analisaram os históricos médicos de 566 mulheres com obesidade mórbida que se submeteram à cirurgia de redução de estômago.

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Com abordagem diferenciada e especifica para a saúde do coração feminino, o novo Centro estimula a prevenção e promove o tratamento adequado das doenças cardiovasculares em mulheres.

Publicado em Saúde da Mulher
Quarta-feira, 04 de Maio de 2011 - 10:04

Conhecendo a saúde da mulher

Com um olhar diferenciado, Medicina Antroposófica cuida da mulher auxiliando-a na busca por uma melhor qualidade de vida.

Publicado em Saúde da Mulher
Sexta-feira, 01 de Abril de 2011 - 15:09

O Hipotireoidismo e Gestação

A deficiência de iodo é uma das principais causas do hipotireoidismo, cujas necessidades aumentam, ainda mais, durante a gravidez e amamentação.  Como as doenças auto-imunes da tireóide são mais freqüentes em mulheres em idade reprodutiva, é fundamental o diagnóstico destas alterações, pois mesmo mudança discreta na secreção hormonal pode afetar negativamente o curso da gravidez.

A presença de auto-imunidade também aumenta o risco de abortamento, tendo em vista que a gravidez é caracterizada por uma série de alterações hormonais e metabólicas no organismo materno, podendo afetar a função tireoidiana e o curso das disfunções tireoidianas de várias formas. Em resumo, as doenças tireoidianas podem ser prejudiciais para o bebê e a gestação.

A produção hormonal materna é quem abastece o feto de todas as suas necessidades durante a primeira metade da gestação. Logo, se existe hipotireoidismo (pouca produção hormonal) o bebê também terá pouco hormônio em uma fase que este é indispensável para a formação de seu cérebro.

Segundo o endocrinologista Mario Vaisman, professor titular da Faculdade de Medicina da UFRJ, durante a gravidez, as mulheres portadoras de hipotireoidismo, na maioria das vezes, deverão ter a sua dose diária de T4 aumentada. Além disto, as mulheres com hipotireoidismo podem ter dificuldade de engravidar e tem maior risco de abortamento. 

“A importância dos hormônios tireoideanos no desenvolvimento fetal está bem estabelecida. O T4 materno é importante para o desenvolvimento do sistema nervoso central (SNC) fetal durante toda a gravidez, particularmente no primeiro trimestre, quando há transferência placentária deste hormônio para o feto. A formação da tireóide fetal inicia-se entre a 10ª e a 12ª semanas de gestação e não se completa até o nascimento. Os hormônios tireoideanos são secretados apenas após a 18ª a 20ª semanas. A tireóide e o eixo hipófise-tireóide fetais tornam-se funcionais a partir de então”, informa o médico.

Portanto, como o hipotireoidismo pode ter efeitos prejudiciais para o bebê e a própria gravidez, é importante saber desta condição antes da gestação. Toda mulher que apresentar sintomas de hipotireoidismo, história de doença tireoidiana, história de tireoidite pós-parto, cirurgia tireoidiana prévia, história familiar de doença tireoidiana, bócio (aumento da glândula), diabetes tipo 1 ou outras doenças auto-imunes, aborto prévio ou história de parto prematuro, deve ter sua função tireoidiana avaliada.

Em caso de hipotireoidismo prévio, a gestante deve dosar TSH e T4 Livre assim que tiver o diagnóstico de gravidez confirmado para avaliar precocemente a necessidade de aumento da dose de medicação. Quando o diagnóstico é realizado durante a gravidez, o tratamento com hormônios tireoidianos deve ser iniciado o mais precocemente possível.

“Durante a gravidez, níveis séricos de T4 livre e TSH devem ser avaliados a cada 4 – 6 semanas no primeiro trimestre e então uma vez no segundo e outra no terceiro trimestres. Também algumas semanas após o parto os exames laboratoriais devem ser repetidos, já que as necessidades de LT4 gradualmente se reduz para níveis pré-gestacionais, explica o especialista.

O hipotireoidismo também está associado a complicações obstétricas, tais como sofrimento fetal, doença hipertensiva da gestação, descolamento de placenta e maior morbidade perinatal.

Portanto, mulheres que possuam história de doença tireoidiana ou sintomas de alteração hormonal e pretendam engravidar, devem procurar seu médico para o adequado diagnóstico e tratamento e consequentemente uma gestação sem intercorrências. 

Diagnóstico

O hipotireoidismo é uma disfunção na tireoide (glândula responsável pela ativação de processos metabólicos em todo o organismo) que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina).

“É a alteração endócrina mais comum, afetando 2% das mulheres e 0,1 a 0,2% dos homens adultos. Em indivíduos com mais de 65 anos, a prevalência aumenta para 6% no sexo feminino e 2% no sexo masculino. Também pode acometer qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, e até mesmo recém-nascidos, é o chamado hipotireoidismo congênito” esclarece Vaisman.

Em adultos, na maioria das vezes, o hipotireoidismo é causado por uma inflamação denominada Tireoidite de Hashimoto, doença que ocorre quando o sistema imunológico do paciente destrói sua glândula tireóide. A presença de anticorpos detectados em exame de sangue faz o diagnóstico. Sua prevalência é cerca de sete vezes mais comum em mulheres e aumenta com a idade. Outras causas de hipotireoidismo são tratamento com iodo radioativo e cirurgia.

Tratamento

Segundo Vaisman, o tratamento do hipotireoidismo é feito com o uso diário de levotiroxina, que deve ser tomada todos os dias, em jejum, para que a ingestão de alimentos não diminua a sua absorção pelo intestino. Várias medicações também interferem na absorção.

Se o hipotireoidismo não for corretamente tratado, pode acarretar redução da performance física e mental do adulto, além de elevar os níveis de colesterol, que aumentam as chances de problemas cardíacos.

Publicado em Doenças e Prevenção
A presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha,  lançaram nesta segunda-feira (28), em Belo Horizonte (MG), a Rede Cegonha, composta por um conjunto de medidas para garantir a todas as brasileiras, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), atendimento adequado, seguro e humanizado desde a confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal e o parto, até os dois primeiros anos de vida do bebê. As medidas previstas na Rede Cegonha – coordenadas pelo Ministério da Saúde e executadas pelos Estados e Municípios, que deverão aderir às medidas – abrangem a assistência obstétrica (às mulheres) – com foco na gravidez, no parto e pós-parto como também a assistência infantil (às crianças).

A Rede Cegonha contará com R$ 9,397 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde para investimentos até 2014. Estes recursos serão aplicados na construção de uma rede de cuidados primários à mulher e à criança. “Estamos colocando nesta Rede não só recursos financeiros mas, também, toda a força do SUS com o objetivo de priorizar os cuidados às mulheres e às crianças do Brasil”, destacou o ministro Alexandre Padilha, durante a cerimônia de lançamento da Rede Cegonha. A presidenta Dilma definiu a Rede Cegonha como um dos programas de expansão do Sistema Único de Saúde. “Ela faz parte de um compromisso que eu assumi com a qualidade da saúde no país”, afirmou. “Nosso esforço é continuarmos ampliando o acesso à saúde em um sistema de alta qualidade. E o SUS começará a medir a qualidade dos serviços que presta pelas ações da Rede Cegonha direcionadas às mães e aos bebês”, completou a presidenta.

De acordo com o ministro Alexandre Padilha, os quase R$ 9,4 bilhões serão investidos “em toda a rede de serviços, que devem assumir o cuidado à gestante e à criança, desde o pré-natal até os dois anos de idade: começa pela unidade básica de saúde, passa pelos exames de pré-natal e pelo transporte seguro, até o parto nos leitos maternos do SUS”. Estimativas apontam que o Brasil tem cerca de três milhões de gestantes, sendo que mais de dois milhões são assistidas exclusivamente pelo SUS.

A meta é levar as ações inseridas na Rede Cegonha a todo o país. Inicialmente, o cronograma de implantação da rede priorizará as regiões da Amazônia Legal e Nordeste – que têm os mais altos índices de mortalidade materna e infantil – e as regiões metropolitanas, envolvendo a maior concentração de gestantes. Porém, conforme explicou o ministro Alexandre Padilha, qualquer município pode aderir à Rede. “E vamos acompanhar a implementação das ações em todo o Brasil porque não podemos e não vamos tolerar o mal uso dos recursos da saúde”, reforçou.

A Rede Cegonha terá atuação integrada com as demais iniciativas para a saúde da mulher no SUS, com foco nas cerca de 61 milhões de brasileiras em idade fértil. Nos postos de saúde, será introduzido o teste rápido de gravidez. Confirmado o resultado positivo, será garantido um mínimo de seis consultas durante o pré-natal, além de uma série de exames clínicos e laboratoriais. A introdução do teste rápido, inclusive para detectar HIV e sífilis, também será novidade para reforçar o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento.
 
Atenção

A qualificação da atenção compreenderá a criação de novas estruturas de assistência e acompanhamento das mulheres e reforço na rede hospitalar convencional, com o mote “Gestante não Peregrina”; ou seja, a garantia de sempre haver vaga para gestantes e recém-nascidos nas unidades de saúde. Entre as novas estruturas estarão as Casas da Gestante e do Bebê, que dará acolhimento e assistência às gestantes de risco, e os Centros de Parto Normal, que funcionarão em conjunto com a maternidade para humanizar o nascimento. A rede hospitalar obstétrica de alto risco também será fortalecida, com ampliação progressiva da quantidade de leitos na rede SUS, de acordo com as necessidades apresentadas pelos municípios.
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Terça-feira, 08 de Março de 2011 - 06:47

Dicas de cuidados com a saúde da mulher

Apesar de toda a correria do dia a dia, a mulher não pode descuidar da sua saúde e visitar regularmente o ginecologista é uma atitude que deve ser mantida, conforme alerta a ginecologista Emanuelli Alvarenga Silva, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André. Segundo ela, a vida acelerada associada ao tabagismo, estresse, obesidade, má alimentação, poucas horas de sono e sedentarismo exige cuidados redobrados.

Diante desta evolução, a medicina voltada para a mulher também mudou e o público feminino conta com um trabalho que tem colaborado muito para diminuir ou eliminar as mais diversas patologias femininas, proporcionando tratamentos mais específicos.

Atualmente a maior causa de óbitos nas mulheres são as doenças relacionadas ao coração e câncer de mama. A partir da prevenção estas e outras doenças podem ser detectadas e tratadas de forma eficaz, principalmente pelo fato de muitas surgirem de forma silenciosa como a hipertensão, diabetes, depressão e alguns tipos de câncer.

Para que não haja esquecimento, diante dos afazeres é importante que a mulher crie uma agenda com os principais exames periódicos como colpocitologia oncótica (Papanicolau), colposcopia, exame pélvico, mamografia e ultrassonografia. Também é importante consultar periodicamente um clínico geral ou cardiologista para outros exames como glicemia, hepatite, hemograma completo, colesterol, triglicérides e exames complementares que o médico julgue necessários.

Segundo a ginecologista, os exames ajudam a garantir boa saúde, mas alguns cuidados devem ser tomados para evitar doenças. “O uso do preservativo é extremamente importante já que previne desde o câncer de colo uterino a outras infecções. Outros cuidados também são importantes como não utilizar anticoncepcionais sem o conhecimento médico e evitar o uso de calcinhas de material sintético” esclarece Emanuelli.

Outro mal corriqueiro que atinge boa parte das mulheres é a TPM (Tensão Pré Menstrual) que pode ter seus sintomas diminuídos com cuidados simples como evitar o consumo de alimentos com cafeína, refrigerantes, chocolates e diminuir a ingestão de sódio, em razão da retenção de líquidos.

Outras dicas são importantes como não consumir bebidas alcoólicas, pois elas são calóricas, provocam inchaço e desidratam; na hora do almoço se não tiver tempo para uma refeição completa, opte por um lanche saudável e evite ficar em jejum por mais de 4 horas; não fumar; evitar o sedentarismo; acrescentar na alimentação nutrientes como o Ômega 3, Vitamina E e o Selênio que ajudam a diminuir os níveis de colesterol e triglicérides, agem como antioxidante, combatem os radicais livres, envelhecimento, câncer, artrite, doenças autoimunes, doenças do coração e câncer de mama, agindo na melhora do humor, depressão, fadiga, ansiedade e motivação.

“O acompanhamento de um médico especializado é fundamental para que a mulher tenha tratamento correto conforme a idade e patologia”, finaliza.

Publicado em Saúde da Mulher
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