Estudo diz que obesidade não é sinônimo de doença
Os gordinhos podem levar uma vida saudável e são menos propensos a problemas cardiovasculares, afirmaram pesquisadores da Universidade de York, no Canadá, que estudaram 6.000 americanos obesos
Estudo revela técnica de fertilização assistida que resulta em mais bebês do sexo feminino
Durante o Congresso Europeu de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), realizado recentemente em Estocolmo (Suécia), o trabalho de uma equipe de médicos brasileiros especialistas em fertilização assistida ficou entre os dez melhores do ano.
Estudo indica relação entre qualidade do esperma e obesidade
O esperma dos homens obesos é mais pobre em espermatozoides, o que pode ter impacto direto sobre sua fertilidade.
Estudo liga combinação de remédios a maior risco de morte em idosos
Um estudo revelou que a combinação de medicamentos usados para combater problemas cardíacos, depressão e alergias podem aumentar o risco de morte e de deterioração de funções cerebrais entre idosos.
Meninas mais pobres estão menstruando mais cedo, diz estudo britânico
Tendência preocupa especialistas porque estaria associada a aumento na incidência de câncer de mama nesse grupo.
Tratamento médico quase elimina risco de transmissão do HIV
O risco de transmissão de HIV é consideravelmente reduzido se uma pessoa infectada com o vírus se submeter logo em seguida a um tratamento médico com antirretrovirais.
Estudo indica que câncer de ovário começa nas trompas
Um grupo de pesquisadores americanos conseguiu recriar em laboratório o processo de formação do câncer de ovário.
A descoberta pode ajudar a descobrir novas maneiras de combater o câncer nos ovários --que, na maior parte dos casos, não apresenta sintomas que permitam seu diagnóstico precoce, espalhando-se pelo organismo sem ser percebido.
O câncer nos ovários é o quinto mais mortífero para as mulheres. Ao todo, afeta 200.000 pessoas por ano, matando cerca de 115.000 em média.
Estudos anteriores já haviam desenvolvido hipóteses dando conta de que este carcinoma pode, na verdade, ter origem em algum outro órgão, mas a pesquisa dos cientistas do Instituto do Câncer Dana-Farber, de Boston, é a primeira a mostrar como a doença começa no tecido das trompas de falópio.
As trompas de falópio são os canais por onde o óvulo desce dos ovários para o útero durante o ciclo reprodutivo feminino. Ronny Drapkin, principal autor do estudo publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences", disse que análises anteriores feitas com tecido tubário de mulheres com predisposição a desenvolver o câncer de ovário já haviam mostrado "traços de células que eram antecessores de sérios tipos de câncer".
Assim, sua equipe decidiu tentar replicar o processo de formação do câncer dentro do laboratório. Os pesquisadores usaram células tubárias e alteraram sua programação genética para que elas se dividissem como células cancerosas. Para Drapkin, a descoberta mostra que as células tubárias são a fonte do câncer de ovário, e dá pistas para o desenvolvimento de futuros tratamentos.
Gel vaginal pode reduzir nascimentos prematuros, diz estudo
Gel contendo hormônio vaginal pode reduzir significativamente o número de partos prematuros entre as grávidas que correm esse risco devido a um problema no colo do útero.
Nycomed anuncia novo estudo global em saúde respiratória
Pesquisa clínica avaliará o uso de terapias combinadas para tratar a DPOC em 21 países, incluindo o Brasil.
Hormônio do sono pode reduzir sintomas da demência, diz estudo
A equipe do projeto "Melatonin in Alzheimer's Disease", pioneiro no mundo, espera recrutar 50 pacientes para o estudo, durante um período de seis meses. Qualquer paciente diagnosticado com Alzheimer, que esteja em tratamento, pode ser elegível para participar do estudo.A causa mais comum de demência é a doença de Alzheimer, mas outras condições que afetam o cérebro também podem causar o problema.
Segundo Gordon Crawford, do CPS Research, "a demência é uma condição degenerativa, que afeta a vida de famílias e amigos dos pacientes. Ao reduzir os sintomas da doença, espera-se que tanto os pacientes quanto seus acompanhantes possam desfrutar de uma qualidade de vida melhor".
"A melatonina não é utilizada no tratamento da demência, mas é registrada na Europa e no Reino Unido para uso em pacientes idosos com dificuldades para dormir. Já foi provado que o hormônio é seguro e isento de efeitos colaterais. Estamos investigando se o uso como um tratamento adicional da demência pode transformar a vida dos pacientes e seus cuidadores." A droga utilizada no estudo é chamada Circadin.
Com inofrmações da FOLHA














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