FacebookTwitter Feeds RSS

Home Exames Mostrar items por tag: medicina

Mostrar items por tag: medicina
Sexta-feira, 12 de Agosto de 2011 - 07:43

Medicina e humanismo

Virou notícia dias atrás o fato de o Conselho Federal de Medicina (CFM) criar três novas áreas de atuação, ou seja, três novos ramos de especialidades médicas

Publicado em Mercado
Segunda-feira, 06 de Junho de 2011 - 07:38

Mais uma vez em pauta: O financiamento público para a saúde

O caso Palocci, desnudado há mais de três semanas, ocupou tanto o tempo do governo e dos políticos que tirou de foco outras discussões que correram paralelamente em Brasília. Uma delas, recorrente aqui em nossos comentários, diz respeito ao financiamento público de saúde.

Ela ressurgiu a partir de conversas que o Ministério da Fazenda está tendo com os governadores para ver se faz alguns ajustes – nada de reforma, pois isto é impossível – no sistema brasileiro de impostos. Um dos objetivos das reuniões tem sido o de convencer os dirigentes estaduais a aceitar reduções pontuais no ICMS – alíquotas menores para telecomunicações, para energia elétrica e nas transações interestaduais.

Os governadores dizem entender as motivações de Brasília, mas alegam que precisam ser compensado por Brasília dos recursos que vão perder com as mudanças. E jogo sempre na mesa os problemas que já enfrentam para financiar seus gastos com os serviços médico-hospitalares. Alguns lembram até que seria um bom momento para aprovar a volta da CPMF, já incluída no texto de regulamentação da Emenda Constitucional 29, pronto para ser votado na Câmara.

A história dá voltas e voltas e o Brasil está mergulhado no mesmo debate quando se trata de saúde pública: nunca o dinheiro disponível é suficiente. O ministro Alexandre Padilha, antes de assumir a pasta no governo Dilma Rousseff encampava bravamente esse discurso. Depois mudou: pensa que é preciso primeiro dar uma “gerenciada” no que já exista para ver então quais são as carências financeiras do sistema oficial.

Um consultoria, por conta da Fundação Gerdau, foi contratada para fazer esta auditoria, mas até agora não há indicações de que alguns de seus estudos esteja terminada. Ela começou pela complicada – e politicamente disputada – Funasa. Somente há cerca de 15 dias a nova direção do órgão foi instalada, depois de intensa disputa entre o PMDB e o PT.

O que é não é um bom sinal, embora o indicado seja um técnico com ligações petistas. Enquanto o governo não decide se tem pouco dinheiro para a saúde ou apenas se gasta mal o suficiente que já tem, especialistas não oficiais, já têm diagnósticos sobre a questão. Recentemente, no jornal “Valor Econômico”, o professor Naercio Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, é ofessor associado da FEA-USP (“O Brasil gasta pouco com saúde?”- 25/5/2011), entrou nesse debate.

Com sólidos argumentos, comparando gastos totais (como proporção do PIB) e gastos per capita do Brasil com os de países desenvolvidos e os de países com o novo nível econômico, o professor Náercio conclui: “(...) hoje em dia há muita ineficiência no gasto público com saúde. Pesquisas mostram que muitos hospitais públicos operam com baixa taxa de ocupação e excesso de funcionários, enquanto outros permanecem sobrecarregados. Além disto, há distorções evidentes no sistema. Por exemplo, 16% das pessoas que foram internadas em 2009 e tinham plano de saúde, utilizaram recursos públicos. Além disto, grande parte dos gastos privados com saúde é dedutível do Imposto de Renda.

Dessa forma, antes de aumentar ainda mais os gastos públicos com saúde, é necessário racionalizar o sistema
(grifos do autor)”. Mas a conversa dos governadores não vai nesse direção. E o risco é o governo Dilma, em evidentes dificuldades políticas, ceder ao que eles querem. Mais dinheiro (e mais impostos) antes do dever de casa.

José Marcio Mendonça é jornalista. 

Publicado em Saúde da Política
Terça-feira, 24 de Maio de 2011 - 11:08

Relações internacionais

Empresas britânicas buscam a intensificar relações com o mercado latino-americano.

HOSITALAR 2011 -
O órgão do governo britânico para o fomento do comércio e investimentos internacionais, UK Trade and Investment (UKTI), juntamente com a associação de empresas privadas para o desenvolvimento do setor de saúde, Medilink Yorkshire and Humber, trará mais de uma dezena de empresas britânicas para a Hospitalar 2011.

A ação tem como principal objetivo expor os produtos inovadores produzidos por estas empresas, que representam o elevado patamar do setor de saúde no Reino Unido e possibilita a criação de parcerias para a região latino-americana e a consequente expansão do seu setor de saúde com a introdução de tecnologias de ponta.

O pioneirismo tecnológico britânico é encontrado, por exemplo, no catálogo da empresa Armstrong Medical, líder mundial no fornecimento de produtos descartáveis respiratórios de alta qualidade para procedimentos de anestesia e tratamento crítico. Outra empresa que se destaca por serviços inovadores de alta qualidade é a Masters Global, atendendo de forma personalizada pacientes que necessitam de medicamentos específicos, através do sistema NPS (“Named Patient Supply”).

Outra característica marcante do setor de Ciências da Vida britânico é a diversidade de seus produtos: a MIE Medical Research, por exemplo, desenvolve uma vasta gama de instrumentos eletrônicos e softwares que medem o desempenho de atletas e pacientes em recuperação; enquanto a empresa Park House Healthcare cria soluções de baixo custo em mobília para hospitais e asilos, visando o conforto do paciente. Na área ortopédica, a Tomorrow Options traz o WalkinSense, sistema de sensores para o diagnóstico de problemas associados aos pés e também destinado à recuperação de cirurgias ortopédicas e atletas.

Publicado em Mercado
Terça-feira, 24 de Maio de 2011 - 08:55

AMB discute a qualidade na Medicina

O evento acontece dia 25 de maio, das 8h30 às 12h, e terá como destaque a apresentação e discussão sobre metas e qualidade na gestão dos sistemas público e privado.

Publicado em Cursos e palestras
Quarta-feira, 30 de Março de 2011 - 09:44

Medicina anti-aging é uma aliada no envelhecimento saudável

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro passou de 69 anos para 72, de 1998 a 2008. O homem vive cada vez mais, o que não significa ter mais saúde. 

Publicado em Doenças e Prevenção
Segunda-feira, 28 de Março de 2011 - 14:27

I Simpósio Internacional sobre Medicina em Desastres

A Associação Médica Brasileira, a Associação Paulista de Medicina (APM) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp ), Escola Paulista de Medicina (EPA) e a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) realizam de 30 de março a 1 de abril, em São paulo, o I Simpósio Internacional de Atendimento em Desastres.

De acordo com a AMB, aconteceram 133% mais catástrofes que afetaram 76% mais pessoas entre 2000 e 2009, em comparação ao período de 1980 a 1989. No mundo, desde o início da década, ocorreram em média, 484 desastres naturais por ano. Somados, esses acontecimentos provocaram cerca de US$ 1 trilhão em prejuízos, provocando a morte de 1 milhão de seres humanos.

No dia 30 de março, na abertura do simpósio, acontecem as conferências e mesas-redondas referentes às experiências dos setores do Ministério da Saúde; Secretarias de Saúde do Estado e do Município; Ministério da Defesa, entre outros. Além de especialistas brasileiros, o evento contará com a presença de palestrantes da Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos, que também são credenciados pela Sociedade Americana de Terapia Intensiva.

Serviço

Informações pelo tel. (11) 3583-9503 ou (11) 3583-9502.

Segunda-feira, 21 de Março de 2011 - 09:06

Exame Nacional revalidará diplomas médicos

Foi publicada nesta sexta-feira (18), uma Portaria Interministerial que institui o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por universidades estrangeiras (Revalida). O exame será aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em colaboração com a subcomissão de Revalidação de Diplomas Médicos, da qual participam representantes dos ministérios da Saúde, Educação e Relações Exteriores, Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais do Ensino Superior (Andifes) e Inep.

A partir da publicação da portaria, será divulgado pelo Inep o edital com o cronograma e os prazos para adesão das instituições e inscrição dos candidatos. As universidades públicas interessadas em aderir ao exame firmarão Termo de Adesão com o Ministério da Educação. Poderão inscrever-se, os candidatos que tenham diploma expedido no exterior, em curso reconhecido pelo ministério da Educação ou órgão correspondente no país. O edital também definirá os locais onde a prova será aplicada.

O Revalida será realizado em duas etapas, sendo a primeira constituída de prova teórica e a segunda de prova prática de habilidades clínicas. A avaliação será feita a partir da Matriz de Correspondência Curricular, documento elaborado pela subcomissão de revalidação tendo como referência as diretrizes curriculares nacionais do curso de medicina no Brasil.

Novidade

A elaboração de um novo modelo para a revalidação dos diplomas obtidos por estudantes em universidades estrangeiras teve início no ano passado a partir de um projeto piloto do qual participaram 25 universidades públicas de ensino superior do país. Inscreveram-se no projeto piloto 628 candidatos com diplomas oriundos de 32 países.

Publicado em Mercado
Quarta-feira, 16 de Março de 2011 - 06:59

Na briga pela classe médica

O médico Eleuses Vieira de Paiva tomou posse como deputado federal por São Paulo em 1 de fevereiro, após ter recebido 107.464 votos no último pleito eleitoral. Sua história de representação a classe médica, que começou na diretoria das entidades, chegando à presidência da Associação Paulista de Medicina (APM) e da Associação Médica Brasileira (AMB), continua no Congresso Nacional.

Ele já havia assumido esse mesmo cargo na Câmara dos Deputados entre 2009 e 2010, quando era suplente.

Nesta entrevista, Paiva fala sobre as principais propostas de seu mandato para a saúde e pela valorização do médico, além de opinar a respeito de outros importantes temas, como as reformas política e tributária.

PACIENTES ONLINE - Quais serão suas prioridades no mandato?
Eleuses Paiva - Sempre busquei a melhoria da atenção à saúde em todos os seus aspectos e vou continuar buscando melhorar o sistema público. Precisamos fazer um amplo debate sobre o financiamento do setor e promover a melhoria da gestão, a qualificação dos trabalhadores da saúde e uma relação mais justa entre os planos de saúde e os médicos, com maior garantia para os pacientes. Terei um mandato atuante, voltado especialmente para as grandes reformas que o País precisa fazer, como a tributária e a política, medidas que refletem diretamente na vida dos cidadãos. A regulamentação da tão falada Emenda Constitucional 29, que fixa os investimentos da União, dos Estados e dos municípios em saúde, é fundamental. Vamos lutar por ela também. 

POL - O senhor também havia proposto, em 2009, uma Lei Rouanet para a saúde?
EP - É verdade. Este é um projeto de lei pelo qual o Sistema Único de Saúde (SUS) poderia receber doações de entrevista empresas e pessoas físicas, passíveis de dedução do imposto de renda, como acontece com a cultura. O índice de dedução seria de até 80% no caso de pessoa física e de até 40% para as empresas. A ideia é que os cidadãos e os empresários possam favorecer os estabelecimentos de saúde de suas próprias comunidades, de modo a acompanhar de perto o retorno desse investimento.

POL – O que isso traz de prejuízo?
EP - O SUS ainda é muito recente em nosso País e precisa aprimorar seu modelo de gestão e o seu financiamento. A proposta de universalização do serviço público de saúde está longe de ser realidade. Sabemos que as populações mais carentes estão à margem de um atendimento de qualidade, dos serviços e das políticas públicas de saúde. Apesar dos esforços, temos foco na assistência médica, de linha hospitalocêntrica e caráter privatista. Por outro lado, enfrentamos o drama das santas casas e dos hospitais universitários, que convivem com um déficit imensurável. Os valores da tabela vigente pagos a essas entidades para a prestação de serviço estão desatualizados há muitos anos. Nesse sentido, vou trabalhar para que a atenção à saúde seja qualificada, com o fortalecimento da prevenção de doenças, o tratamento e a reabilitação do paciente, propondo leis que ajudem a reverter esse quadro e a melhorar a situação dessas instituições.

POL – Com relação aos profissionais [qualificação], qual sua posição?
EP - Os princípios do SUS não se consolidam sem o trabalho de profissionais capacitados e motivados. Esse olhar para os recursos humanos é indispensável. A educação continuada, a participação nos processos decisórios, as condições adequadas de trabalho, a valorização e o respeito a essas pessoas precisam ser vistos como prioridade e traduzidos em ações concretas. Nesse sentido, gostaria de destacar um projeto de minha autoria que cria a carreira de médico no Estado. Trata-se de uma carreira com vínculo federal, remuneração inicial de R$ 15.187,00 por 40 horas semanais em regime de dedicação exclusiva, prevendo progressão e mobilidade, entre diversas garantias, semelhante à carreira de juízes e promotores. Há, também, o projeto do salário mínimo do médico no valor de R$ 7.000,00 por 20 horas semanais, na área privada, cuja discussão temos acompanhado de perto em cada Comissão. Matérias como essas serão foco do nosso trabalho. Um grande debate a respeito dos modelos de administração em vigor, como o das  Organizações Sociais (OSs). O Legislativo e a sociedade precisam conhecer as experiências já existentes, tanto os resultados positivos quanto as necessidades de aperfeiçoamento, sempre buscando regras claras e mecanismos de efetivo controle social e principalmente transparência nas ações. Outra via é a capacitação gerencial e administrativa do corpo de funcionários da saúde, caminhando para uma atuação baseada em indicadores de qualidade públicos e consensuais. 

Publicado em Artigos
Sexta-feira, 04 de Março de 2011 - 13:05

Partos em 3D na Pro Matre

Com a proposta de transformar o nascimento de um bebê em um momento inesquecível, a Maternidade Pro Matre Paulista acaba de lançar para seus pacientes um recurso exclusivo para a gravação de partos em parceria com a empresa de filmagem Baby Boom, pioneiro na América Latina.

O sistema 3D, utilizado no filme Avatar, já está disponível como o mais moderno recurso para captação de imagens nos centros cirúrgicos da maternidade. A tecnologia é compatível com as recém-lançadas TVs 3D que exigem óculos especiais. O pacote Premium para a gravação do nascimento de um bebê oferece, além das imagens convencionais, um smart card com todas as cenas tridimensionais.

Publicado em Mercado

O PET/CT é um dos exames mais modernos e poderosos da Medicina Nuclear e tem se mostrado muito eficiente quando aplicado em várias áreas, como a Neurologia, especialmente na diferenciação de demências, doenças que atingem cerca de 10% da população acima de 65 anos, sendo que mais da metade dos casos são de Alzheimer.

“Identificar qual tipo de demência acomete o paciente permite decidir com segurança e rapidez como será o tratamento, acompanhar os resultados e ajuda no prognóstico da doença”, explica o Dr Celso Darío Ramos, presidente da SBBMN, que destaca ainda: “Em apenas 45 minutos, o PET/CT permite analisar o corpo inteiro, sem que o paciente seja submetido a maior exposição radioativa e de forma pouco invasiva”.

Os métodos convencionais mostram a anatomia do cérebro enquanto o PET/CT, além da anatomia, mostra o funcionamento. Frequentemente, nos casos de demências, a anatomia é preservada, mas o funcionamento está alterado, indicando a presença da doença. Daí a importância de submeter os portadores de demências a esse método.

No caso de tumores cerebrais, o PET Scan, como também é conhecido o exame, mostra a resposta do paciente à cirurgia, à radioterapia e à quimioterapia. Esse resultado, mais uma vez, ajuda a direcionar a conduta do médico, o que na prática significa mais qualidade de vida, menos sofrimento e até maior sobrevida. Além disso, para o sistema de saúde, significa redução de custos com economia de recursos.

A Medicina Nuclear é uma especialidade médica que usa radiofármacos para diagnóstico e acompanhamento do tratamento. Os exames mostram alterações no funcionamento, ou no metabolismo, de órgãos e tecidos do organismo, provocadas por doenças. Essas alterações podem ser detectadas quando ainda não há mudanças significativas na anatomia e mesmo antes dos sintomas aparecerem.

Os exames de Medicina Nuclear são seguros. Uma quantidade mínima de material radioativo é administrada ao paciente na forma oral, inalada ou injetada. Estas substâncias são conjugadas a um produto farmacêutico específico que endereça a radiação para o órgão-alvo, liberando-a de forma altamente seletiva. A quantidade de material radioativo usada em cada exame é calculada para garantir os resultados mais precisos e limitando, ao mesmo tempo, a quantidade de exposição à radiação que o paciente será submetido.

Serviço

A Sociedade Brasileira de Biologia Medicina Nuclear e Imagem Molecular promove a palestra “Aplicações do PET/CT na Neurologia”, no dia 14 de março de 2011, às 20 horas, no hotel Golden Tulip Paulista Plaza (Alameda Santos, 85), em São Paulo (SP). O público alvo são médicos, especialmente neurologistas e nucleares, e outros profissionais da saúde, como radiofarmacêuticos, químicos, físicos e tecnólogos. As vagas são limitadas e as inscrições, gratuitas. Informações e inscrições no site www.sbbmn.org.br.

 

Publicado em Exames de Imagem
<< Início < Anterior 1 2 Próximo > Fim >>
Página 1 de 2
Nuvem de Tags