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A Associação Brasileira de Mulheres Médicas (ABMM) realizará, no dia 19 de maio, uma palestra sobre o Projeto Diretrizes.

Publicado em Cursos e palestras
Quinta-feira, 05 de Maio de 2011 - 08:06

Náuseas e enjoos: sinais de alerta para outras doenças

Especialista explica que esses sintomas precisam de atenção.

Publicado em Doenças e Prevenção
Sexta-feira, 29 de Abril de 2011 - 10:21

Exames precisos

Médica Brasileira é a pioneira na América Latina em possuir equipamento que detecta Câncer e Doenças Hepáticas com precisão.

Publicado em Outros tipos de exames
Quarta-feira, 20 de Abril de 2011 - 06:54

Agendamentos de exames via SMS

Medida do laboratório Dr. Ghelfond visa a tornar o contato com os pacientes mais ágil.

Publicado em Outros tipos de exames
Quinta-feira, 10 de Março de 2011 - 13:32

Agfa HealthCare apresenta novidades no Imagine 2011

A Agfa HealthCare, líder mundial em sistemas de imagem e informação hospitalar, participa do Imagine 2011, encontro de Radiologia e Diagnóstico Por Imagem, promovido pelo  Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas  (FMUSP), que acontece entre 18 e 20 de março, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

Durante o evento, a empresa vai apresentar ao mercado a nova geração de digitalizadores, DX-M e DX-G. Equipamentos que oferecem qualidade superior de imagem, alta produtividade e potencial redução de dose para o paciente. Com a nova tecnologia dos cassetes NIP, os dois digitalizadores proporcionam imagens excelentes, garantem alta produtividade e visualização em apenas 13 segundos. 

O queipamento é utilizado para aplicações como: Radiografia Geral, Mamografia, Ortopedia e Extremidades, Perna e Coluna Completa, Neonatal, Pediatria e Odontologia. A empresa levará ainda para esse evento o SE SUITE (Smart Enterprise), uma solução para visualizar e distribuir imagens, ideal para pequenas clínicas e centros de diagnósticos de pequeno porte que desejam migrar para o sistema digital, uma vez que exige baixo investimento em infra-estrutura de TI.

Publicado em Mercado
Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011 - 17:43

Previna-se de cinco doenças típicas da gestação

Enjôos, vômitos, queimação, dores lombares, fraquezas, desmaios e salivação são alguns dos sintomas mais comuns relacionados ao início da gestação. Entretanto, no decorrer da gravidez, a mulher também pode sofrer com outros problemas de saúde, que precisam de cuidados e tratamentos especiais.

Durante o período gestacional, a futura mamãe não deve se preocupar apenas com o bebê, mas também consigo mesma. Afinal, seu bem estar influencia diretamente no desenvolvimento saudável da criança. A mulher precisa estar atenta a todas as mudanças que ocorrem em seu corpo, além de cuidar de sua alimentação, atividade física e descanso”, explica a ginecologista Rosa Maria Neme.

Como é um período de mudanças intensas no corpo, para evitar ou mesmo detectar qualquer problema de saúde. É primordial que a mulher faça o pré-natal, a fim de impedir qualquer complicação, pois muitas gestantes acabam desenvolvendo algumas doenças que são típicas da gestação, as quais podemos prevenir ou tratar precocemente”, afirma a médica.


Vulvovaginite
O que é: trata-se de uma manifestação inflamatória ou infecciosa do trato genital feminino inferior, região que envolve a vulva, a vagina e o colo uterino. A mais comum delas é a candidíase, causada pelo fungo Cândida albicans.
Principais sintomas: corrimento, dor ao urinar, coceira.
Por que surge na gravidez: “Devido à queda na imunidade da gestante, a cândida, que habitualmente vive no intestino e faz parte da flora vaginal normal, prolifera e passa para a vagina provocando a infecção”, explica a Dra. Rosa Maria Neme.
Como prevenir: higiene adequada e adoção de medidas que melhorem a imunidade, como atividade física e alimentação balanceada.
Tratamento: são prescritos cremes vaginais antifúngicos por até sete dias para aliviar o incômodo. Não há riscos para a mãe ou o bebê.

Cistite
O que é: infecção das vias urinárias. 
Principais sintomas: desejo freqüente de urinar, sensação de ardor ao urinar, dor no baixo ventre, sangramento.
Por que surge na gravidez: a progesterona (hormônio predominante na gravidez) provoca uma dilatação das vias urinárias que impede a bexiga de se esvaziar completamente, favorecendo a infecção.
Como prevenir: ingestão de líquidos e não prender a urina.
Tratamento: o antibiótico é prescrito após exame de urina para identificar o agente responsável pela infecção. Se não for tratada rapidamente, esta doença pode atingir os rins (pielonefrite), provocar ruptura da bolsa ou até parto prematuro.

Pré-eclampsia
O que é: aumento da pressão arterial após o quinto mês de gestação (essa elevação é restrita à gravidez, após o parto a pressão volta ao normal).
Principais sintomas: inchaço, espuma na urina, dor de cabeça e de estômago, convulsão, dores abdominais, vista embaralhada.
Por que surge na gravidez: ainda não se sabe, mas está relacionada à presença da placenta.
Como prevenir: acompanhamento pré-natal, principalmente no final da gestação. Nos casos mais graves, que podem evoluir para a eclampsia, o médico pode antecipar o parto, pois há risco de morte para a mãe e o bebê;  
Tratamento: repouso, controle da pressão arterial, medicamento e dieta com pouco sal.

Diabetes gestacional
O que é: alteração nas taxas de açúcar no sangue que aparece ou é detectada pela primeira vez na gestação. Pode persistir ou não depois do nascimento do bebê.
Principais sintomas: sede, aumento na quantidade de urina, náusea, vômito, infecções freqüentes, visão embaçada.
Por que surge na gravidez: ainda não há um consenso. Dentre os fatores de risco estão histórico familiar de diabetes, obesidade ou excesso de peso na gravidez, um filho anterior com peso acima de 4 quilos ou deformação congênita, pré-eclampsia e idade avançada materna.
Como prevenir: controle do peso e exame de sangue.  
Tratamento: dieta adequada e, eventualmente, injeções de insulina. “Quando descompensado, o diabetes gestacional pode antecipar o parto ou até mesmo provocar a morte do feto”, diz a especialista. O exame para detectar o diabetes gestacional deve ser feito entre a 24ª e a 28ª semana da gestação.

Anemia ferropriva
O que é: deficiência de ferro que interfere na formação de hemoglobina e glóbulos vermelhos.
Principais sintomas: fraqueza, palidez, falta de fôlego, sono excessivo.
Por que surge na gravidez: dieta inadequada, falta de reposição de ferro e diluição natural do sangue na gestação, dado ao aumento de retenção de líquido.
Como prevenir: suplementação de vitaminas e dieta balanceada, rica em agrião, espinafre, lentilha, feijão branco, frutas secas, gema de ovo, fígado, escarola, melão, abacate, entre outras fontes de ferro.
Tratamento: medicamento oral ou injetável à base de ferro e dieta balanceada.

Publicado em Doenças e Prevenção

O número de lesões do esporte cresce na mesma medida em que mais e mais pessoas decidem abandonar o sedentarismo e se dedicar à prática de atividades físicas. Após uma avaliação física, realizada por um ortopedista, os exames de imagem são fundamentais não só para o diagnóstico inicial, como para a fase de reabilitação. “Ao graduar as lesões, é possível determinar o tratamento mais adequado e estimar o tempo de retorno ao esporte”, diz o doutor João Carlos Rodrigues, médico radiologista do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo.

Rodrigues afirma que o número de lesões poderia ser reduzido se as pessoas reparassem que o sistema musculoesquelético tem adaptação mais lenta em relação à adaptação do sistema cardiorrespiratório. “Depois de algumas semanas de exercícios, o atleta está bem disposto e animado para intensificar o treinamento – ou com mais carga, ou com mais repetições. Só que o sistema musculoesquelético responde mais lentamente e ainda não está pronto para aumentos significativos de intensidade de treinos. Conclusão: tendões, músculos e ossos se tornam mais vulneráveis a lesões como estiramentos, tendinites e fraturas por estresse. Aumentos graduais nos treinos, orientados por profissionais do esporte, podem prevenir lesões nessa fase”. 

Na opinião do médico, exames de imagem como o raio-X, a ultrassonografia, a tomografia computadorizada, a ressonância magnética  e a cintilografia óssea podem ser extremamente úteis – quando analisados por profissionais experientes – para confirmar o grau da lesão e definir o tempo de recuperação do paciente.

“Por sua alta resolução, sensibilidade a líquidos e diferenciação dos tecidos, a ressonância magnética tem papel importante no diagnóstico e graduação das lesões. Já a ultrassonografia é importante para diagnosticar cistos que se formam quando os hematomas resultantes da rotura muscular não são completamente absorvidos pelo organismo, impedindo o fechamento da fenda muscular. Nesses casos, o exame também guiará o procedimento de esvaziamento por agulha”, diz Rodrigues.

Lesão

De acordo com Rodrigues, em lesões por estresse é comum o atleta questionar o tempo de afastamento das atividades. Mesmo que a dor seja um parâmetro clínico fundamental, podem restar dúvidas quanto à total recuperação do paciente.

“Geralmente, o tempo de desaparecimento da dor é menor do que o tempo necessário de resguardo. Em casos de lesão na tíbia, por exemplo, a ressonância magnética classifica a lesão em grau 1 (mais leve), 2 ou 3. O menor tempo de afastamento dos esportes, nesse caso, é de quatro semanas. Já quando há traço de fratura na tíbia, a recuperação pode levar até seis semanas. Quando retorna precocemente ao esporte, o atleta fica mais suscetível a novas lesões, até mais graves”.

Publicado em Exames de Imagem

Os primeiros sinais de envelhecimento da pele das mãos começam a aparecer a partir da quarta década de vida. Mas os cuidados para evitar o surgimento de manchas marrons ou brancas, o ressecamento cutâneo, a degeneração do tecido epitelial e a flacidez cutânea devem começar muito antes desse período.

A dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, regional São Paulo, Tatiane Curi, explica que esse processo de envelhecimento está relacionado ao excesso de exposição à radiação ultravioleta, carência nutricional, deficiências hormonais, consumo de cigarros e o contato constante da pele com substâncias agressivas, por exemplo, com agentes químicos.

E faz um alerta. “Algumas outras doenças, como alterações de tireóide, diabetes, anemias e o uso de medicações podem ocasionar lesões cutâneas, e é necessário o tratamento da doença de base para que a causa do problema de pele seja solucionada ou controlada. Assim, é imprescindível consultar um médico especialista ao surgirem sintomas”, salienta.

Ela ainda observa que “a melhor forma de prevenir o envelhecimento do dorso das mãos é o uso constante de filtro solar no local, associado a uma alimentação equilibrada, hidratação da pele e cuidados para não haver exposição a agentes irritantes externos”, orienta a dermatologista.

Tratamentos combinados

Para quem apresenta esse tipo de problema, diversas são as técnicas da Dermatologia que podem atenuá-lo. Tratamentos combinados, cuja grande vantagem é tratar diversas queixas simultaneamente, são uma das melhores alternativas para o rejuvenescimento do dorso de mãos. Sessões de peeling, aplicação de luz intensa pulsada, laser, radiofreqüência ou infravermelho, e o uso de ácido poliláctico ou hialurônico estimulam a produção de colágeno, possibilitam maior hidratação da pele, melhoram e tratam a textura do local, corrigindo assim pequenas imperfeições, conforme cada caso observado.

A novidade para o tratamento estético das mãos é a recente geração de aparelhos de radiofreqüência tripolar, laser fracionado e luz intensa pulsada, que apresentam mais eficácia contra esse problema.

Além disso, a dermatologista da SBD-SP explica que “o uso de preenchedores e estimuladores de colágeno injetáveis está potencializando os resultados. Cada vez mais seguros, sua durabilidade está aumentando, sendo possível tratar áreas corporais mais específicas, como é o caso das mãos. Com essas técnicas e a prevenção constante é possível evitar a reincidência de lesões e do envelhecimento da pele das mãos, região onde cirurgias plásticas são pouco eficazes”.

Publicado em Doenças e Prevenção
Terça-feira, 14 de Dezembro de 2010 - 04:03

Mulheres ainda vacilam na prevenção do câncer de mama

Entre 2003 e 2008 houve um aumento de quase 50% no número de mulheres que já se submeteram ao exame. Mas ainda é insuficiente. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimam 50 mil novos casos da doença somente em 2010. Para mais de 11 mil mulheres o câncer de mama terá sido fatal. Nesse cenário, a mamografia 3D se destaca em termos de diagnóstico, reduzindo a quantidade de repetições e de falsos positivos.

De acordo com o doutor Aron Belfer, médico radiologista do CDB Premium, em São Paulo, mulheres com mais de 40 anos devem se submeter anualmente ao exame – independentemente de ser uma mamografia convencional, digital ou 3D. O método continua sendo muito eficiente na detecção precoce de câncer da mama, podendo reduzir consideravelmente o índice de mortalidade, o custo do tratamento e, principalmente, o desgaste emocional da paciente. 

“A mamografia 3D, ou tomossíntese, produz múltiplas imagens da mama, sob diferentes ângulos. Essas projeções, quando reconstituídas numa imagem tridimensional da mama, eliminam a superposição de tecidos, melhoram a visualização dos contornos da lesão e aumentam entre 10% e 15% a detecção do câncer de mama”, diz Belfer.

A tomossíntese oferece outros importantes benefícios para as mulheres. Além de permitir a detecção de tumores menores, reduz de forma relevante o número de pacientes submetidas a biópsias por conta de falsos positivos. Na opinião do médico, em termos de tecnologia, a mamografia digital já é um avanço importante em relação à mamografia convencional, com filme. Mas a tomossíntese surge como uma tecnologia capaz de detectar lesões que antes passariam despercebidas na mamografia digital, principalmente em mamas muito densas. “A detecção de tumores menores permite recorrer a cirurgias menos mutilantes, resulta em menor custo global do tratamento, maior sobrevida e melhor qualidade de vida das pacientes”.

Publicado em Exames de Imagem
Terça-feira, 30 de Novembro de 2010 - 04:48

Medicina personalizada

Com uma atuação divida entre a produção de fármacos e o diagnóstico de doenças, o Grupo Roche se destaca no cenário mundial, e passa a oferecer um novo conceito no segmento de saúde, a medicina personalizada. Partindo do principio que todo ser humano é diferente por dentro e por fora, a companhia desenvolve soluções de tratamento e investe cerca de 10 bilhões de francos suíços - cerca de R$ 18 bilhões em pesquisa e tecnologias para o diagnóstico e tratamento de diferentes patologias.

No Brasil não é diferente. De acordo com o diretor da Roche Diagnóstica (RD), Maurício Rossi, “essa é uma tendência, qualidade de vida do pacientes é foco no desenvolvimento de novos produtos”. Segundo Rossi, o mercado de saúde está migrando para o desenvolvimento de biomarcadores – testes que identificam a reação de pacientes no tratamento de diversas doenças –, biologia molecular, desenvolvimento de novos testes para que haja diagnósticos e tratamentos mais eficazes e cada vez mais personalizados.

Rossi enfatiza o foco no diagnóstico. Em 2010, a Roche Diagnóstica implantou no mercado uma serie de lançamentos como Genome Sequence Junior (GS Junior), sequencializador genético com aplicações nas áreas de ciência e saúde; testes de amplificação de ácidos nucléicos, conhecidos como teste NAT, que detectam a existência de vírus em um prazo menor dos que os exames de sangue tradicionais, além de muitos outros como testes para detecção como pré-eclampsia, soluções digitais, hemogramas, tratamento de linfomas, entre outros.

Foco

“Com o foco em grandes laboratórios e hospitais, a estratégia de crescimento é de levar a informação para a classe médica”, diz Rossi durante a realização de uma mesa redonda sobre ‘Monitorização de INR’ com médicos do Brasil, Portugal e Suíça, no ultimo dia 27, em Campinas (SP), durante o lançamento do CoaguChek - equipamento de monitoração de anticoagulação sanguínea para o paciente. O evento contou com a presença de médicos como o presidente da Associação de Pacientes Anticoagulados de Portugal, Francisco Crespo; do diretor clínico da Gais Clinic da Suíça, Artur Bernardo, entre outros.

“Hoje 70% das decisões médicas são tomadas com base em diagnostico. Independente se esse diagnostico é feito por imagem ou in vitro, ou mesmo de outra maneira. Nossa estratégia é levar essa informação ao médico para utilização das novas tecnologias em diagnósticos que oferecemos ao mercado e com isso melhorara o tratamento e a qualidade de vida dos pacientes em questão”, comenta.

Atualmente, a Roche Diagnóstica está localizada em todo o Brasil por meio de laboratórios e hospitais. “Hoje o Brasil tem a maioria dos produtos que são lançados no exterior”, comenta. “Focamos na colocação de equipamentos, disponibilização de testes e novas tecnologias de diagnósticos”, emenda. O investimento no Brasil aproxima-se de 15% do faturamento geral da RD.

Em entrevista exclusiva ao PACIENTES ONLINE, Mauricio Rossi fala da importância do mercado, das tendências da medicina diagnóstica e dos investimentos da companhia no mercado brasileiro.

PACIENTES ONLINE - Como a Roche Diagnostica vê o mercado de diagnóstico no Brasil?
Maurício Rossi – O Brasil é muito importante. Somos a sexta operação da Roche e representamos cerca de R$ 500 milhões nesse mercado. Essa é uma área que vem experimentando crescimento e consolidação ao longo dos últimos anos. A saúde de uma maneira geral vem se fortalecendo como negócio e o diagnostico desempenha um papel importante nesse cenário. Apesar disso, um percentual muito pequeno é gasto com diagnostico no Brasil, principalmente se levarmos em conta que 70% das decisões médicas são tomadas com base nos dados obtidos a partir de testes e avaliações diagnósticas.

POL – Quais os focos da Roche Diagnóstica párea o mercado nacional?
MR – Atualmente, estamos focados em áreas bastante diversas, que vão de pesquisa clínica com equipamentos e materiais para seqüenciamento genético - mesmo sem termos especificamente esta área instalada no país, uma vez que toda nossa pesquisa é feita no exterior – produtos manuseados pelos pacientes, como é o caso dos monitores para diabetes, testes laboratoriais com metodologia “in vitro” e diagnósticos em tecidos.

POL – Qual o investimento que o Brasil recebe neste segmento? O que representa isso para a RD?
MR – O investimento do grupo Roche nas áreas de pesquisa e desenvolvimento está em torno de 20% do faturamento global da empresa. A representatividade do mercado brasileiro pode ser medida pelos dados de faturamento e negócios da companhia. Hoje, a Roche totaliza um faturamento de cerca de 39 bilhões de francos suíços, já a RD somou – no faturamento de 2009 – 10,1 bilhões. No Brasil, esse número no mesmo ano foi de R$ 1,6 bilhão, o que representou um crescimento de 18% em relação a 2008. O faturamento da Roche Diagnóstica gerou cerca de R$ 408 a companhia, que cresceu 13,2%, relacionada ao ano anterior. A perspectiva é de manter os mesmo níveis e chegar a 15% de crescimento para 2010.

POL – Quais estratégias de mercado da RD para manter esse crescimento?
MR – Na verdade, essa é uma visão do grupo Roche: trabalhar com foco na busca de soluções’ e materiais nas áreas de saúde que ainda não produzam respostas satisfatórias. Por isso, adotamos o conceito de medicina personalizada que, resumidamente, se caracteriza em buscar para cada pessoa e para cada doença buscar o melhor e mais eficaz tratamento. Para essa visão, o papel da RD é fundamental, ou seja, o diagnóstico estratégico é de extrema importância, pois fornece informações preciosas ao tratamentos e pessoas em questão.

POL – Quais os planos para os próximos anos?
MR – O foco vai continuar na inovação. Vamos trazer mais produtos para o Brasil e esperamos crescer 15% em atuação no mercado. Na verdade, queremos continuar inovando em soluções que permitam uma melhor qualidade de vida para pessoas nas condições físicas consideradas mais complicadas. É desafiador, mas estamos nos preparando para atender e corresponder ao planejamento da companhia.

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