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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011 - 09:53

Você consome alimentos da maneira certa?

A simples presença de um nutriente na dieta não garante sua total utilização pelas células. Portanto, saber combinar os alimentos durante as refeições é de extrema importância para a absorção adequada desses nutrientes pelo organismo.

O cálcio faz parte deste cenário. A absorção do mineral, encontrado em alguns alimentos, pode ser potencializada na interação com outros nutrientes. Por exemplo, a Vitamina D contribui para a absorção de cálcio no intestino e ainda diminui a sua eliminação pelos rins.  “As melhores fontes de vitamina D são o óleo de fígado de peixe. Em seguida, estão o fígado de boi, a manteiga e a gema do ovo. No entanto, uma forma de se obter a vitamina D naturalmente é através da exposição aos raios ultravioletas da luz solar”, explica Beatriz Botéquio, nutricionista da Equilibrium Consultoria.

Mas é preciso estar atento aos alimentos que contribuem para uma maior perda de cálcio. Oxalatos e fitatos, compostos agregados às fibras presentes nos cereais integrais, frutas, verduras e legumes, podem inibir a absorção do cálcio. Além disso, o excesso de proteína na dieta também é um alerta, pois aumenta a excreção urinária de cálcio. Segundo a nutricionista, as dietas com quantidades dobradas de proteínas e aminoácidos podem aumentar em 50% a eliminação do nutriente pela urina.

O excesso de sódio na alimentação também deve ser avaliado, já que está associado à maior excreção de cálcio. No Brasil, a ingestão de cálcio varia de 300mg/dia a 600mg/dia, quando o recomendado é 1200mg.

Já o sódio consumido é muito maior que os 2300 mg/ dia indicado. Os brasileiros chegam a comer cerca de 3200 mg/dia, o que pode interferir no estado nutricional do indivíduo e trazer consequências negativas para saúde óssea.

Responsável por agir em diversas funções biológicas, tais como crescimento e desenvolvimento, contração muscular e formação óssea, o cálcio ainda é pouco consumido pelo brasileiro. De acordo com o estudo The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS), no Brasil, 9 em cada 10 brasileiras acima dos 40 anos podem não consumir a quantidade de cálcio que o corpo necessita, ingerindo cerca de 390mg diárias, que representam apenas 39% das recomendações. No total 99% da população de estudo não consome a quantidade adequada deste mineral.

Os suplementos de cálcio com vitamina D são uma alternativa para adequar o consumo diário indicado e devem ser utilizados como aliados para complementar a ingestão não obtida somente com a alimentação. “Muitas pessoas possuem rejeição à lactose ou não gostam do sabor do leite e derivados. Além disso, a correria do dia a dia não colabora para a ingestão da quantidade de nutrientes. Por isso, o suplemento de cálcio com vitamina D na fórmula se torna um complemento adequado para manter a saúde dos ossos”, explica a nutricionista.

No Brasil estão disponíveis suplementos de cálcio e vitamina D como, por exemplo, o Caltrate®, encontrado nas versões Caltrate® 600+D indicado na prevenção e tratamento auxiliar da osteoporose e também para mães em períodos de gestação e aleitamento. Já o Caltrate® 600+M, além do cálcio e vitamina D ajuda a completar a dieta cotidiana com Magnésio, Zinco, Manganês e Cobre, importantes minerais envolvidos no metabolismo ósseo

De acordo com estudos recentes realizados pela Pesquisa de Orçamento Familiar, a população brasileira vem substituindo o consumo de bebidas lácteas por refrigerantes. O estudo demonstrou um aumento de 36% no consumo de leite e derivados, enquanto o de refrigerante obteve um crescimento de 400%.

 

Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011 - 17:20

Diagnóstico de câncer de mama cresceu 160% nos últimos 30 anos

Graças aos exames mais avançados e a conscientização das mulheres, o índice de diagnósticos dos casos de câncer de mama cresceu 160% de 1980 à 2010. Já os casos do câncer cervical, subiam 20%. O aumento aconteceu principalmente nos países em desenvolvimento.

Em 1980, era diagnosticados por ano cerca de 640 mil casos de câncer de mama, sendo que 65% deles aconteciam nos países ricos. Já em 2010, foram notificadas 1,6 milhões de mulheres sobre a doença, sendo 51% nos países em desenvolvimento. Já o câncer cervical subiu de 378 mil casos por ano para 454 mil casos.

O câncer de mama foi responsável pela morte de 425 mil mulheres no ano passado, sendo que 68 mil estavam na faixa etária entre 15 a 49 anos. Já os obtidos causados pelo câncer cervical diminuíram. Em 2010, foram registrados 200 mil casos, com 46 mil mulheres entre 15 e 16 anos nos países menos desenvolvidos.

O número de casos pode ser explicado devido a consciência das mulheres em realizarem exames de forma rotineira e também pelo maior envelhecimento da população. O estado foi feito pelo Institute for Health Metrics and Evaluation da Universidade de Washington, na cidade de Seattle.

Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011 - 15:19

VivaSanté anuncia chegada no mercado brasileiro

A VivaSanté – indústria francesa do setor de saúde, acaba de anunciar sua operação no mercado brasileiro. A empresa, especializada no segmento de produtos especiais para o tratamento de feridas de difícil cicatrização, estabelece uma parceria estratégica com a aquisição de 70% de uma das mais representativas companhias do setor no Brasil, a LM Farma, situada em São Joseé dos Campos.

A chegada da da VivaSanté ao Brasil faz parte do plano de expansão para a América Latina, cuja porta de entrada será o mercado brasileiro. Hoje, a LM Farma atua com mais de 16 produtos, todos na área de cicatrização. Devido à parceria, o portifólio no Brasil será triplicado, incluindo inovações tecnológicas para a área de diabetes, úlceras crônicas e queimaduras.

“Hoje, a VivaSanté está presente em mais de 60 países e 10 filiais. O mercado brasileiro é potencial para expansão de nossos negócios, devido a sua expressiva participação no cenário mundial, com condições plenas de liderar as operações na América Latina”, afirma Pierre Moustial, diretor de negócios da VivaSanté. Segundo o executivo, a meta da companhia é entrar nos mercados mexicano, argentino, colombiano e chileno, no prazo de cinco anos.

A participação da LM Farma na expansão também atende aos objetivos da empresa. “As novas tecnologias e produtos já comercializados internacionalmente pelo Grupo VivaSanté são plenamente ajustados à segmentação da LM Farma para o mercado de cicatrização, principalmente para os quadros de feridas de difícil controle. Estas inovações representam um aliado importante para a melhoria do tratamento destes pacientes” comenta Luiz Modesto, CEO do Grupo LM no Brasil.

A LM Farma é uma empresa de capital 100% nacional, com sede em São Jose dos Campos, interior de São Paulo, que atua há 20 anos no segmento hospitalar. A companhia se dedica ao desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos que contribuem para a saúde e o bem estar das pessoas. Em 2002, a empresa criou Curatec – divisão de produtos de uso médico (Produtos para Saúde/Correlatos) que oferece uma linha completa para tratamento de feridas. Em 2010, a empresa faturou R$ 20 milhões e deve encerrar o ano de 2011 com receita de R$ 27 milhões.

Presente em mais de 60 países, com 10 filiais espalhadas pelo mundo, a VivaSanté tem forte atuação na França e Europa, com liderança francesa na linha de primeiros socorros. Em 10 anos, a companhia quadriplicou o faturamento, registrando total de 433 milhões de euros em 2010. A empresa, especializada no segmento de produtos especiais para o tratamento de feridas de difícil cicatrização, investiu no ano passado 17 milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos.

Terça-feira, 13 de Setembro de 2011 - 12:24

Sua dor é física ou psíquica?

Você já parou para pensar que sua dor de cabeça pode ser emocional? Que as dores lombares e na região dos ombros podem ser ocasionadas pelo estresse e não por problemas nos músculos ou nos ossos?

Os avanços científicos do século XX quebraram os paradigmas que separavam mente e físico. Além disso, a mudança no processo de adoecer deixou mais claro o papel psicológico e social em relação à saúde das pessoas. Com isso, acontecimentos da vida, eventos ambientais, relações sociais, afetivas e familiares alteram a maneira como o indivíduo percebe o mundo externa e internamente. Esta percepção, para acontecer, depende de uma complexa rede de conexões nervosas que integram nossos órgãos dos sentidos e o sistema nervoso central.

Diante destas descobertas, atualmente os médicos conseguem afirmar que a diferença entre uma doença orgânica e uma doença psicogênica está apenas na direção psíquica deste fenômeno. As dores de cabeça constantes, lombares e na região dos ombros também estão ligadas a problemas psicológicos como estresse e depressão cada vez mais frequentes em nossa sociedade.

“Entre os transtornos psicossomáticos que reagem ao físico podemos citar a acne, artrite reumatóide, asma brônquica, broncoespasmo, enxaqueca, diabetes, doenças cardíacas coronarianas e imunológicas, edema angioneurótico, herpes, hiperinsulinismo, hipertensão essencial, hipertireoidismo, neurodermatite, obesidade, tuberculose e úlcera”, afirma o Drº Fabrício Dias Assis, Anesteseologista e médico intervencionista da Dor.

Como tratar?

Nas situações de crises, o uso dos analgésicos ainda se mantém como uma das melhores soluções. No Brasil, atualmente há tratamentos eficazes para o combate das dores. Para as leves e moderadas, que costumam ser mais constantes e de tratamento mais rápido, o mercado apresenta medicamentos eficazes.

Por exemplo, o ibuprofeno em cápsulas líquidas, que alcança a circulação de maneira mais rápida que os comprimidos usuais e também penetra melhor nos tecidos afetados que os comprimidos. A ação do medicamento ocorre a partir de 15 minutos após a administração do mesmo. Pesquisas realizadas em diversas partes do mundo comprovam a rapidez de ação e eficácia do ibuprofeno em relação aos demais analgésicos disponíveis no mercado, inclusive o brasileiro.

Além disso, baseado no atual modelo biopsicossocial, a abordagem de um paciente com dor deve considerar um fenômeno complexo, no qual sua avaliação deve ser incluída os aspectos sensitivos, emocionais, cognitivos, comportamentais e culturais.

Para tanto o tratamento das dores em geral deve ser feito por uma equipe multiprofissional, composta por médico especialista em dor, psicólogo, psiquiatra, enfermeiro e fisioterapeuta. Desta forma o tratamento indicado é singular e construído de maneira conjunta pela equipe multiprofissional e pelo paciente e pode contar com a utilização dos recursos recomendados por evidências científicas, ou seja, medicamentos, procedimentos minimamente invasivos, psicoterapia, fisioterapia, acupuntura, atividades físicas, alimentação adequada, entre outras práticas que favorecem a melhoria da qualidade de vida e o bem-estar físico, psíquico, social e espiritual.

Segunda-feira, 12 de Setembro de 2011 - 10:42

Governo pretende investir mais em medicamentos e vacinas

Até 2015, o Ministério da Saúde prevê investir R$ 1,5 bilhão em pesquisas de novos remédios, tratamentos, vacinas e equipamentos. O valor é quase quatro vezes maior do que o investimento da pasta acumulado nos últimos quatro anos, cerca de R$ 400 milhões. Entre outros objetivos, o aumento do orçamento da área visa a reduzir a dependência da importação de medicamentos. Levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgado no mês passado, constatou que 80% dos estudos de novos princípios ativos de remédios são feitos por indústrias e laboratórios multinacionais.

Os recursos irão financiar estudos sobre dengue, malária, câncer, aids e doenças crônicas não transmissíveis. O ministério decidiu enxugar o número de pesquisas consideradas prioritárias, de 838 para 151, que abordam 16 áreas. Do total, 40 pesquisas estão em andamento.
Foram lançados também a Plataforma Brasil e o Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (Rebec), programas que irão unificar os dados das pesquisas envolvendo testes em humanos. Com a plataforma, o pesquisador poderá acompanhar pela internet o andamento do projeto do qual participa até aprovação pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Com o Rebec, primeiro banco para registro de ensaios clínicos em língua portuguesa, o pesquisador não terá mais de recorrer a banco de dados estrangeiros para registrar a pesquisa. O Rebec tem o aval da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Com a unificação dos dados, a expectativa é que o tempo para autorização de uma pesquisa no país seja reduzido, solucionando uma das principais queixas da comunidade científica, dos institutos de pesquisa e dos laboratórios. Segundo a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), o tempo que o Brasil leva para aprovar uma pesquisa clínica é três vezes maior do que o da maioria dos países que desenvolvem pesquisas nessa área. Nos Estados Unidos, na França e no Canadá, por exemplo, o prazo é três a quatro meses. Na Argentina, seis meses. No Brasil, entre dez e 14 meses, com base em dados de 2008.
Segunda-feira, 12 de Setembro de 2011 - 10:32

Nutrição adequada favorece o sistema imunológico das crianças

As constantes alterações no clima e a retomada do período escolar fazem com que as crianças fiquem mais expostas ao contágio de doenças infecciosas. A alimentação completa e equilibrada pode ser uma alternativa para que os pequenos estejam mais protegidos contra o problema.

Um estado nutricional adequado determina que o indivíduo tenha mais defesas contra as infecções em geral, tais como gripes e resfriados. E essa adequação não é identificada só pelo peso. A composição do corpo tem que estar equilibrada com todos os macro e micronutrientes”, ressalta Elza Mello, professora do departamento de pediatria e puericultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e médica nutróloga.

Especialmente no segundo semestre, quando o clima é mais frio, as crianças ficam expostas ao contágio de doenças como gripes, resfriados e, mais recentemente, ao vírus H1N1. A pediatra ressalta que manter a imunidade alta é o caminho para evitar que as crianças adoeçam.

A relação da nutrição com o bom funcionamento do sistema imune é estreita e importante. A especialista destaca a importância das proteínas, que são componentes do sistema imune e, portanto, precisam ter adequado aporte e absorção. Além disso, a defesa no organismo também está relacionada também com a ingestão adequada de ferro, zinco e vitaminas Os legumes e as frutas são fontes excelentes de vitaminas e minerais, já as carnes, de ferro e zinco.

Os pais devem ficar atentos, pois é importante que a criança esteja com o peso adequado para a sua altura e que ela consuma, diariamente, alimentos de todos os grupos da pirâmide alimentar: cereais, frutas, verduras, carnes e produtos lácteos. A quantidade ideal de alimento de cada grupo varia de acordo com sexo, idade e atividade física de cada criança.

Mas falar de alimentação balanceada no universo infantil é bastante delicado. Especialmente quando as crianças têm o apetite seletivo, ou seja, rejeitam certos grupos de alimentos e, consequentemente, desenvolvem carências de vitaminas e nutrientes importantes para o sistema imunológico. “Crianças que não ingerem alimentos de todos os grupos da pirâmide alimentar, na quantidade necessária para seu sexo e idade, devem ser orientadas de forma individualizada para suprir essa dificuldade. Enquanto o tratamento é feito, o ideal é que se faça uso de suplemento alimentar completo, porque o processo de reeducação alimentar pode ser demorado e é muito importante evitar as carências nutricionais nessa fase de adaptação”, conclui a professora.


Sobre Pediasure

Suplementos como o PediaSure, da Abbott, não interferem no peso da criança normal, não têm como objetivo abrir o apetite, nem substituir refeições, mas contribuir para equilíbrio da alimentação natural. PediaSure é um alimento em pó com fórmula balanceada e equilibrada – fonte de proteínas, lipídeos, carboidratos, vitaminas e minerais.
Sexta-feira, 09 de Setembro de 2011 - 08:08

Casos de malária caem 31% em um ano

Avanço se deve a ações integradas; internações caíram 20% na Amazônia Legal no mesmo período

O número de casos de malária na Amazônia Legal caiu 31% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período de 2010. Entre janeiro e junho de 2011, as notificações somaram 115.708, contra 168.397 no mesmo período de 2010. Já as internações tiveram redução de 20%, passando de 2.544 para 2.030. Os dados constam no balanço epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta segunda-feira (05). A região concentra 99% dos casos registrados no país.

“Os dados positivos são o resultado de uma ação integrada, que inclui a intensificação de ações de rotina para diagnóstico precoce e tratamento oportuno de pacientes”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Para ele, os números refletem o empenho dos gestores federais, estaduais e municipais no controle da doença.

Além do balanço, também está sendo lançada nesta segunda-feira uma campanha inédita de mídia para mobilizar gestores, entidades, parceiros e a população, que conta com a distribuição de 1,1 milhão de mosquiteiros impregnados com inseticida de longa duração. (confira texto sobre a ação).

A diminuição do número de casos foi verificada em todos os estados da Amazônia Legal. No Acre, foi de 45%, no Amapá 19%, Amazonas 41%, Maranhão 39%, Mato Grosso 27%, Rondônia 36%, Roraima 29%, Tocantins 30% e Pará 21%.  O número de infecções pelo Plasmodium falciparum passaram 26.917 para 13.464. O falciparum é um dos três protozoários do gênero Plasmodium que causam a malária na região, provocando a forma grave da doença. Com relação aos óbitos pela doença, houve um aumento em 2010 (72), em relação a 2009 (69). 

“Estamos animados porque vencemos mais uma batalha e conseguimos a diminuição dos casos de malária. Agora, vamos agir antecipadamente, já mapeamos quais são os municípios prioritários e a ideia é intensificarmos o trabalho nessas áreas”, enfatizou o Ministro.

Ação - Para potencializar as ações contra a malária, foi lançado, em 2010, o Projeto de Expansão do Acesso às Medidas de Prevenção e Controle da Malária para Populações Vulneráveis da Amazônia Brasileira, cuja meta é reduzir em 50% o número de casos de malária em 47 municípios selecionados, a contar dos dados epidemiológicos do ano de 2007.

O projeto é uma iniciativa patrocinada pelo Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária, realizado pela Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD) e pela Fundação Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FFM/UPS), por meio da Unidade Executora do Projeto (PEU) e do Ministério da Saúde.

Os principais objetivos são: fortalecer a vigilância epidemiológica e apoiar os municípios no controle da malária; aumentar os pontos para diagnóstico da doença; distribuir mosquiteiros; intensificar o envolvimento das comunidades em regiões de risco; e estimular o trabalho conjunto com os países vizinhos. 
Quinta-feira, 08 de Setembro de 2011 - 08:46

Adiado o início da vigência da norma para tempo de atendimento

Nova resolução traz mais clareza, eficiência e segurança jurídica para o setor

A Resolução Normativa nº 259, que define prazos para o atendimento de beneficiários de plano de saúde, terá seu início de vigência adiado por 90 (noventa) dias, ou seja, ela passará a vigorar a partir de 19 de dezembro de 2011.

A decisão atende a demanda das operadoras de planos de saúde por maior prazo para adaptação às regras estabelecidas.A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu publicar nova resolução normativa (RN 268) para ajustes da RN nº 259, trazendo maior clareza, eficiência e segurança jurídica ao cumprimento da norma por parte das operadoras de planos de saúde.

Os principais ajustes são:

1- Detalhar quando a operadora de plano de saúde será obrigada a garantir transporte em caso de não haver oferta de:rede credenciada no município e municípios limítrofes;prestadores de serviço, inclusive urgência e emergência, integrantes ou não da rede assistencial, no município, municípios limítrofes ou na região de saúde à qual pertence o município demandado.

2- Destacar os critérios de reembolso de serviços e procedimentos dos produtos com a opção de acesso a livre escolha, respeitando os limites previstos contratualmente.

3- Inserir medidas administrativas para os casos de descumprimento reiterado da norma. Além das penalidades já previstas na regulamentação em vigor, foram acrescentadas:suspensão da comercialização de parte ou de todos os produtos da operadora de planos de saúde, decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos dirigentes da operadora.

O prazo adicional concedido permitirá também que a ANS aprimore medidas internas para ampliar a comunicação com os consumidores. Permitirá ainda aprimorar o acompanhamento e fiscalização do setor regulado em relação aos prazos estabelecidos. Segundo o Diretor Presidente da ANS, Mauricio Ceschin, “O objetivo do normativo, que é o de garantir o acesso em prazos definidos está e será mantido. Esta resolução é muito importante para o consumidor de planos de saúde, já que lhe garante acesso ao que contratou. Cabe a ANS garantir que isto seja cumprido”.

 

Quinta-feira, 08 de Setembro de 2011 - 08:41

Como funciona a cirurgia bariátrica

No Brasil existem quatro modalidades aprovadas. Conheça cada uma delas

Terça-feira, 06 de Setembro de 2011 - 08:33

Samu 192 amplia controle e incentivo para qualidade

Municípios que comprovarem qualidade no atendimento poderão receber 66% a mais de custeio. Ambulâncias terão 90 dias para iniciarem atividade

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