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Home Indústria Mostrar items por tag: vacinas

Segunda-feira, 12 de Setembro de 2011 - 10:42

Governo pretende investir mais em medicamentos e vacinas

Até 2015, o Ministério da Saúde prevê investir R$ 1,5 bilhão em pesquisas de novos remédios, tratamentos, vacinas e equipamentos. O valor é quase quatro vezes maior do que o investimento da pasta acumulado nos últimos quatro anos, cerca de R$ 400 milhões. Entre outros objetivos, o aumento do orçamento da área visa a reduzir a dependência da importação de medicamentos. Levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgado no mês passado, constatou que 80% dos estudos de novos princípios ativos de remédios são feitos por indústrias e laboratórios multinacionais.

Os recursos irão financiar estudos sobre dengue, malária, câncer, aids e doenças crônicas não transmissíveis. O ministério decidiu enxugar o número de pesquisas consideradas prioritárias, de 838 para 151, que abordam 16 áreas. Do total, 40 pesquisas estão em andamento.
Foram lançados também a Plataforma Brasil e o Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (Rebec), programas que irão unificar os dados das pesquisas envolvendo testes em humanos. Com a plataforma, o pesquisador poderá acompanhar pela internet o andamento do projeto do qual participa até aprovação pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Com o Rebec, primeiro banco para registro de ensaios clínicos em língua portuguesa, o pesquisador não terá mais de recorrer a banco de dados estrangeiros para registrar a pesquisa. O Rebec tem o aval da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Com a unificação dos dados, a expectativa é que o tempo para autorização de uma pesquisa no país seja reduzido, solucionando uma das principais queixas da comunidade científica, dos institutos de pesquisa e dos laboratórios. Segundo a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), o tempo que o Brasil leva para aprovar uma pesquisa clínica é três vezes maior do que o da maioria dos países que desenvolvem pesquisas nessa área. Nos Estados Unidos, na França e no Canadá, por exemplo, o prazo é três a quatro meses. Na Argentina, seis meses. No Brasil, entre dez e 14 meses, com base em dados de 2008.
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A mobilização foi antecipada para oito estados com maior fluxo turístico. O objetivo é proteger o país do surto que ocorre na Europa e já infectou mais de 6 mil pessoas.

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A imunização de ampla proteção tem sido um desafio para os cientistas devido às muitas variedades da bactéria em circulação.

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A OMS (Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quinta-feira que, para 2015, haverá 1,7 bilhão de dose da vacina contra a gripe no mundo todo, o que representaria mais que o dobro da produção atual de 800 milhões.

Publicado em Doenças e Prevenção

A segunda etapa da campanha acontecerá em 13 de agosto, dia em que começará também a vacinação contra o sarampo em 19 estados brasileiros.

Publicado em Doenças e Prevenção

Campanha contra pólio será em duas etapas, dias 18 de junho e 13 de agosto. Contra sarampo, municípios de oito estados vão vacinar crianças em 18 de junho e os demais, em 13 de agosto.

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Terça-feira, 07 de Junho de 2011 - 11:51

Vacinas serão vendidas a preço de custo para países pobres

Quatro gigantes farmacêuticas anunciaram, nesta segunda-feira, que farão cortes significativos no preço de venda de suas vacinas para países em desenvolvimento.

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O objetivo é produzir vacinas no Brasil a baixo custo e depois repassá-las a países subdesenvolvidos.

Publicado em Doenças e Prevenção

Crianças com idades entre 6 e 23 meses precisam da dose extra para ficarem totalmente protegidas.

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Quarta-feira, 06 de Abril de 2011 - 12:18

Clínica espanhola testa vacina contra câncer de mama

Uma clínica espanhola deu início ao teste de vacinas personalizadas para reduzir as recaídas em pacientes que sofreram câncer de mama. As vacinas são elaboradas com células do sistema imune do paciente e estimuladas com seu próprio tumor para reduzir a progressão da doença.

O estudo foi anunciado nesta terça-feira pela Clínica Universidade de Navarra e é pioneiro em aplicar o tratamento combinado ao padrão. Os resultados preliminares sobre um eventual aumento de respostas do tumor --redução de tamanho e, inclusive, desaparecimento-- aos tratamentos combinados de quimioterapia e imunoterapia deste teste clínico poderiam ser obtidos em maio de 2012.

O teste foi aprovado recentemente e ainda mantém aberta a fase de recrutamento de pacientes: mulheres diagnosticadas com câncer de mama em estágios 2 e 3, correspondentes a tumores não metastásicos, de mais de 2 cm, com ou sem afetação ganglionar. As participantes receberão o tratamento convencional (quimioterapia para reduzir o volume da doença, extirpação do tumor e radioterapia), além das vacinas personalizadas antes da cirurgia e posteriormente como manutenção.

As vacinas são elaboradas no laboratório de Tratamento Celular da Clínica Universidade de Navarra com células tumorais extraídas dos próprios pacientes. Para isso, é realizada uma biópsia do tumor, as células tumorais são processadas e delas são obtidos os antígenos - molécula capaz de induzir uma resposta do sistema imune. Além disso, são extraídas células do sistema imunológico, assim, as próprias defesas da paciente podem reconhecer o tumor como uma ameaça para o organismo.

Com informações da EFE

Publicado em Pesquisa em saúde
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