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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011 - 07:45

Qual a melhor opção para a boca?

Muito se tem falado sobre as possibilidades para repor os dentes. Mas qual é a melhor opção? Prótese móvel ou fixa sobre o implante?

Publicado em Doenças e Prevenção
Quinta-feira, 12 de Maio de 2011 - 08:09

Ondontologia nas UTIs

Profissionais apresentam a importância do cirurgião dentista no combate à infecções no ambiente hospitalar.

Publicado em Cursos e palestras
Segunda-feira, 02 de Maio de 2011 - 07:26

SUS passa a oferecer novos tratamentos odontológicos

O Ministério da Saúde incluiu implantes e aparelhos ortodônticos no Programa Brasil Sorridente. Oferta depende da organização dos estados e municípios.

Publicado em Doenças e Prevenção

A proporção do número de crianças de 12 anos livres de cáries no Brasil aumentou de 31% para 44% nos últimos sete anos.

Publicado em Doenças e Prevenção
Quinta-feira, 14 de Abril de 2011 - 14:11

Xerostomia prejudica a saúde bucal

A saliva pode ser uma vilã na boca da terceira idade. Isso porque, dependendo do PH, espessura e/ou a falta de saliva podem causar proliferação de bactérias e inflamações.

Publicado em Doenças e Prevenção

Cachorros, jacarés, dinossauros e flores esculpidas em uma espécie de massinha amarela e vermelha chamam a atenção das crianças que aguardam atendimento na sala de espera do odontopediatra Leo Kriger, de 68 anos. O que à primeira vista parece apenas uma decoração excêntrica, na verdade é o resultado de um método odontológico para tratamento de crianças desenvolvido em seus 45 anos de profissão.

No fim da primeira sessão, após uma longa conversa com os pequenos, inclusive sobre as “esculturas” de seu mini museu, Kriger entrega uma cera dental vermelha e outra amarela para a criança levar para casa e fazer a sua própria escultura, que será incluída na exposição já na sessão seguinte. Essa rotina se repete em todas as sessões do tratamento. A meta é estabelecer vínculos afetivos entre o cirurgião-dentista e as crianças. “Quando elas sentem o acolhimento, ficam mais tranquilas e prontas para o tratamento”. No primeiro dia, o paciente nem se senta na cadeira do cirurgião-dentista, pois ele enfatiza que em sua cadeira “só senta quem é seu amigo“. O sinal para saber quando começar o trabalho é quando este consegue abraçar a criança, o que, com os de comportamento mais difícil, só acontece no terceiro encontro.

A técnica foi tema da palestra "Ludoterapia, uma aliada importante no manejo da criança em Odontopediatria", ministrada por Leo Kriger no Congresso Internacional de Odontologia do Centenário, realizado pela APCD – Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas, no Expo Center Norte. 

Tratamento

Kriger conta que quando iniciados desde muito pequenos, os pacientes tendem a seguir pedindo as massinhas até os 10 ou 12 anos. As ceras são realmente usadas nos tratamentos – a amarela serve originalmente para estabelecer a oclusão dos pacientes e a vermelha é usada para fixar fios de aço em modelos de confecção de prótese e ortodontia. “Tenho ex-pacientes com quase 40 anos hoje e que ainda se lembram do tratamento quando eram crianças”, diz.

A técnica nasceu quando participou de um curso de ludoterapia com gesso e teve a ideia de usar as ceras coloridas. “O diferencial é que a criança não pode comprar a cera, que só é encontrada em casas especializadas em produtos odontológicos. Para brincarem com o material, elas têm que voltar ao meu consultório”, explica.

O cirurgião-dentista afirma perceber o estado emocional das crianças por meio das esculturas. “Uma vez uma delas esculpiu um menino subindo em um pau de sebo; no topo estava uma serpente maior, que representava o pai severo, e na base uma serpente menor, aludindo à mãe permissiva com os abusos do pai”, conta o odontopediatra, que pediu o auxílio de uma amiga psicóloga quando viu o trabalho. Ele explica que sempre que encontra casos como este, encaminha a criança para tratamento com terapeutas.

Publicado em Saúde da Criança
Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011 - 11:23

Prioridade a saúde bucal

A saúde bucal está na pauta de prioridades de todas as esferas de governo. No ultimo dia 29, durante solenidade de abertura do Congresso Internacional de Odontologia do Centenário, promovido pela Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD), o governador Geraldo Alckmin anunciou que os 80 hospitais estaduais passarão a oferecer à população serviços odontológicos. Já o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a presidente Dilma Rousseff vai intensificar as ações em prol da saúde bucal no país.

No âmbito do município, o secretário da Saúde, Januário Montone, anunciou a última fase da implantação de decreto que regulamenta o prêmio de produtividade para profissionais de saúde. Segundo ele, a cidade São Paulo detém o maior número de unidades básicas de saúde com serviços odontológicos. “Só no projeto Saúde da Família são 240 equipes de saúde bucal. De 2008 para cá, já atendemos mais de 300 mil crianças, desde escovação até tratamento”, destacou.

Sob o tema “Agregar para crescer”, a edição deste ano abre as comemorações dos 100 anos da entidade, com a expectativa de público de receber a visita de mais de 60 mil profissionais da área. “O Congresso de 100 anos marca um momento único, de lutas e conquistas da categoria. O evento é respeitado por profissionais e empresas do setor”, afirmou Adriano Forghieri, presidente da APCD.

Números

Hoje, o Brasil concentra 19% dos cirurgiões-dentistas de todo o planeta. Ao todo, são 219.575 profissionais, dos quais 59% atuando na região Sudeste. Só o Estado de São Paulo detém 33% dos profissionais do País.  Os dados são do livro “Perfil Atual e Tendências do Cirurgião-Dentista no Brasileiro”, de Maria Celeste Morita, Ana Celeste Haddad e Maria Ercília de Araújo, que foi lançado na edição passada do congresso.

O ministro José Padilha afirmou que a saúde bucal será prioridade no governo da presidente Dilma Rousseff. Como exemplo, ele citou um episódio ocorrido durante um dramático resgate transmitido pela televisão de uma das vítimas da enchente que atingiu as cidades serranas do Rio de Janeiro recentemente. Segundo ele, ao ligar tarde da noite para saber como estava a situação no Estado, a presidente perguntou se ele havia percebido que a mulher resgatada não tinha dentes e cobrou, em seguida, maior atenção ao tratamento odontológico da população.

Segundo Padilha, nos últimos 10 anos, o Brasil saiu da condição de alta para baixa prevalência em cárie, mas ainda é necessário avançar mais. “Não podemos comemorar enquanto há 4 milhões de idosos com carência de próteses. Chegar onde nós precisamos em relação à saúde bucal exige cada vez mais de todos nós empenho, estudo, pesquisa”, afirmou o ministro.

Abertura

A solenidade de abertura foi marcada pela presença de autoridades dos governos federal, estadual e municipal, além de representantes de entidades de classe. Estavam presentes Alexandre Padilha (ministro da Saúde), Geraldo Alckmin (governador de São Paulo), Januário Montone (secretário municipal da Saúde), Adriano Forghieri (presidente da APCD), Silvio Cecchetto (presidente do Congresso), Roberto Vianna (presidente da Federação Dentária Internacional), Raymond Gist (presidente da ADA – Associação Dental Americana), Gilberto Pucca (Coordenador Nacional de Saúde Bucal), Ailton Morilhas (presidente do Conselho Federal de Odontologia), José Gregori (secretário especial de Direitos Humanos do Estado de São Paulo), Rodolfo Candia Alba Júnior (diretor da Associação Brasileira da Indústria Médico-Odontológica), Fernando Gueiros (Federação Nacional dos Odontologistas), Newton Miranda (presidente da Associação Brasileira de Odontologia), Emil Adib Razuk (presidente do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo) e José Police Neto (presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo).

Publicado em Mercado

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, divulgou os resultados da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil 2010). O levantamento, feito com base em entrevistas e exames bucais em 38 mil pessoas, revela que o Brasil passou a integrar o grupo de países com baixa prevalência de cáries, um reflexo direto da implantação do programa Brasil Sorridente, em 2003, que passou a oferecer prevenção, tratamento especializado e reabilitação em todo o país.

Para estar neste grupo, o indicador CPO (sigla para dentes cariados, perdidos e obturados) deve estar entre 1,2 e 2,6, segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde. Em 2003, o país tinha índice de 2,8, passando, atualmente, para 2,1 — melhor que a média dos países das Américas.

“É um resultado expressivo que expressa a prioridade dada à política. Esse é o grande diferencial do trabalho que foi feito: uma decisão política coloca uma prioridade. Essa prioridade é perseguida e isso se reverte em benefícios para a população”, disse Temporão.

A pesquisa aponta uma queda de 26% no número de cáries dentárias nas crianças de 12 anos desde 2003 — idade usada como referência pela OMS, pois é nela que a dentição permanente está praticamente completa. Outro dado relevante da SB Brasil 2010 é o número de crianças que nunca tiveram cárie na vida. A proporção de crianças livres de cárie aos 12 anos cresceu de 31%¨para 44%. Isso significa que 1,4 milhão de crianças não têm nenhum dente cariado atualmente — 30% a mais que em 2003.

Faixas etárias

Na faixa etária dos 15 aos 19 anos, a queda do CPO foi ainda maior, passando de 6,1 em 2003, para 4,2 este ano - uma redução de 30%. São 18 milhões de dentes que deixaram de ser atacados pela cárie. Entre os adolescentes, 87% não tiveram perda dentária. A necessidade de prótese parcial (substituição de um ou alguns dentes) entre os adolescentes caiu 50%. Na população com idade entre 35 e 44 anos o CPO caiu 19%, passando de 20,1 para 16,3 em sete anos. Comparando os números de 2003 e 2010, temos redução de 30% no número de dentes cariados, queda de 45% no número de dentes perdidos por cárie, além do aumento de 70% no número de dentes tratados. Isso significa que a população adulta está tendo maior acesso ao tratamento da cárie e menos dentes estão sendo extraídos por conseqüência da doença.

Publicado em Doenças e Prevenção

O conceito sobre biossegurança, que resume-se em um conjunto de normas e procedimentos considerados seguros e adequados à manutenção da saúde em atividades de risco, vem sendo cada vez mais discutido não apenas entre os profissionais de Odontologia. Os pacientes também já começam a entender a importância de freqüentar ambientes que respeitam a sua segurança e saúde.

“O dentista já trabalha em uma área contaminada por natureza, portanto os riscos que ele corre tratando pacientes sem os devidos cuidados são muito grandes. A sua biosseguranca e de seu paciente são muito importantes. Os riscos de contaminação são críticos se os instrumentos não estiverem esterilizados adequadamente”, alerta Silvia Chedid, professora e doutora em Odontopediatria e consultora da Associação Brasileira de Odontologia (ABO). Considerando este cenário, a indústria odontológica precisa inovar e desenvolver equipamentos que mostram a atenção à segurança do profissional e de seus pacientes.

Algumas empresas já começam a preocupar-se com este conceito na hora de colocar um produto no mercado, como é o caso da CVDVale, fabricante das pontas ultrassônicas de diamante CVDentus. Entre as inúmeras vantagens da tecnologia, a preocupação com a biossegurança é um diferencial. “As pontas ultrassônicas minimizam consideravelmente o surgimento de ocorrências de sangramentos, já que são bem menos invasivas do que as convencionais e removem menos tecidos evitando a disseminação de vírus e bactérias”, afirma a especialista. “Além disso, as pontas não perdem o corte com a esterilização, apresentando maior durabilidade”, complementa.

Mas mesmo com as inovações colocadas no mercado e os esforços dos profissionais para atenderem as normas da biossegurança, o paciente tem que estar atento. Caso algumas regras não sejam respeitadas, doenças graves podem ser contraídas em uma simples visita ao dentista, como a hepatite B, herpes, caxumba, rubéola, mononucleose e até gripe. “Ver se o chão está limpo, se os equipamentos são desinfetados e esterilizados, se existe autoclave no local e se tem material descartável, são itens que o paciente consegue reparar facilmente no consultório e podem eliminar riscos a saúde”, informa Silvia.

Publicado em Doenças e Prevenção
Quarta-feira, 03 de Novembro de 2010 - 23:27

Halitose, o que é isso?


Celi Vieira, da UNB

O curioso em relação ao mau hálito é que os portadores não conseguem perceber o odor desagradável que exalam. São os outros que notam e ficam constrangidos em avisar – “olha, teu hálito não está legal”. Às vezes, nem toda a intimidade do mundo justifica uma atitude como essa e o problema não é enfrentado como deveria.

De acordo com a Academia Americana de Otorrinolaringologia (AAO-HNS), que congrega o maior número de otorrinolaringologistas no mundo, a halitose ou mau hálito atinge um quarto da população mundial. Apesar disso, o conhecimento sobre o problema no Brasil ainda é pouco disseminado.

Com mais de 60 causas sistêmicas e patológicas já identificadas, a doença causa sérios transtornos emocionais para seus portadores e para as pessoas que com eles se relacionam. Os especialistas no assunto afirmam que o problema causa dificuldade nos relacionamentos pessoais, constrangimentos em ambiente de trabalho, isolamento social e perda da auto-estima.

A fim de criar diretrizes para Halitose no Brasil e sensibilizar os profissionais da saúde envolvidos na prevenção, diagnóstico e tratamento do problema, será realizado o II Encontro Internacional de Halitose no Brasil, nos dias 8 e 9 de novembro, em São Paulo.

Ligação

O cheiro está tão ligado às emoções e hálito desagradável pode provocar repulsa e afastamento, muitas vezes, irreversível. Casais podem relevar desencontros, vencer diferenças de personalidade e das formas de enxergar a vida, podem até esquecer os maus passos dados por um deles, mas é muito difícil que consigam superar a inconveniência do mau hálito de um dos parceiros.

Na grande maioria dos casos, o mau hálito, ou halitose, tem origem na própria língua, um órgão muscular revestido por papilas. Essas papilas possuem terminações nervosas que, estimuladas por determinadas moléculas, conduzem informação ao cérebro a fim de reconhecer o gosto das coisas.

Em entrevista ao PACIENTES ONLINE, a dentista, pesquisadora e especialista em halitose da Universidade de Brasília (UnB), Celi Vieira, apresenta algumas questões como o prevenção, diagnóstico e tratamentos disponíveis no Brasil e no mundo para o problema.

PACIENTES ONLINE - O que é
halitose?
Celi Vieira - Mau Hálito ou Halitose é o odor desagradável e, muitas vezes, repugnante do ar expelido pelos pulmões. Pode ter diversas causas, e varia com o período do dia e a idade da pessoa, agravando-se à proporção que a fome aumenta. É mais facilmente percebido por estranhos do que pela própria pessoa portadora de halitose. O mau hálito matinal não é, no entanto, considerado um problema, pois é fisiológico, presente em 100% da população. Ele acontece devido a leve hipoglicemia, a redução fluxo salivar durante o sono, além do aumento da flora bacteriana anaeróbia proteolítica. Esses microorganismos atuam sobre a descamação natural da mucosa bucal e sobre proteínas da própria saliva, gerando componentes de cheiro desagradável (chamados de compostos sulfurados voláteis ou CSV).

POL – Quais as principais causas da doença?

CV - A halitose pode ser causada por diversos fatores, bucais e não bucais, fisiológicos (que requerem apenas orientação) ou patológicos (que requerem tratamento). Dentre os fatores bucais, a causa mais comum é a higiene oral deficiente e conseqüente formação de saburra lingual e placas dentárias. A higienização precária da língua (levando à formação de saburra), reentrâncias retentoras de alimentos, cáries, substâncias plásticas usadas na confecção de dentaduras e pontes (por infiltração de líquidos bucais), são outras causas bucais importantes. A saburra é um material viscoso e esbranquiçado ou amarelado, que fica aderida ao dorso da língua, principalmente no terço posterior. A saburra equivale a uma placa bacteriana lingual, em que os principais microrganismos presentes são do tipo anaeróbios proteolíticos, os quais, conforme foi explicado para a halitose da manhã, produzem componentes de cheiro desagradável no final do seu metabolismo. Já as causas extrabucais mais freqüentes são as doenças da orofaringe, bronco-pulmonares, digestivas, alcalose, doenças hepáticas, perturbações do sistema gastrointestinal, diabetes (odor de acetona ou fruta), tabagismo, doenças febris, deficiência de vitamina A e D, estresse e causas desconhecidas, e diabetes. Hoje sabemos que o estômago tem pouca participação na gênese desse odor desagradável, o que pode ocorrer durante o vômito ou em casos de eructação.

POL - Como diagnosticar
?
CV - O diagnóstico é facilmente feito, pela história clínica e constatação do mau cheiro característico. Inicialmente deve-se tentar eliminar as possibilidades de causas fisiológicas e halitose secundária a outras doenças. A investigação inicial inclui o exame detalhado da boca, da língua e da parte dentária, em busca de sinais de higienização precária, gengivites e periodontite, além da saburra lingual. Hoje já existem, no entanto, métodos complementares que auxiliam este diagnóstico. Dentre eles está a sialometria (medida do fluxo salivar) e a halitometria. Esta última é conseguida através de um moderno e portátil aparelho que mede, em partículas por bilhão, a quantidade dos compostos sulfurados voláteis, presentes na boca. O halurímetro permite uma avaliação da gravidade do problema, além do acompanhamento da evolução do tratamento e do diagnóstico de pacientes com halitose psicogênica.

POL - Com relação à prevenção, como agir?
CV
- A prevenção é a medida mais importante no caso do mau hálito, e acaba sendo a principal forma de tratamento. Deve-se ter cuidado com a alimentação e, principalmente, com a higiene bucal. No caso de tendência ao mau hálito, deve-se evitar carne gordurosa, fritura, repolho, brócolis, couve-flor, alho, cebola. Deve-se dar preferência ao leite desnatado e ao queijo branco ou ricota, evitar bebidas alcoólicas, fumo e medicamentos com cheiro acentuado. A alimentação rica em cenoura, maçã e outros alimentos fibrosos auxilia na promoção de uma limpeza total na parte dos dentes, na linha das gengivas. Uma boa freqüência de ingestão de água e de alimento que contenha algum carboidrato também é muito importante. No entanto, consultas periódicas ao dentista são essenciais, principalmente para uma higienização mais profissional, única forma de remover a placa bacteriana ou o acúmulo de tártaro na região inferior dos dentes.

Serviço

O II Encontro Internacional de Halitose no Brasil, acontece nos dias 8 e 9 de novembro, na Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (ACPD), na rua Voluntários da Pátria, 547 – Santana- São Paulo- SP.  A programação completa e informações podem ser obtidas por meio do site www.eventosdehalitose.com.br.

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