Tratamento preventivo proporciona mais qualidade de vida aos pacientes com rinite alérgica
Com sintomas semelhantes aos do resfriado, a rinite alérgica é uma das cinco doenças crônicas mais comuns no mundo e pode evoluir para quadros mais graves, por falta de tratamento adequado.
Câncer colorretal pode ter cura
O câncer de reto e cólon (segmento do intestino grosso) é tratável e, na maioria dos casos, curável, se detectado precocemente.
Equipamento facilita diagnóstico precoce de câncer de mama
Qualidade das imagens, com doses menores de radiação, garante melhor identificação dos tumores.
Especialista americano vem ao Brasil falar de inovação e cura para a Hepatite C
Nezam Afdahal, gastroenterologista e diretor de Hepatologia do Beth Israel Deaconess Medical Center (Boston,EUA) , ligado a Universidade de Harvard e um dos mais importantes hospitais de ensino americanos, estará no Rio de Janeiro na próxima quinta-feira (20/5).
Depressão pode ser curada com auxílio da acupuntura
Medicina alternativa é opção para tratamentos emocionais.
Risco de contrair tuberculose pode ser 70 vezes maior entre a população de rua
O tema é discutido por gestores e parceiros em Porto Alegre. Incidência nas principais capitais é de 38 por 100 mil habitantes.
Menino paga tratamento de câncer vendendo desenhos na internet
Um menino americano de 5 anos conseguiu pagar o próprio tratamento de câncer vendendo 3.000 desenhos de monstros, palhaços e alienígenas na internet, muitos deles feitos na cama do hospital.
Estudo inédito aponta maior chance de cura no câncer de próstata
Pesquisa internacional inédita no campo da urologia pode mudar o destino de muitos homens em tratamento do câncer de próstata.
Estudo inédito em Curitiba aponta a necessidade da vacinação precoce contra Hepatite A
Ao averiguar a existência de anticorpos contra o vírus da hepatite A, um estudo inédito realizado com 901 crianças e adolescentes no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFP), revelou que mais de 80% dos pesquisados eram suscetíveis a esta infecção viral no fígado, a maioria menores de cinco anos, o que sinaliza a necessidade da vacinação precoce.
Elaborada como tese de mestrado de Jandrei Rogério Matos, sob orientação da professora Eliane Maluf (UFP), a pesquisa foi patrocinada pela Sanofi Pasteur, a divisão de vacinas do grupo Sanofi-Aventis, e conquistou o primeiro lugar do Módulo de Pediatria do III Congresso Internacional de Especialidades Pediátricas, realizado em 2010 em Curitiba.
“Soroprevalência de hepatite A em crianças e adolescentes de Curitiba e Região Metropolitana” constatou que 19,8% dos pesquisados já haviam tido contato com o vírus. A maior parcela era de pré-adolescentes e adolescentes, 10 e 14 anos oriundos de famílias com renda inferior a um salário mínimo. Vivem em casas com outras crianças, usam fossas sépticas e comem em refeitórios comunitários.
“O estudo comprova os dados da literatura médica de que o vírus da hepatite A predomina em regiões com problemas de saneamento básico”, explica a professora Eliane Maluf. Por outro lado, aponta que as crianças estão chegando à adolescência e à fase adulta sem ter contato com o vírus e com risco de adquirir a infecção em faixas etárias mais elevadas.
Doença
Coloração amarelada dos olhos e da pele (icterícia), febre, náuseas e vômitos são os sintomas clássicos da hepatite A, que não costumam se manifestar em crianças infectadas até os cinco anos. A partir daí, 70% dos infectados têm os sintomas. A recuperação pode exigir 30 ou mais dias de repouso. Entre 10 a 20% dos casos demandam internações por conta de complicações como mal-estar e desidratação.
Também na fase adulta, é mais comum a doença se manifestar de outras formas, como a hepatite colestática, que perdura de dois a seis meses e provoca intensa coloração amarelada na pele e olhos, além de muita coceira e fezes brancas. De todas as formas, a mais grave é a hepatite fulminante, que provoca a falência do fígado e pode levar à morte 2% de adultos acima de 40 anos e 0,1% abaixo desta idade. Uma tentativa de prolongar a vida do paciente é o transplante de fígado.
Vacinas
As crianças e adolescentes participantes do estudo que se mostraram suscetíveis à hepatite A foram vacinadas gratuitamente pela Sanofi Pasteur. O universo pesquisado envolveu 901 crianças e adolescentes, entre um e 14 anos, sendo que a maioria passava por cirurgias eletivas no Hospital de Clínicas, em 2006. Deste total, 50,2% eram do sexo masculino. A distribuição do grupo por faixa etária foi 237 (26,3%) entre um e quatro anos; 313 (34,7%) entre cinco e nove anos e 351 (39%) entre 10 e 14 anos.
Conhecida internacionalmente como Avaxim 80 U, a vacina pediátrica é indicada para crianças de um a 15 anos. Ela é aplicada a partir dos 12 meses, com reforço entre seis a 18 meses depois. Para os adultos, existe a vacina internacionalmente conhecida por Avaxim 160U, administrada também com uma dose inicial e outra de reforço.
“A vacina contra a hepatite A é a melhor opção para prevenir a doença, pois, como a forma de transmissão é fecal-oral, a infecção é bastante frequente e as conseqüências podem ser muito graves”, afirma a gerente médica da Sanofi Pasteur, Sheila Homsani.
Brasil reduz casos novos de tuberculose
Atualmente, o Brasil ocupa o 19º lugar no ranking dos 22 países que concentram 80% dos casos em todo o mundo. Nesta lista, quanto mais elevada é a posição ocupada pelo país, melhor é a situação. Com relação à incidência, o Brasil é o 108º colocado. “Nós acreditamos que, mantido o progresso atual, em cinco anos estaremos muito próximos de deixar o grupo dos 20 países com mais casos no mundo”, afirma o secretário.
A tuberculose é uma das doenças que devem ter indicadores reduzidos pela metade até 2015 em relação aos registros de 1990, conforme previsto nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Há duas décadas, a incidência da doença era de 56 casos por 100 mil habitantes e a mortalidade, de 3,6 por 100 mil. Até 2015, os indicadores devem chegar a 28/100 mil e 1,8/100 mil, respectivamente. Jarbas Barbosa afirma que a meta de redução da mortalidade deverá ser atingida. Em 2009, a taxa ficou em 2,5 óbitos por 100 mil habitantes. Porém, quanto à incidência, Barbosa reforça que é necessário acelerar o ritmo de queda dos casos, embora tenham sido registrados números positivos nos últimos anos.
“A população deve ficar atenta ao principal sintoma da tuberculose, que é tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro. Apresentando esse sintoma, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde para fazer o diagnóstico. Se for tuberculose, o tratamento é iniciado imediatamente e a cadeia de transmissão é interrompida”, esclarece o secretário. Ele chama atenção para o fato de que o tratamento dura seis meses e não pode ser interrompido. Dessa forma, é possível obter a cura da doença e a redução da transmissão.
Em 2008, o percentual de cura foi de aproximadamente 73%. A meta do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT), da Secretaria de Vigilância em Saúde, é atingir 85%, como recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).Número caiu de 73 mil para 70 mil, entre 2008 e 2010. Doença, no entanto, ainda preocupa Ministério da Saúde














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