Evento em São Carlos aborda o quadro de tuberculose na cidade e região
Palestras são organizadas pelo Departamento de Enfermagem da UFSCar e são direcionadas aos estudantes, professores e profissionais da área da Saúde.
Risco de contrair tuberculose pode ser 70 vezes maior entre a população de rua
O tema é discutido por gestores e parceiros em Porto Alegre. Incidência nas principais capitais é de 38 por 100 mil habitantes.
Brasil reduz casos novos de tuberculose
Atualmente, o Brasil ocupa o 19º lugar no ranking dos 22 países que concentram 80% dos casos em todo o mundo. Nesta lista, quanto mais elevada é a posição ocupada pelo país, melhor é a situação. Com relação à incidência, o Brasil é o 108º colocado. “Nós acreditamos que, mantido o progresso atual, em cinco anos estaremos muito próximos de deixar o grupo dos 20 países com mais casos no mundo”, afirma o secretário.
A tuberculose é uma das doenças que devem ter indicadores reduzidos pela metade até 2015 em relação aos registros de 1990, conforme previsto nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Há duas décadas, a incidência da doença era de 56 casos por 100 mil habitantes e a mortalidade, de 3,6 por 100 mil. Até 2015, os indicadores devem chegar a 28/100 mil e 1,8/100 mil, respectivamente. Jarbas Barbosa afirma que a meta de redução da mortalidade deverá ser atingida. Em 2009, a taxa ficou em 2,5 óbitos por 100 mil habitantes. Porém, quanto à incidência, Barbosa reforça que é necessário acelerar o ritmo de queda dos casos, embora tenham sido registrados números positivos nos últimos anos.
“A população deve ficar atenta ao principal sintoma da tuberculose, que é tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro. Apresentando esse sintoma, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde para fazer o diagnóstico. Se for tuberculose, o tratamento é iniciado imediatamente e a cadeia de transmissão é interrompida”, esclarece o secretário. Ele chama atenção para o fato de que o tratamento dura seis meses e não pode ser interrompido. Dessa forma, é possível obter a cura da doença e a redução da transmissão.
Em 2008, o percentual de cura foi de aproximadamente 73%. A meta do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT), da Secretaria de Vigilância em Saúde, é atingir 85%, como recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).Número caiu de 73 mil para 70 mil, entre 2008 e 2010. Doença, no entanto, ainda preocupa Ministério da Saúde
Saúde lança campanha no Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose
- Brasil reduz casos novos de tuberculose
A mensagem da campanha é: “Tosse por mais de três semanas pode ser tuberculose. Procure uma unidade de saúde”. Esse é o foco para alertar a população quanto à necessidade de diagnosticar precocemente a doença e evitar a transmissão para familiares e pessoas que convivem com o paciente.
“A data de hoje vem reforçar que a tuberculose ainda existe e não tem classe social”, afirmou Padilha durante o lançamento. Segundo o ministro, todo o esforço políticos entre os governos federal, estaduais e municipais, além da sociedade civil e empresas, ainda será pequeno diante da importância do tema.
Foram produzidos vídeos para televisão e spots de rádio, que serão divulgados em veículos de alcance nacional e regional, além de 2 milhões de folhetos, 300 mil cartazes, 500 mil folders para profissionais de saúde. Todo material gráfico será enviado às Secretarias Estaduais de Saúde, que fazem a distribuição aos municípios. Haverá, também, outdoors e peças de mobiliário urbano para paradas de ônibus das maiores cidades do país e divulgação no portal do MS e em redes sociais da internet (Facebook, Twitter, Orkut e Formspring).
Indeditismo
A nova campanha contra a tuberculose traz, ainda, um material inédito, destinado aos profissionais de saúde que atuam no sistema penitenciário. A razão é a alta incidência da doença entre a população carcerária: 25 vezes maior do que na população em geral, que é de 37,99 casos por 100 mil habitantes. Isso ocorre principalmente pela insalubridade e pela superlotação das celas.
No Brasil, há quase meio milhão de pessoas encarceradas. A tuberculose e a coinfecção com o HIV são graves ameaças à saúde dessa população. Daí a necessidade de produzir um material específico para os profissionais de saúde que atuam nas 1.795 unidades prisionais do país. Todas elas receberão o material com informações sobre a doença.
Durante o lançamento da campanha, serão apresentadas ao público experiências na área de Saúde e Segurança Pública do Amazonas. Em 2009, o estado foi o primeiro a oferecer exames para detecção e tratamento da tuberculose e do HIV para novos ingressos no sistema penitenciário. Em 2010, o Ceará adotou a estratégia e o Rio Grande do Sul também está implantando ação semelhante.
Em nível global, a Organização Mundial de Saúde, por meio da iniciativa STOP TB, tem estimulado novas iniciativas nas áreas de pesquisa e cuidado com os pacientes. A campanha mundial deste ano chama a atenção para a luta contra a tuberculose de modo que cada ação desenvolvida seja um passo rumo à eliminação da doença. A proposta é inspirada nos objetivos e metas do “Plano Global do STOP TB 2011-2015: Transformando a Luta – Rumo à Eliminação da Tuberculose”, que foi lançado pela Parceria STOP TB, em outubro de 2010.
Brasil testa um novo exame que promete diagnóstico mais rápido
Já em fase de testes no Brasil o diagnóstico rápido que pretende identificar o bacilo da tuberculose e avaliar sua resistência. “Já estão sendo feitos estudos em Manaus e Salvador e há expectativa muito grande de que ele seja disponibilizado para utilização na rede pública ainda esse ano”, explica Marcelo Fouad Rabahi, presidente da Comissão de Tuberculose da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).
Ele alerta que o atraso no diagnóstico é um sério agravante desta situação, pois o seu retardo facilita a disseminação da tuberculose, que é transmitida pela tosse de pessoas doentes.
Por se tratar de uma doença endêmica no Brasil,, o pneumologista também defende a busca ativa de casos. Segundo ele, pessoas que procuram atendimento médico com quadro de tosse há mais de duas semanas, mesmo não apresentando um quadro clássico de tuberculose, devem ser investigadas, uma vez que a patologia pode se apresentar de diversas formas.
“Ainda hoje predomina a busca passiva, que é aguardar o paciente com tosse procurar o posto de saúde para descobrir se é tuberculose. Porém, desta forma, há um retardo muito grande no diagnóstico. Precisamos criar mecanismos para que a avaliação e o diagnóstico sejam feitos precocemente”, afirma.
Tuberculose no Brasil
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que o Brasil é um dos 22 países recordistas nos índices de incidência da tuberculose. Há uma estimativa de 80 mil a 90 mil novos casos ao ano e 5 mil óbitos. Conforme Rabahi, há, além dos doentes de fato, os pacientes infectados. “Um terço da população brasileira é portadora do bacilo da doença, mas não a desenvolve. Para desenvolvê-la, há a necessidade de uma alteração na resposta do organismo, que varia de pessoa para pessoa e depende de uma série de situações clínicas”, explica.
Programa Nacional
Atualmente, toda a rede pública brasileira conta com o esquema de tratamento com dose fixa combinada, o mesmo esquema utilizado em quase todo o mundo “Temos estas políticas implantadas, porém a erradicação da tuberculose depende de todos. Os gestores de cada estado e município precisam ter em mente que a tuberculose é um problema sério e geral, devendo ser intensamente combatido”, finaliza.
Bactérias que causam tuberculose estão mais resistentes a antibióticos
A tuberculose mata, anualmente, 1,7 milhão de pessoas e o número atual de doentes (cerca de 9 milhões) é o mais alto registrado na história, segundo o trabalho coordenado pelos professores Alimuddin Zumla, do University College de Londres, e Stephen Lawn, da Universidade da Cidade do Cabo (África do Sul).
Um total de 80% dos casos ocorre em 22 países pobres e emergentes, com especial incidência na África Subsaariana, onde são registrados quatro de cada cinco casos de tuberculose associados ao vírus da Aids, uma combinação com "efeito devastador". "O aumento das taxas de tuberculose resistente aos remédios no leste da Europa, Ásia e África Subsaariana ameaça prejudicar os avanços realizados mundialmente com os programas de controle da tuberculose", afirmaram os autores.
O relatório assinala que os principais fatores de risco para contrair e desenvolver plenamente a doença são o vírus da Aids --que multiplica por 20 a probabilidade de ter tuberculose--, viver em situação de pobreza e superpopulação. No entanto, outros elementos preocupam os especialistas, como "a epidemia global de diabetes e as altas taxas de consumo de tabaco em países pobres e emergentes".
"Estes são os elementos que podem fazer a epidemia de tuberculose disparar", indicaram Zumla e Lawn, que asseguraram que a diabetes multiplica por três o risco de adquirir tuberculose e que o tabagismo multiplica por dois.
Há, além disso, outros muitos fatores de risco: câncer, carência de vitamina D, alcoolismo, poluição em espaços fechados, problemas renais crônicos, herança genética, e uso de corticoides e de remédios antagonistas do fator de necrose tumoral (FNT), para tratar dores como a artrite reumatoide.
Estudos na América do Norte demonstraram que os FNT aumentam em 50% o risco de desenvolver a doença em pacientes infectados e que os corticoides aumentam em 100%. O estudo conclui que os principais problemas a serem superados são a falta de exames acessíveis de diagnóstico, a excessiva duração dos tratamentos, a falta de uma vacina eficaz, o surgimento de bactérias resistentes aos remédios e a fragilidade dos sistemas públicos de saúde nos países pobres e em desenvolvimento.
Álcool mata mais que Aids, tuberculose e violência, diz OMS
O álcool causa quase 4% das mortes no mundo todo, mais do que a Aids, a tuberculose e a violência, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira. O aumento da renda tem provocado o consumo excessivo em países populosos da África e da Ásia, incluindo Índia e África do Sul. Além disso, beber em excesso é um problema em muitos países desenvolvidos, informou a agência das Nações Unidas.
No entanto, as políticas de controle do álcool são fracas e ainda não são prioridade para a maioria dos governos, apesar do impacto que o hábito causa na sociedade: acidentes de carro, violência, doenças, abandono de crianças e ausência no trabalho, de acordo com o relatório. Cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem anualmente por causas relacionadas ao álcool, disse a OMS em seu "Relatório Global da Situação sobre Álcool e Saúde".
"O uso prejudicial do álcool é especialmente fatal em grupos etários mais jovens e beber é o principal fator de risco de morte no mundo entre homens de 15 a 59 anos", afirma o relatório.
Na Rússia e na CEI (Comunidade dos Estados Independentes), uma em cada cinco mortes ocorre devido ao consumo prejudicial, a taxa mais elevada do planeta.
A bebedeira, que muitas vezes leva a um comportamentos de risco, agora é prevalente no Brasil, Cazaquistão, México, Rússia, África do Sul e na Ucrânia, e está aumentando entre outras populações, segundo a OMS.
"Mundialmente, cerca de 11% dos consumidores de álcool bebem bastante em ocasiões semanais; os homens superam as mulheres em quatro a cada uma. Eles praticam constantemente um consumo de risco em níveis muito mais elevados do que as mulheres em todas as regiões", disse o relatório.
Tuberculose: prevenção e diagnóstico precoce podem salvar vidas
A tuberculose é uma doença curável, cujo tratamento está disponível na rede pública, gratuitamente. Seus sintomas são bastante característicos e o diagnóstico geralmente simples e rápido. Ainda assim, o Brasil está hoje entre os 22 países que concentram 80% dos casos de tuberculose no mundo. Por aqui, cerca de 80 mil novos casos e quase 5 mil mortes em decorrência da doença são notificados anualmente.
De acordo com Luciene Franza Degering, presidente da Comissão de Tuberculose da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), somente em São Paulo, no ano de 2009, foram cerca de 18.200 casos notificados e, em 2008, aproximadamente 720 óbitos.
Os bacilos de Koch, causadores da doença, são transmitidos pelo ar, por meio de tosse, espirro ou pela fala que quem está doente, sem tratamento. No Brasil, geralmente os pacientes demoram a identificar os sintomas e procurar ajuda médica. Até que o tratamento seja iniciado, estima-se que esta pessoa já tenha transmitido a doença para 15 pessoas ao ano. Em casos em que o tratamento não é seguido corretamente, há a possibilidade de surgimento de cepas resistentes.
Para combater a doença no Brasil, a especialista afirma que o Programa Nacional de Controle da Tuberculose está atualizado e investindo e investindo em treinamento de profissionais da rede de saúde para o atendimento e busca de casos da doença. “No Brasil, sempre foi disponível gratuitamente um tratamento altamente eficaz, composto de quatro medicamentos combinados. Há também equipes de busca ativa por pacientes nas regiões com maior incidência, que inclui o que chamamos de incentivo para que o paciente aceite o tratamento supervisionado, como cesta básica e vale-transporte em troca de idas regulares do paciente às unidades de saúde para recebimento das doses de medicamento”.
Padronizado, o tratamento tem a duração de seis meses, e não pode ser interrompido antes deste prazo, ainda que os sintomas tenham desaparecido. “Este é um dos maiores obstáculos para a erradicação da doença. Logo nos primeiros meses, o paciente se vê livre da tosse, cansaço excessivo, febre, sudorese, falta de apetite e emagrecimento, característicos da doença. Assim, sentindo-se curado, deixa de tomar os medicamentos e acaba desenvolvendo a doença muito mais grave e muitas vezes resistente aos medicamentos”, alerta a especialista.
Paralelamente ao Programa, está sendo desenvolvida uma série de ações com participação ativa de pneumologistas, que colaboram para o suporte técnico e científico do programa. Outra ferramenta importante são as campanhas de combate à tuberculose, que devem ser intensificadas para que a população e também os profissionais de saúde estejam sempre alertas para os sintomas.
“A presença de tosse por mais de duas semanas é um sinal de que algo está errado. Neste caso, é importante que o paciente procure ajuda médica com urgência. O mesmo vale para a confirmação de diagnóstico de familiares e pessoas próximas”, alerta.
Tuberculose causa quase 5 mil mortes ao ano no pais e é desconhecida pela população
O Brasil está hoje entre os 22 países que concentram 80% dos casos de tuberculose no mundo. Temos hoje no Brasil, anualmente, cerca de 80 mil novas infecções notificadas e 4,7 mil mortes em decorrência da doença. Ainda assim, pesquisa encomendada pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) ao Instituto Datafolha revela grande desinformação nos quatro cantos do país.
Denominado Saúde Respiratória e do Pulmão, o estudo revela, por exemplo, que dos 94% dos entrevistados que afirmaram conhecer a tuberculose após receber uma ficha contendo diversas doenças respiratórias, somente 1% citou corretamente, em resposta espontânea, que o contágio se dá por meio do contato com outra pessoa contaminada.
“A tuberculose é transmitida pelo ar, por meio de tosse, espirro ou mesmo pela fala de alguém doente. Os bacilos causadores, expelidos no ar, são então inalados por uma pessoa saudável. Normalmente, a doença atinge os pulmões (90% dos casos), mas também pode acometer outros órgãos. Os sintomas mais frequentes são tosse, cansaço excessivo, febre, sudorese, falta de apetite e emagrecimento”, explica Roberto Stirbulov, presidente da SBPT.
Ao invés disso, 58% dos pesquisados acreditam que a doença possa ser transmitida ou agravada pelo fumo, 39% por clima frio ou úmido, 33% por poluição, 30% por pó ou poeira, 19% por ar-condicionado ou ventilador. Há ainda quem sugira, equivocadamente, ser a tuberculose uma doença hereditária (18%), ou relacionada ao sedentarismo (8%). Também foram citadas como causadoras do mal a má alimentação (1%), gripe mal curada (1%) ou a ingestão de bebidas alcoólicas (1%). Não souberam citar uma única forma de transmissão 16% dos entrevistados.
Com relação aos sintomas, novo alerta. Foram 55% citações de tosse, que é realmente a principal manifestação da doença. Isso significa que as principais campanhas que alertam para o perigo de ter tosse por duas semanas ou mais não estão atingindo as pessoas como deveriam, já que 45% não têm conhecimento.
Doença
O grande desconhecimento deixou em estado de alerta os médicos pneumologistas, que destacam os riscos aumentados de transmissão, pois pessoas desinformadas ficam mais suscetíveis, não percebendo o risco do convívio com doentes ou demorando para procurar ajuda médica em caso de suspeita.
Estima-se que uma pessoa contaminada possa transmitir a doença para dezenas de pessoas, se não iniciar o tratamento precocemente. O mesmo pode acontecer caso não siga corretamente as instruções médicas, realizando o tratamento completo.
Recentemente, o tratamento da tuberculose oferecido pela rede pública foi atualizado no país. Padronizado, tem duração de seis meses e é composto por quatro medicamentos distribuídos gratuitamente. Há também equipes de busca ativa por pacientes nas regiões com maior incidência e tratamento supervisionado, que inclui benefícios como cesta básica e vale-transporte em troca de idas regulares do paciente às unidades de saúde para recebimento das doses de medicamento.
Novo medicamento contra tuberculose
O Ministério da Saúde e a Farmanguinhos, laboratório da Fundação Oswaldo Cruz da (Fiocruz), firmaram ontem (21), um termo de compromisso em parceria com o laboratório indiano Luppin, no qual se comprometem a produzir e fornecer o medicamento "4 em 1" para tuberculose a partir do segundo semestre de 2011.
Segundo o Ministério da Saúde, o acordo deverá ampliar a adesão ao tratamento e diminuir as taxas de abandono, um dos principais problemas na terapia contra a doença.
O tratamento com o comprimido dura em média seis meses. O projeto conta com o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e vai permitir que o Brasil economize na aquisição de medicamentos contra a doença.
"Isso significa uma redução de dependência de tecnologia externa porque nós vamos produzir o princípio ativo e fazer a formulação final aqui no Brasil. É economia de divisas, pois vamos parar de importar", disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, após participar do evento de inauguração do canal Saúde, da Fiocruz.
O acordo de transferência de tecnologia para a produção também foi assinado ontem pelo presidente da Fiocruz, o médico Paulo Gadelha. Segundo estimativas da OMS, cerca de 57 milhões de pessoas estão infectadas pelo bacilo da tuberculose no Brasil. Anualmente são notificadas 4,7 mil mortes em decorrência da doença.














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