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Terça-feira, 16 de Agosto de 2011 - 10:15

Estudo diz que obesidade não é sinônimo de doença

Os gordinhos podem levar uma vida saudável e são menos propensos a problemas cardiovasculares, afirmaram pesquisadores da Universidade de York, no Canadá, que estudaram 6.000 americanos obesos

Publicado em Doenças e Prevenção

Durante o Congresso Europeu de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), realizado recentemente em Estocolmo (Suécia), o trabalho de uma equipe de médicos brasileiros especialistas em fertilização assistida ficou entre os dez melhores do ano.

Publicado em Doenças e Prevenção

O esperma dos homens obesos é mais pobre em espermatozoides, o que pode ter impacto direto sobre sua fertilidade.

Publicado em Pesquisa em saúde

Um estudo revelou que a combinação de medicamentos usados para combater problemas cardíacos, depressão e alergias podem aumentar o risco de morte e de deterioração de funções cerebrais entre idosos.

Publicado em Pesquisa em saúde

Tendência preocupa especialistas porque estaria associada a aumento na incidência de câncer de mama nesse grupo.

Publicado em Doenças e Prevenção

O risco de transmissão de HIV é consideravelmente reduzido se uma pessoa infectada com o vírus se submeter logo em seguida a um tratamento médico com antirretrovirais.

Publicado em Pesquisa em saúde
Terça-feira, 19 de Abril de 2011 - 10:59

Estudo indica que câncer de ovário começa nas trompas

Um grupo de pesquisadores americanos conseguiu recriar em laboratório o processo de formação do câncer de ovário.

A descoberta pode ajudar a descobrir novas maneiras de combater o câncer nos ovários --que, na maior parte dos casos, não apresenta sintomas que permitam seu diagnóstico precoce, espalhando-se pelo organismo sem ser percebido.

O câncer nos ovários é o quinto mais mortífero para as mulheres. Ao todo, afeta 200.000 pessoas por ano, matando cerca de 115.000 em média.

Estudos anteriores já haviam desenvolvido hipóteses dando conta de que este carcinoma pode, na verdade, ter origem em algum outro órgão, mas a pesquisa dos cientistas do Instituto do Câncer Dana-Farber, de Boston, é a primeira a mostrar como a doença começa no tecido das trompas de falópio.

As trompas de falópio são os canais por onde o óvulo desce dos ovários para o útero durante o ciclo reprodutivo feminino. Ronny Drapkin, principal autor do estudo publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences", disse que análises anteriores feitas com tecido tubário de mulheres com predisposição a desenvolver o câncer de ovário já haviam mostrado "traços de células que eram antecessores de sérios tipos de câncer".

Assim, sua equipe decidiu tentar replicar o processo de formação do câncer dentro do laboratório.  Os pesquisadores usaram células tubárias e alteraram sua programação genética para que elas se dividissem como células cancerosas. Para Drapkin, a descoberta mostra que as células tubárias são a fonte do câncer de ovário, e dá pistas para o desenvolvimento de futuros tratamentos.

Publicado em Pesquisa em saúde
Quinta-feira, 07 de Abril de 2011 - 07:15

Gel vaginal pode reduzir nascimentos prematuros, diz estudo

Gel contendo hormônio vaginal pode reduzir significativamente o número de partos prematuros entre as grávidas que correm esse risco devido a um problema no colo do útero.

Publicado em Pesquisa em saúde
Segunda-feira, 04 de Abril de 2011 - 06:58

Nycomed anuncia novo estudo global em saúde respiratória

Pesquisa clínica avaliará o uso de terapias combinadas para tratar a DPOC em 21 países, incluindo o Brasil.

Publicado em Medicamentos
Um novo estudo, conduzido por médicos da Escócia, quer descobrir se uma droga associada ao sono pode melhorar a qualidade de vida das pessoas com demência.vA informação foi publicada, ontem (28), no site do jornal britânico "The Telegraph". A empresa de pesquisa médica CPS Research, em Glasgow, está conduzindo um ensaio clínico utilizando um medicamento contendo melatonina, um hormônio que induz ao sono. Os pesquisadores esperam que a substância reduza sintomas associados à demência.

A equipe do projeto "Melatonin in Alzheimer's Disease", pioneiro no mundo, espera recrutar 50 pacientes para o estudo, durante um período de seis meses. Qualquer paciente diagnosticado com Alzheimer, que esteja em tratamento, pode ser elegível para participar do estudo.A causa mais comum de demência é a doença de Alzheimer, mas outras condições que afetam o cérebro também podem causar o problema.

Segundo Gordon Crawford, do CPS Research, "a demência é uma condição degenerativa, que afeta a vida de famílias e amigos dos pacientes. Ao reduzir os sintomas da doença, espera-se que tanto os pacientes quanto seus acompanhantes possam desfrutar de uma qualidade de vida melhor".

"A melatonina não é utilizada no tratamento da demência, mas é registrada na Europa e no Reino Unido para uso em pacientes idosos com dificuldades para dormir. Já foi provado que o hormônio é seguro e isento de efeitos colaterais. Estamos investigando se o uso como um tratamento adicional da demência pode transformar a vida dos pacientes e seus cuidadores." A droga utilizada no estudo é chamada Circadin.

Com inofrmações da FOLHA

Publicado em Pesquisa em saúde
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