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SBGG e Nestlé lançam consenso de nutrição e disfagia em idodos

28/07/2010 - 16:18

Da REDAÇÃO

Originado a partir de conteúdo elaborado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), o I Consenso Brasileiro de Nutrição de Disfagia em Idosos Hospitalizados será lançado pela Nestlé, no próximo dia 28 de julho, na abertura do XVII Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, no Expominas, em Belo Horizonte.

Inédito no Brasil, o documento é voltado à classe médica e reúne práticas e cuidados adequados aos idosos internados, tanto em hospitais quanto em sistemas de homecare. Elaborado com o objetivo de alertar quanto aos riscos de morbidade e mortalidade causados pela desnutrição e disfagia e suas implicações em pessoas acima dos 60 anos, o Consenso é divido em alguns temas fundamentais: triagem de risco nutricional e disfagia, avaliações de fonoaudiólogas, nutricionais, indicação e terapias nutricionais, intervenções diversas e orientações para a alta hospitalar.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, implantar o Consenso como guia, padronizando e uniformizando as condutas para a avaliação e o tratamento de desnutrição e disfagia é um dos mais importantes desafios no segmento atualmente. Única empresa brasileira a apoiar a iniciativa, a Nestlé orgulha-se por apostar em uma importante ferramenta de gestão da saúde brasileira.

Segundo dados do IBGE, hoje existem mais de 10 milhões de idosos no País e, em 10 anos, serão mais de 15 milhões, ou seja, a projeção é de um crescimento de 50%. Diante desse cenário, torna-se urgente estar preparado para o atendimento dessa população e habituado às doenças mais prevalentes, bem como ao seu controle.

Os idosos adoecem mais, e aqueles com mais de 75 anos de idade têm de conviver, em média, com 3,5 doenças crônicas. A desnutrição protéico-calórica é comum, mas tem variável prevalência de 1 a 15% em pacientes que vivem em residências comuns, 25 e 65% em pacientes que residem em casas asilares e/ou instituições de longa permanência, sem doenças agudas, e 35 a 65% em pacientes internados. A frequência de internação é elevada. Cerca de 2/3 dos leitos de hospitais gerais são ocupados por idosos com 65 anos ou mais, sendo que aqueles com idade superior a 75 anos têm permanência prolongada.

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