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Iniciativa faz parte de projeto de aperfeiçoamento das equipes de saúde da família no município.

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Modelo tem capacidade de resolver mais de 80% dos problemas de saúde.

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Quinta-feira, 07 de Abril de 2011 - 10:20

SBMFC alerta para perigos da resistência antimicrobiana

O combate a resistência antimicrobiana será o mote do Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril.

Publicado em Doenças e Prevenção

A partir deste ano, equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF) compostas por um médico com residência médica em medicina de família e comunidade (MFC) ou título de especialista na área receberam do Ministério da Saúde incentivo de mil reais a mais em seu orçamento mensal, o que significa investimento de R$ 12 milhões ao ano, conforme prevê a portaria de nº. 3.839, publicada em 8 de dezembro de 2010. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), Gustavo Gusso, este é o acontecimento dos últimos cinco anos para a especialidade e para a Atenção Primária à Saúde (APS). “Há anos lutamos por mais incentivo na formação de MFCs no Brasil capazes de suprir a demanda de atendimento nas ESF”, relatou Gusso.

Apesar de pouco conhecido, o médico de família e comunidade (MFC) está presente em quase todo o Brasil na esfera pública, em postos de Saúde e na APS, por meio do programa ESF do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde (PSF/DAB/MS).  Atualmente, as equipes recebem entre R$ 6.400 a R$ 9.600, que, de acordo com o Departamento de Atenção Básica à Saúde (DAB), depende da população do município, do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e da região onde está localizada.

Gusso acredita que o MS está investindo no MFC por ser o profissional qualificado para resolver já no atendimento primário à população, 85% das doenças mais comuns, como asma, diabetes, hepatites, depressão, entre outras, e fazer o encaminhamento de casos complexos a outros profissionais da saúde. Entretanto, o especialistas ressalta que que o salário atrai os profissionais, mas não os fixa. “É necessário prover condições de trabalho e atualização constante não só nos grandes centros, mais em todo o País”.

Hoje, nas 31.500 equipes de ESF do país responsáveis pelo atendimento de 99% dos municípios brasileiros, há apenas 1.500 médicos especializados em Medicina de Família e Comunidade atuante. 

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Quarta-feira, 09 de Fevereiro de 2011 - 10:11

Estudo liga antioxidantes à infertilidade

Uma pesquisa do Weizmann Institute of Science (Israel) relaciona a ingestão de antioxidantes a problemas de fertilidade em mulheres. A informação foi publicada no site "Science Daily". Segundo uma das autoras do trabalho, a pesquisadora Nava Dekel, pouco se sabe sobre os efeitos colaterais dos antioxidantes. Na maioria das vezes, são ignorados.

Um desses efeitos teria relação com menor produção de óvulos. Testes em camundongos fêmeas comprovaram a hipótese. Para os pesquisadores, isso aconteceria porque o processo de ovulação tem mecanismos parecidos com os da inflamação.

Os antioxidantes, que ajudam a combater a inflamação em outras partes do corpo, poderiam, portanto, interferir no processo de ovulação normal.

O grupo de Dekel já pensa em usar os resultados dos estudos em mulheres que têm problemas para engravidar. Os pesquisadores também consideram a hipótese de os antioxidantes servirem até como anticoncepcionais.

Com informações da FOLHA

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Quinta-feira, 03 de Fevereiro de 2011 - 06:53

Qual o seu temperamento?

Temperamento é uma qualidade interna característica de cada pessoa. Existem quatro grupos de temperamentos: melancólicos (Terra), fleumáticos (Água), sanguíneos (Ar) e coléricos (Fogo) e, apesar de todos apresentarem um pouco desses quatro tipos, em cada indivíduo prevalece um temperamento diferente. É esse ‘tempero’ que influencia as formas de como o indivíduo reage perante os outros e o mundo. O tipo de temperamento interfere em tudo o que o indivíduo faz, desde seus hábitos, do sono, até sua alimentação.

Para Samir Wady Rahme, médico clínico com formação em medicina antroposófica, a tarefa do médico é ajudar o paciente a superar suas crises que, na maioria das vezes, se apresentam como uma doença. Mas antes da doença manifestar-se fisicamente, uma alteração já se encontra em curso em sua alma.  Estudando os quatro temperamentos, estaremos promovendo a compreensão do próximo e de nós mesmos, explica o médico.

De acordo com Rahme, os quatro temperamentos estão relacionados aos quatro elementos da natureza, e a prevalência de um elemento sobre os outros é o que dá o colorido da vida. O que se espera é que, com o passar dos anos, esses elementos consigam entrar em harmonia. Como cada indivíduo tem um temperamento que se sobressai aos demais, o importante é identificá-lo, conhecendo seu temperamento predominante, a fim de trabalhá-lo em favor de si mesmo.  Fisicamente, os quatro temperamentos se mostram da seguinte forma: os melancólicos geralmente são pessoas altas e encurvadas, os fleumáticos indivíduos médios e roliços, os sanguíneos proporcionais em peso e estatura, e os coléricos, pessoas baixas e compactas.

Equilíbrio

O melancólico necessita de contato físico e expressão, sendo a massagem e o teatro as melhores indicações. O Fleumático precisa de atividade interior como a pintura ou modelagem. Já o sanguíneo precisa se ancorar, sendo o canto e atividade manual, como a marcenaria, as atividades indicadas. Por fim, as indicações para o colérico são o esporte de confronto, como o judô, pois ele precisa de limites.

“A herança genética que recebemos dos nossos pais é deixada para trás após os 14 anos de idade e, a partir daí, começamos um caminho de individualização que deve nos conduzir ao encontro de nós mesmos. Esse encontro passa pela compreensão dos temperamentos pessoal e do próximo, ajudando a entender as diferenças que só são possíveis por sermos indivíduos. Os quatro temperamentos constituem a porta mais direta e acessível do autoconhecimento. Com essas noções, o mundo ao nosso redor ganha novo sentido e compreendemos as reações humanas com mais amor e tolerância”, completa Rahme.

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Com o aumento da renda e a urbanização cada vez mais acentuada do estilo de vida, os brasileiros estão mudando seus hábitos de compra e, consequentemente, de alimentação. Quase metade do país (46,6%) apresenta excesso de peso, número esse que se repete até mesmo entre os mais jovens – 1 em cada 3 crianças entre 5 e 9 anos está acima do peso ideal.

A preocupação dos especialistas com este quadro se dá pela série de problemas que podem afetar a qualidade de vida e a produtividade do indivíduo como consequências do sobrepeso e obesidade, como pressão alta, diabetes, colesterol elevado, infarto e até mesmo câncer.

Segundo o doutor em Tecnologia de Alimentos da Unicamp, Jorge Behrens, para estimular a alimentação saudável, uma das metas da indústria alimentícia é conseguir desenvolver produtos com foco na saudabilidade, sem deixar de lado o sabor. “O Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo e o alimento precisa ser explorado como uma alternativa saudável, pois a soja é fonte de proteínas e auxilia na redução dos níveis de colesterol ruim no sangue”.

Pesquisa de campo apresentada por Behrens aponta que 60% dos entrevistados conhecem os alimentos derivados do grão, como o tofu e a bebida à base de soja, porém apenas 30% os consomem com alguma freqüência. “A desinformação é o principal fator. Poucos conhecem alternativas de produtos derivados da soja como uma fonte saudável e prática de alimentação. A bebida à base de soja, por exemplo, é uma boa porta de entrada para o consumo desse alimento, pois geralmente tem um sabor que agrada a maioria das pessoas. O consumo é pequeno mais por uma questão de hábito do que por rejeição”, afirma Behrens.

Consumidores intolerantes à lactose, alérgicos à proteína do leite e com colesterol alto encontram na bebida à base de soja uma alternativa saborosa ao leite de vaca. Mais do que isso, a ingestão de soja está ligada à redução do risco do desenvolvimento de algumas doenças crônicas, além de ser fonte de proteínas de alta qualidade, ideal para vegetarianos.

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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011 - 08:06

Depressão, o médico pode ajudar

A tristeza sem causa aparente, o desinteresse pelas atividades da vida diária, a ausência de estímulo sexual e outras situações que, ao se tornarem repetitivas, começam a causar sofrimento e prejuízo ao bem-estar podem ser indícios de depressão. Isso acontece quando tais atitudes afetam o relacionamento familiar, social e a produtividade no trabalho. E para não ficar na dúvida é necessário consultar um especialista, pois o diagnóstico da doença é clínico, o que significa que não há nenhum exame que comprove a depressão.

De acordo com Álvaro Estima, médico especializado em psiquiatria, é comum que em um primeiro momento outros médicos, que não o psiquiatra, sejam procurados, tanto por falta de informação como por preconceito ou medo do estigma da doença mental. Porém, como em qualquer outra situação médica o especialista desta área clínica é quem deve ser o responsável pelo diagnóstico e tratamento da depressão. “O impacto da depressão na saúde pode ser dramático e quando associada ao tabagismo, alcoolismo, sedentarismo e maus hábitos alimentares pode provocar o aumento da incidência de diabetes, doenças pulmonares, infarto do miocárdio e derrame cerebral”, afirma o especialista.

O apoio de uma família que encare a presença da depressão em um dos seus membros como qualquer outra doença, é fundamental para o diagnóstico precoce e facilita a adesão do paciente ao tratamento. “É preciso combater o preconceito discriminatório com a doença psiquiátrica. Em nenhuma outra patologia acusa-se o paciente de ‘ falta de força de vontade’. Imagine alguém dizer ao paciente com apendicite ou reumatismo que ele é fraco ou não sabe reagir. Com a depressão isso ainda acontece”, explica Álvaro.

O medo do estigma da doença mental por parte do paciente, dos familiares e do grupo social traz a negação da doença e o retardo na busca de ajuda especializada. “O preconceito só faz o quadro de depressão piorar, o que torna o tratamento mais difícil e demorado”, diz Álvaro. Depressão precisa ser tratada com medicamentos. E estes têm evoluído ao longo dos anos e atuado no organismo de maneira mais eficaz e segura, com diminuição significativa dos efeitos adversos. Entre eles sonolência diminuída e pouca interferência no peso e na libido. Um exemplo é o Pristiq (desvenlafaxina), que age como um inibidor de recaptação da serotonina (5-HT) e da norepinefrina (NE), substâncias do sistema nervoso que são diretamente relacionadas ao mecanismo da depressão.

Aliado ao tratamento medicamentoso, além da psicoterapia, está a prática de atividades físicas, pois liberam endorfina, substância que causa sensações de alegria e bem-estar. Isso acontece porque o cérebro de uma pessoa diagnosticada com depressão apresenta alterações químicas que precisam ser equilibradas, especialmente no sistema nervoso, responsável pelos níveis de humor, alegria, tristeza, energia e interesse.

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Apesar do avanço da medicina, principalmente, no tratamento de tumores malignos, muitas pessoas consideram e acreditam que a doença é terminal. Só em 2011, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), aproximadamente 500 mil brasileiros apresentarão algum tipo de câncer. Destes, 25% vai ter como conseqüência da doença, a depressão. Isso se deve aos estigmas e preconceitos que cercam a enfermidade. E, como diz a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, a falta de informação gera medo e inverdades. “Em torno do câncer foram construídos mitos negativos como, por exemplo, a idéia de que é uma doença terminal e não uma doença crônica, como é na maior parte das vezes”, explica.

O temor da doença e de seus tratamentos, a angústia e a tristeza são normais a todos que são diagnosticados com câncer. O que difere a tristeza e o medo de uma depressão são a intensidade e o tempo que persistem. Por isso, o trabalho em parceria com psicólogos e psicanalistas ajuda o paciente a encarar melhor a doença e a identificar a depressão crônica. Segundo a psicanalista, os sintomas da depressão são: desânimo; estado de tristeza durante a maior parte do dia; perda do interesse e incapacidade de sentir prazer para realizar atividades; perda ou aumento importante de apetite e de peso; alterações de sono; fadiga ou perda de energia; lentidão ou agitação; dificuldades de raciocínio, concentração e memória; isolamento; sentimentos de culpa e de incapacidade; baixa auto-estima e idéia de morte.

“Grande parte das pessoas se deixa levar pela tristeza profunda. Não só pelo temor da doença, construída há anos, mas também pelo seu tratamento invasivo, que mexe com a auto-estima da pessoa”, diz a médica. Soraya orienta que, não só os pacientes com câncer, mas com outras doenças, salvo se orientado pelo médico, não devem deixar de fazer as atividades diárias que estavam acostumadas. Pois, são essas atividades e a sensação que ainda podem fazer as coisas por si próprias ajudará a encarar melhor a doença. Neste momento, o apoio emocional e incentivo de familiares e amigos ajudam muito quem sofre com a enfermidade.

“Um bom exemplo de paciente que não perde o bom humor, a esperança e a vontade de viver é o ex-vice-presidente do Brasil, José Alencar. Mesmo com as dificuldades e complicações da doença sempre aparece com um sorriso no rosto e declarando mensagens de positividade”, exemplifica. A médica acredita que o psicológico contribui diretamente para a saúde física das pessoas. Para quem está doente, o pensamento positivo e a vontade de viver melhor contribui muito para o tratamento de qualquer doença. “A saúde mental bem cuidada é fundamental para a boa evolução de um paciente, independente da doença”, finaliza.

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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011 - 07:52

A terceira idade quer viver mais e melhor

A aposentadoria chegou. Os filhos já se encaminharam na vida. A situação financeira é favorável. Ao contrário do que muitos idosos pensam, ainda há muito a fazer e aprender na terceira idade. É nessa hora que muitos vovôs e vovós brasileiros começam a curtir a vida, viajar, fazer atividades esportivas, cuidar mais da saúde, ampliar as amizades, tudo que melhore a qualidade de vida e eleve a auto-estima.

No Brasil, os idosos são hoje 14,5 milhões, que representam 8,6% da população total do país, segundo dados do IBGE do Censo de 2000. A estatística da ONU mostra que o número de pessoas com mais de 60 anos superará pela primeira vez o índice de crianças. Com base nesse crescimento acelerado da população idosa do Brasil, cada vez mais profissionais e empresas se especializam e investem em produtos e serviços que ajudam a melhorar a qualidade de vida desta camada da sociedade cada vez mais ativa no país.

Para a geriatra mineira, Soraya Hissa de Carvalho envelhecer deve representar uma conquista e não um castigo e, cada vez mais, é possível ter uma vida saudável mesmo nas idades mais avançadas. "A lista de recomendações é enorme, mas qualidade de vida com exercícios físicos, alimentação equilibrada, equilíbrio emocional, sono reparador e prevenção de doenças são os grandes pilares da saúde também na terceira idade", explica Soraya. Segundo ela, a tecnologia também tem sido grande aliada de quem já passou dos 60 anos, garantindo tratamentos estéticos preventivos e reparadores que resgatam a auto-estima e prolongam a jovialidade.  

Auto-estima

A advogada aposentada Hebe Lobato, 62 anos, atual recordista mineira de natação máster em sua faixa etária, procurou os recursos da tecnologia para recuperar a saúde e a estética bucal. Viúva, sempre cercada de amigos, muito ativa e animada para festas e viagens, ela buscou na tecnologia o recurso para resgatar sua auto-estima. Sempre com foco em qualidade de vida, ela foi uma das primeiras pacientes da Arcata Implantes e Ortodontia no tratamento inovador com implantes sem cortes e cirurgia guiada. 

Dona de um sorriso contagiante, Hebe começou a se preocupar quando percebeu que estava iniciando o processo de perda óssea natural da idade, mas originado num acidente quando ainda era jovem e perdeu 12 dentes. "Gosto de dançar, praticar esportes, viajar e curtir a vida. Sou muito ativa e hoje, com os dentes saudáveis tenho mais segurança e tranqüilidade para sorrir, mastigar, nadar e fazer minhas atividades. A modernidade dos tratamentos estéticos me ajudou muito, principalmente, a resgatar minha auto-estima", afirma Hebe. 

Segundo o dentista Rodrigo Valério, Diretor Clínico da Arcata, que acompanhou o tratamento de Hebe Lobato, os pacientes da terceira idade estão descobrindo cada dia mais as vantagens que a tecnologia pode trazer para sua vida, saúde e auto-estima. "Como a terceira idade hoje é muito atuante, os pacientes na faixa etária dos 60 anos estão sempre em busca de novos procedimentos que ampliem a longevidade com qualidade de vida. Os implantes sem cortes com cirurgia guiada e a reabilitação oral são tratamentos odontológicos que contribuem para uma velhice mais saudável, possibilitando aos pacientes a retomada da vida normal e de suas atividades muito mais rápido", destaca.  

Para Rodrigo, os procedimentos modernos que a Arcata utiliza, além do arsenal terapêutico envolvido nos tratamentos, contribuem tanto com as questões físicas do paciente, como recuperação da correta mastigação e da fala, quanto com os fatores psicológicos, como a transformação estética do sorriso e a melhoria da saúde bucal. "O resultado dos tratamentos inovadores contribui para a imediata socialização do paciente, que volta a conversar e a se relacionar com segurança, sem limitar seus gestos e movimentos por medo da prótese sair ou aparecer. É uma realização profissional receber de volta um sorriso renovado como agradecimento pelo trabalho", lembra Rodrigo.

Consciência corporal

Quem está na terceira idade atualmente tem uma postura bem mais crítica em relação ao mundo que o cerca do que as gerações anteriores. Educação avançada, consciência política, conhecimentos sobre várias áreas do saber e contato direto com tecnologia são algumas das vantagens que contribuem para esta massa crítica pós 60, que sabe muito bem o que quer.

Para a fisioterapeuta, Tatiana Campos Rocha, eles querem preservar a saúde e garantir bem-estar com qualidade de vida. "A terceira idade hoje quer manter-se jovem por mais tempo, tanto física quanto mentalmente. Elas estão o tempo todo em busca de novos conhecimentos, de atividades eficazes para manter a mente saudável, de tratamentos com recursos tecnológicos para ampliar a juventude corporal e de tudo que possa contribuir para minimizar os efeitos das alterações fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento", elogia Tatiana. 

A fisioterapeuta, especialista em Fisioterapia Cardiorrespiratória, desenvolveu um programa de atendimento domiciliar personalizado, preventivo e de reabilitação, com foco nas pessoas da terceira idade. A iniciativa tem conquistado muitos adeptos em Belo Horizonte, por proporcionar um atendimento direcionado, cuidando do que cada paciente precisa em especial.  

"O exercício físico na terceira idade, realizado no conforto da residência, utilizando recursos do dia-a-dia da pessoa pode trazer benefícios tanto físicos, como sociais e psicológicos, contribuindo para um estilo de vida mais saudável dos indivíduos que a praticam", afirma. Mas a fisioterapeuta alerta que antes de iniciar qualquer atividade física é necessário fazer uma avaliação geriátrica abrangente, que contemple todos os aspectos inseridos no envelhecimento.
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