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Volume e tempo de exposição determinam risco da utilização destes aparelhos. Com moderação não há danos para os ouvidos.

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Especialista recomenda o uso de protetores nos ouvidos, principalmente para os que enfrentam uma jornada de trabalho na rua, como motoboys, taxistas, guardas de trânsito e motoristas de ônibus.

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Estudo feito pela Agência Nacional de Aviação Civil revela que mais de trinta mil paulistanos sofrem diariamente com níveis elevados de ruído do aeroporto de Congonhas, além do barulho do trânsito.

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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011 - 12:29

Fique alerta contra a perda de audição no trabalho

Pessoas com problemas auditivos podem ter dificuldade para conseguir emprego. A perda auditiva gera muitos impactos na vida de um indivíduo.

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A maioria das pessoas nunca parou para pensar nisso, mas está na hora de dar mais importância para a audição, um sentido tão importante por fazer parte da nossa comunicação.

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Em tempos de banda larga e interconectividade, os deficientes auditivos são o mais novo grupo de pessoas a se beneficiar com a difusão das novas tecnologias. No Brasil, já existem aparelhos para audição que utilizam o sistema wireless – o mesmo da internet sem fio – para melhorar a qualidade de vida de quem tem dificuldades para ouvir.

Manter-se conectado, com uma vida ativa e dinâmica, é mesmo a tendência na luta contra a perda auditiva. O sistema denominado Connect Line, da Telex Soluções Auditivas, por exemplo, garante maior liberdade e segurança ao usuário.

“O ConnectLine é um sistema que se conecta sem fios aos aparelhos auditivos e aos aparelhos de televisão, rádio, telefones fixos, celulares, computadores, MP3, videogames e até com o GPS do carro, garantindo que o usuário tenha uma experiência de vida como a de qualquer pessoa com audição normal", afirma a fonoaudióloga Isabela Gomes, gerente de produtos da Telex.

Por meio de um pequeno dispositivo, o Streamer, que fica pendurado discretamente como um colar, o usuário pode, por exemplo, ouvir música e atender a uma ligação telefônica, sem estar com o telefone próximo ao ouvido.

“Essa interação entre os aparelhos ocorre porque o som que sai dos equipamentos portáteis é enviado via Bluetooth para este acessório no pescoço e logo transmitido para o aparelho auditivo, sem a necessidade do uso de fios”, explica Isabela Gomes. Ela garante que os deficientes auditivos se adaptam rapidamente às inúmeras facilidades do ConnectLine: “Tanto isso é verdade que grande parte dos nossos clientes é constituída por idosos.”

Outro diferencial do equipamento é permitir aos usuários o controle da televisão, mesmo à distância. “Para que o som da televisão não precise ficar alto, causando constrangimentos em casa, o próprio deficiente auditivo pode controlar o volume do som no botão do dispositivo que está no pescoço.”
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Sexta-feira, 04 de Março de 2011 - 12:09

Cuidados com a audição o carnaval

Brasileiros e estrangeiros que admiram festas carnavalescas já contam os dias para cair no samba, no axé e em outros ritmos musicais. No entanto, é preciso tomar alguns cuidados com a audição, já que, em alguns casos, a perda auditiva é irreversível. Trios elétricos, ruas abarrotadas de pessoas, batuques e música em volume ensurdecedor são muito comuns no Carnaval, assim como as consequências negativas desta superexposição ao som alto.

Na legislação brasileira, o limite máximo permitido de exposição a sons é de 85 decibéis. Se a quantidade permitida for ultrapassada há risco de perda auditiva. O problema também depende da intensidade do som (volume), do tempo de exposição e da sensibilidade de cada indivíduo.

Sintomas

Os sintomas são diversos, como sensação de pressão nos ouvidos, zumbido, dificuldade para ouvir, tontura, irritabilidade, sensação de ouvido tampado, pressão e estalos no ouvido.  Caso um ou mais sintomas permaneçam, mesmo horas após a saída do ambiente com som intenso, recomenda-se procurar um médico otorrinolaringologista para a realização de uma avaliação.

Prevenção

Ao freqüentar as festas, bailes ou eventos de carnaval, evite ficar muito próximo às caixas de som, aos amplificadores dos trios elétricos, à bateria das escolas de samba e aos conjuntos musicais nos clubes. Além disso, preocupe-se com o tempo de exposição ao som intenso, evite ficar durante muitas horas próximo às fontes de ruído.

Vale ressaltar que, se o indivíduo já tem predisposição a desenvolver uma perda auditiva ou se, no dia a dia, está exposto ao ruído intenso de forma consistente, ele terá maior probabilidade de desenvolver uma perda auditiva e, portanto, deve ser ainda mais cauteloso.

Tratamento

Caso seja constatada a perda auditiva, por meio de um diagnóstico otorrinolaringológico, o paciente deve iniciar o tratamento recomendado. Muitas vezes, o aparelho auditivo será a recomendação do médico, já que grande parte das perdas auditivas é irreversível. 

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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011 - 08:12

Vírus pode afetar audição de crianças durante a gravidez

De acordo com um estudo publicado no "Archives of Otolaryngology-Head and Neck Surgery", a perda da audição em crianças pode estar ligada a um vírus contraído pela mãe durante a gravidez. Cerca de 9% das crianças que tiveram algum grau de perda da função auditiva também tiveram o citomegalovírus (CMV) no nascimento, diz a pesquisa.

O CMV é um vírus comum que normalmente causa uma infecção inofensiva e pertence à família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes zoster. Ele é transmitido por via respiratória (tosse, espirro, fala, saliva, secreção brônquica e da faringe ), por transfusão de sangue, por via sexual e por transmissão vertical da mulher grávida para o feto.

Mulheres que já estão infectadas quando ficam grávidas têm menos chance de transmitir o vírus aos filhos, mas aquelas que o contraem durante a gravidez têm risco maior de que seus bebês também peguem o CMV, nesses casos, elas têm 33% de chance de transmiti-lo aos filhos.

Uma a cada mil crianças tem algum tipo grave de perda de audição, e metade dos casos são hereditários, segundo a associação americana de fonoaudiologia.

Além disso, uma a cada 25 mulheres pegará o vírus durante a gravidez. O CMV já foi ligado a diversos problemas de desenvolvimento em crianças, incluindo deficiência mental e paralisia cerebral. A perda de audição é o problema mais comum. O estudo avaliou 354 crianças a partir dos 4 anos com problemas de audição que fizeram o teste para CMV quando nasceram. Delas, 34 pegaram o vírus de suas mães.

Publicado em Doenças e Prevenção

Geralmente, os pais têm cuidado em relação à proteção da pele das crianças durante exposição ao sol, consumo de alimentos leves, entre outros cuidados. No entanto, há outras regiões do corpo que também necessitam de atenção.

Neste período, é preciso acompanhar também a saúde auditiva, já que são diagnosticados muitos casos de otite, inflamação do ouvido médio - localizado atrás da membrana timpânica. O problema é comum e atinge cerca de 70% das crianças de até sete anos e, caso não seja devidamente tratado, pode levar à perda momentânea ou, em alguns casos, permanente de parte da audição.

A otite média pode surgir após períodos de gripes e resfriados, quando as bactérias presentes na boca e garganta migram pela tuba auditiva até o ouvido médio, causando uma inflamação. Já a otite externa, ocorre quando entra água de piscinas e mar, geralmente contaminada, no conduto auditivo externo e a região não é devidamente seca, tornando-se o ambiente preferido de fungos e bactérias. O contato freqüente com a água pode facilitar a remoção da cera que serve de proteção para o canal auditivo. Esta situação é corriqueira durante as férias, principalmente entre as crianças. “Alguns sintomas de otite são: dor severa no ouvido, diminuição da audição, febre, irritabilidade, desconforto, choro constante e secreção no ouvido, se houver perfuração”, explica Maria do Carmo Branco, fonoaudióloga do Grupo Microsom, uma das mais conceituadas empresas de soluções auditivas do Brasil.

Segundo a especialista, algumas atitudes no dia a dia podem prevenir a ocorrência de otites, como: enxugar bem o ouvido dos pequenos ou ensiná-los a fazer isso diariamente após o banho e, principalmente, após mergulhos no mar e piscina. É importante também, não introduzir objetos no ouvido, que poderiam causar lesões.

Caso as crianças apresentem algum dos sintomas citados, deve-se procurar um médico o mais breve possível para análise do caso e realização de um simples exame com o otoscópio. “Quanto antes o problema for detectado melhor para a saúde auditiva do paciente, evitando-se perfurações do tímpano e até mesmo impedindo que o problema tenha conseqüências irreversíveis”, afirma a especialista.

O tratamento é realizado por meio de medicamentos, como antibióticos e analgésicos. Em alguns casos, cuja presença de secreção no ouvido médio persiste por mais tempo, um procedimento cirúrgico poderá tornar-se necessário. Nesta simples cirurgia, uma pequena abertura no tímpano é feita para retirar a secreção acumulada na região e assim, promover uma ventilação temporária.

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No entanto existe algo que deve estar sempre em voga nessa estação do ano, os cuidados com a superexposição ao sol como forma de evitar enfermidades futuras, como o câncer de pele.Qualquer médico insiste que “sol demais nunca é bom”, e com a incessante destruição da camada de ozônio, que aumentou a exposição da pele ao aos raios ultravioletas, o cuidado deve ser dobrado. No entanto, como na grande maioria dos casos, a doença surge apenas após os 40 anos e, portanto, muita gente acaba por esquecer da prevenção antes disso.

O oncologista clínico do Instituto Oncoguia, Rafael Kaliks, afirma que “o brasileiro ainda não adquiriu a cultura da prevenção. Inclusive, com o forte apelo estético dos trópicos, todo mundo quer ficar com a pele bronzeada. Quando as mulheres lembram de se proteger do sol, isto se deve muito mais a uma preocupação com o envelhecimento precoce da pele do que com o câncer causado pela exposição ao sol”.

Os homens dão ainda menos atenção à prevenção ao câncer de pele, mas devem romper com esse paradigma. Estudo do Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgado em dezembro de 2010 revelou aumento nos casos de câncer de pele não melanoma, entre homens, com 53 mil casos registrados no ano. “Ao contrário das mulheres, os homens não se atentam à questão do envelhecimento da pele e previnem-se ainda menos”, diz Kaliks. A pesquisa do Inca revelou ainda que na capital paulista apenas 8,5% dos homens que vivem na cidade usam protetor solar diariamente.

Como prevenção nessa época do ano, o oncologista sugere não se expor ao sol entre às 10h e 16h e o uso de protetor solar, no corpo e no rosto todos os dias. Ele chama atenção, também, das pessoas que praticam esportes ao ar livre, para que optem pela “pelada” na praia, ou pela partida de futevôlei apenas ao final da tarde.

Câncer de peleO câncer de pele é o tipo mais freqüente no Brasil e corresponde a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados. “Embora o número seja grande, quando detectado precocemente este tipo de câncer tem altos percentuais de cura”, explica Kaliks. Existem diversos tipos de câncer de pele, os ‘não-melanomas’ que são 95% dos casos registrados e têm altos índices de cura e o ‘melanoma’, que é gravíssimo devido a sua alta probabilidade de metástase (relativo a 5% dos casos de câncer de pele). Pessoas de pele clara e olhos claros, sensíveis à ação dos raios solares ou com doenças cutâneas são os principais indivíduos afetados pelo câncer. No entanto, mesmo pessoas que não se enquadram em tais características devem observar o ap! arecimento de feridas que não cicatrizam, manchas escuras, nódulos na pele, ou alterações em pintas como aumento, modificação de cor e sangramento, já que o diagnóstico precoce seguido de tratamento imediato podem curar a maioria dos cânceres de pele. 

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