67% das brasileiras sofrem de estresse
Esse foi o resultado nacional de uma pesquisa realizada pela Nielsen Company em 21 países
Dançar faz bem, mas pode provocar fratura por estresse
Somente exames mais sofisticados são capazes de diagnosticar o que não se vê no raio-X
Estudo afirma que estar no topo da sociedade eleva estresse hormonal
Estar no topo da sociedade aumenta o estresse hormonal e acarreta um custo psicológico maior do que se pensava até agora, segundo estudo realizado em um grupo de babuínos selvagens pela Universidade de Princeton publicado na revista "Science".
Duas em cada três brasileiras se dizem estressadas, mostra pesquisa
Cerca de 67% das brasileiras se consideram estressadas na maior parte do tempo, segundo estudo realizado pela consultoria Nielsen.
Liberados do estresse
Os “Doc Riders” como são chamados saem da rotina de consultas e cirurgias e rodam com suas “máquinas” para aliviar a tensão.
Estudo mostra que ioga acalma ritmo cardíaco e reduz ansiedade
As pessoas com ritmo cardíaco irregular podem ver os episódios de crise reduzidos à metade caso adotem a ioga.
Estresse atinge mulheres que têm depressão, diz pesquisa
Estresse pode causar mau hálito, diz especialista
O alerta vem de um dos maiores especialistas do Brasil em halitose – nome científico do mau hálito –, o doutor Arany Tunes, um dos mais atuantes estudiosos do tema no Brasil, que há mais de 10 anos se dedica somente ao tratamento do mau hálito. Ele explica que o estresse pode provocar mau hálito basicamente devido a três fatores. O primeiro é a queda na produção de saliva.
“A atividade das nossas glândulas salivares depende, dentre outros fatores, do equilíbrio do Sistema Nervoso Central. O estresse provoca desequilíbrio desse sistema, diminuindo a produção de saliva, o que geralmente leva ao surgimento do mau hálito, pois, com pouca saliva, existe a tendência de acumular resíduos alimentares e células mortas na nossa língua, o que pode ser fonte do mau cheiro”, detalha o especialista, que atende diariamente pacientes com mau hálito em clínicas de 8 cidades diferentes do Estado de São Paulo (São Paulo, Campinas, Indaiatuba, Sorocaba, Jundiaí, Piracicaba, Santos e São Bernardo do Campo). Outro fator que pode acarretar o mau hálito em pessoas estressadas é a má alimentação.
“As pessoas estressadas se alimentam mal, com intervalos muito longos entre as refeições ou com alimentação desbalanceada. Longos períodos sem alimentação levam à queda do açúcar no sangue. Nosso organismo começa a queimar gorduras. O resultado da queima da gordura pode ser sentido no nosso hálito como odor desagradável. No caso da alimentação desbalanceada, costuma-se ingerir muita proteína animal ou gordura. O metabolismo destes alimentos pode, dependendo da função do fígado, liberar elementos que provocam mau hálito”, detalhou Tunes.
Estresse não afeta tratamento de fertilidade
Já foram realizados vários estudos sobre o tema, com metodologias bastante distintas, mas esta revisão, publicada online no "BMJ", considerou apenas aqueles que classificaram a perturbação emocional antes do tratamento, e compararam os índices em mulheres que ficaram e não ficaram grávidas mais tarde.
Não há dúvidas de que um tratamento de fertilidade pode ser estressante. De acordo com o artigo, 30% dos casais interromperam o tratamento devido à carga psicológica. Porém, pesquisadores não conseguiram encontrar uma associação entre o estresse emocional e a falha de um ciclo completo de tratamento de fertilidade.
Os autores reconhecem que a revisão não pôde excluir a possibilidade de que alguns mecanismos biológicos que ligam o estresse à fertilidade possam ser encontrados usando outros métodos ou estudando populações diferentes.
Porém, a principal autora do estudo, Jacky Boivin, professora de psicologia de saúde da Cardiff University, em Wales, afirmou que o estresse provavelmente não era o problema para mulheres que estavam tentando engravidar.
Pesquisa liga estresse ao diabetes e à depressão
Da REDAÇÃO
Pesquisadores israelenses descobriram um gene que relaciona o estresse ao diabetes e à obesidade. Numa experiência com ratos de laboratório, a equipe de Alon Chen, do Departamento de Neurobiologia do Instituto Weizmann, verificou que mudanças na atividade de um simples gene no cérebro do rato não apenas provoca ansiedade, mas também altera o metabolismo do roedor, que passa a desenvolver sintomas de diabetes tipo 2.
A equipe acredita que a explicação esteja numa proteína conhecida como Urocortin-3 (Unc3), produzida em certas células do cérebro em situação de estresse. Estas células nervosas têm extensões que transportam o Ucn3 para dois locais no cérebro: o hipotálamo, o centro de regulação hormonal das funções básicas do corpo, que supervisiona os sentimentos de fome e saciedade; e a região que controla os níveis de ansiedade.
As pesquisas mostraram que as células nervosas dessas duas áreas têm um receptor especial para o Ucn3 nas suas superfícies e que a proteína obriga esses receptores a iniciar a resposta ao estresse.














Saúde da política