Práticas sustentáveis em analises clinicas
Inovação reduz em 25% os custos de laboratório de análises clínicas com o descarte de resíduos
Saúde amplia financiamento de laboratórios de prótese dentária
Estados e municípios terão recursos adicionais de R$ 7,8 milhões por ano.
Grupo Fleury lança marca de laboratórios para as classes C e B
Nova marca a+ vai reunir 94 laboratórios no País, que hoje atuam com 13 nomes diferentes, e apresenta forte potencial de expansão.
Agfa HealthCare lança novo modelo de negócio na JPR 2011
A Agfa HealthCare participa da 41ª Jornada Paulista de Radiologia (JPR 2011), de 28 de abril a 1 de maio, no Transamérica Expo Center, onde apresentará um novo modelo de negócios, denominado Managed Services (Serviços Gerenciados), que passa a oferecer o extenso portfólio de produtos da empresa, para pagamento por uso.
Novos Parâmetros em Hematologia: uma abordagem clínica
Parâmetros diagnósticos com valor clínico. Esse é o conceito que norteou o evento de lançamento do novo equipamento para hemogramas da Roche Diagnóstica no Brasil, o Sysmex XT-4000i.
Unicamp ativa Laboratório Central para seus pesquisadores
A Unicamp está colocando em operação o Laboratório Central de Tecnologias de Alto Desempenho (LCTAD), laboratório multiusuário que vai prestar serviços em genômica, proteômica, bioinformática e citometria, inicialmente para pesquisadores da comunidade científica interna, mas com abertura para estendê-los futuramente a outras instituições do Estado de São Paulo e do país. A previsão é de que o serviço de bioinformática seja disponibilizado já na segunda quinzena de abril, e os de sequenciamento, de citometria e de proteômica, na virada de semestre.
“A Reitoria vem trabalhando neste projeto desde 2009, dentro do conceito de implantar core facilities, laboratórios centrais onde pesquisadores podem obter análises de alta complexidade que sairiam muito caras se realizadas em seus próprios laboratórios – em função do elevado custo do equipamento e da manutenção – ou que encomendariam a instituições externas. Aqui, pretendemos oferecer serviços de qualidade e dentro de prazos competitivos com aqueles oferecidos por outros serviços públicos ou privados, sendo que para o pesquisador vamos repassar apenas o custo das análises. Além disso, os grupos de pesquisa raramente tiram máximo proveito de plataformas analíticas com elevado output de dados o que não justificaria a aquisição por um único grupo de pesquisa”, explica o professor Ronaldo Aloise Pilli, pró-reitor de Pesquisa.
Segundo Pilli, a Unicamp obteve um aporte de aproximadamente R$ 4 milhões junto ao Programa de Equipamentos Multiusuários da Fapesp, destinado à compra de três sequenciadores, microscópio confocal, citômetro de fluxo, microcalorímetro, purificador de proteínas e toda a infraestrutura de Bioinformática. “Um sequenciador já chegou e entrará em rotina após a instalação, treinamento de técnicos e testes de validação. Pretendemos apoiar pesquisadores que já utilizam o seqüenciamento e atrair grupos que ainda não utilizam esta ferramenta de biologia molecular”.
Neo Decapeptyl volta ao mercado
Indicado para o tratamento de câncer da próstata, endometriose, leiomiomas uterinos sintomáticos e puberdade precoce, o embonato de triptorrelina, com o nome "Neo Decapeptyl" - fabricado pela suiça Debio Recherche Pharmaceutique e comercializado pela Aché, retorna ao mercado em fevereiro. Com uso intramuscular em adultos e crianças, o medicamento é apresentado em frasco-ampola com microgrânulos liofilizados e ampola diluente para formar suspensão injetável.
A volta do medicamento é mais uma estratégia do Aché para fortalecer seu portfólio em oncologia. “A empresa busca crescer neste segmento. Prova disso é o investimento na criação de força de vendas especializada em Oncologia e projetos junto às Sociedades Médicas”, afirma Rosangela Alcatrão, gerente de Grupo de Produtos Oncologia do Aché.
“O medicamento será comercializado por distribuidores especializados de todo o País. Também participaremos de licitações para oferecer o produto na rede pública de Saúde”, explica Vanessa Paloma Saito, responsável pelo lançamento. O produto é fabricado pelo laboratório suíço Debio Recherche Pharmaceutique e possui larga utilização na Europa e Estados Unidos.
País aponta crescimento em medicina laboratorial em 2010
De acordo com pesquisa da Websetorial realizada no período entre janeiro e novembro de 2010, a produção industrial no segmento de materiais e equipamentos para medicina e diagnóstico cresceu 18% em relação a 2009. Segundo dados do Ministério do Trabalho, o setor gerou, no mesmo período, 7.635 novos postos a mais que o ano de 2009 – este nicho emprega um contingente de 108 mil pessoas em atividades de indústria e comércio.
s índices de importação e exportação também cresceram com relação ao ano anterior. Favorecido pela baixa do dólar, o país importou 21% e exportou 5% a mais que em 2009. Para o mercado de diagnóstico laboratorial, em 2011, as perspectivas são ainda mais animadoras que em 2010. O otimismo é explicado pela promessa de novas aquisições de grupos privados e o conseqüente aumento de unidades de medicina diagnóstica.
Para Carlos Gouvêa, secretário executivo da Câmara Brasileira do Diagnóstico Laboratorial, “o aquecimento da economia e as boas perspectivas na área da saúde certamente trarão benefícios à população, que poderá ter mais acesso aos exames laboratoriais, fundamentais nas decisões médicas”, afirma.
Especialistas em diagnóstico in vitro reúnem-se em São Paulo para compartilhar os mais recentes avanços do setor
Especialistas vindos de todos os países da América Latina se reuniram em São Paulo, nos dias 2 e 3 de dezembro, durante o II Forum Latinoamericano de Diagnóstico in Vitro, organizado pela Divisão Diagnóstica da Roche, com a finalidade de compartilhar os mais recentes avanços das diferentes áreas científicas que se aplicam aos laboratórios clínicos.
No encontro foram trocadas experiências e realizações, com apresentação de diferentes enfoques utilizados para transformar os laboratórios em centros de referência científica, contribuindo com a personalização do diagnóstico e o controle de tratamento dos pacientes. O Fórum, cuja primeira edição ocorreu no México em 2008, é uma extraordinária plataforma para que especialistas, técnicos e gerentes da área da saúde debatam seus pontos de vista e estratégias para enfrentar os desafios que surgem atualmente com a melhora da qualidade dos serviços para o setor de atendimento à saúde.
Segundo dados da International Federation of Clinical chemistry and Laboratory Medicine (IFCC), apenas 2% das despesas de saúde estão reservados ao diagnóstico in vitro de doenças, embora 80% das decisões médicas baseiem-se em dados de exames de laboratório. Portanto, é indispensável que pacientes e gerentes financeiros dêem ao laboratório sua devida importância no processo de atendimento à saúde.
As primeiras sessões concentraram-se na inovação e no papel desempenhado pelos recentes desenvolvimentos na área da genômica. O palestrante Roger Paredes analisou o rápido desenvolvimento das técnicas de sequenciamento e as investigações que se encontram em andamento na Espanha, avaliando a importância da segmentação de pacientes afetados pela AIDS para aplicação dos tratamentos mais adequados. A personalização da medicina se transforma, com estas novas técnicas, em um objetivo que ajudará não apenas na melhor qualidade de vida dos pacientes afetados por certas doenças, com baixos resultados nos tratamentos aplicados, mas também na redução dos efeitos colaterais.
O patologista Erich Walk, líder médico da área de diagnóstico de tecidos da Roche, destaca que, no caso de câncer, o patologista desempenha um papel cada vez mais importante na aplicação de tratamentos individualizados, fornecendo informações mais detalhadas sobre os tumores, usando avanços da biologia molecular que ajudam a identificar mais claramente diferentes tipos, subtipos e mutações de tumores.














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