Um estudo internacional - desenvolvido na escola de Medicina do Hospital Mount Sinai de Nova York - demonstrou em cobaias animais que a proteína IGF-2 é fundamental nos processos de consolidação da memória e prevenção do esquecimento.
Uma das responsáveis desta pesquisa publicada na revista "Nature", Ana García-Osta, do Centro de Pesquisa Médica Aplicada (CIMA) da Universidade de Navarra, explicou nesta quarta-feira à agência de notícias Efe que até agora se desconhecia a relação direta entre a proteína e os processos da memória.
De acordo com ela, se tinha conhecimento de sua existência e de que, apesar de seus baixos níveis de concentração no hipocampo cerebral, poderia ter um papel na sobrevivência neuronal.
O estudo comprovou que é crucial o momento em que é fornecido a proteína, pois deve coincidir com a fase na qual são produzidos os mecanismos moleculares relacionados com a fixação das lembranças. Ou seja, a incorporação da molécula no hipocampo tem que ser produzida em um prazo de tempo próximo ao período de aprendizagem.
Outra das conclusões é que os roedores continuam se lembrando dos novos conhecimentos adquiridos até três semanas depois de ter recebido a citada proteína, algo não observado nos animais que recebem um placebo.
Proteína é essencial contra o esquecimento, diz estudo
Escrito por Redação - Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011 - 03:25

















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