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Sexta-feira, 04 de Março de 2011 - 08:25

Anvisa suspende selo contra falsificação de medicamentos

Após pressão da indústria farmacêutica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta quinta-feira (3) a medida que obrigava as indústrias a colocarem selos nos medicamentos para possibilitar o rastreamento dos produtos e combater a falsificação e contrabando.

A norma havia sido publicada no ano passado e previa que cada embalagem de medicamento tivesse um selo único fornecido pela Casa da Moeda, que também levaria a cada farmácia um equipamento para a leitura do código. O mecanismo permitiria que o consumidor verificar informações como o lote do produto.

O selo seria implantado gradualmente ao longo deste ano até estar em todos os produtos a partir de 15 de janeiro de 2012.

Quando a medida foi anunciada, as associações de laboratórios farmacêuticos divulgaram nota conjunta em que afirmaram que a decisão da Anvisa era "equivocada", uma vez que o selo iria aumentar o preço dos medicamentos ao consumidor de 6,3% até 23,1%. O texto defendia a adoção de outra tecnologia. A Anvisa rebateu a afirmação e disse que o impacto seria de no máximo 2,58%.

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições as aquisições da farmacêutica Neo Química e da marca de sabonetes infantis Pom Pom, informou a Hypermarcas em comunicado ao mercado.

A Neo Química, uma das maiores empresas farmacêuticas do país, instalada em Anápolis, foi adquirida pela Hypermarcas em dezembro de 2009, por R$ 1,3 bilhão.

Já Pom Pom foi comprada da Colgate Palmolive em novembro do ano passado, por R$ 85 milhões, num negócio que inclui as plataformas de distribuição e venda, além de direitos de propriedade intelectual, estoques e fórmulas.
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Quarta-feira, 09 de Fevereiro de 2011 - 15:20

Brasil produzirá tenofovir contra Aids e hepatite

O Brasil vai fabricar a partir de março o medicamento tenofovir, usado no tratamento da Aids e hepatite. A produção será feita pelo laboratório público da Fundação Ezequiel Dias, do governo de Minas Gerais, já na próxima semana.

Até agora, o governo federal, que distribui o medicamento no SUS, comprava o tenofovir do laboratório Gilead, mas o Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) considerou que não havia atividade inventiva no remédio e negou o pedido de patente feito pelo laboratório, abrindo espaço para a produção nacional.

Por enquanto, o valor unitário do tenofovir continuará o mesmo (R$ 4,02 por comprimido), mas em cinco anos a estimativa do governo é de uma economia de R$ 410 milhões até 2015. O tenofovir é utilizado atualmente por 64 mil pacientes com Aids e cerca de 1.500 com hepatite. Eles começarão a receber o medicamento produzido no Brasil no final de março.

Com a produção brasileira do Tenofovir, metade dos 20 medicamentos do coquetel de antirretrovirais fornecidos publicamente passam a ser produzidos no país.

"Tem o processo político, que talvez seja o mais importante. Vemos que podemos fazer esses medicamentos, o que serve de exemplo para outros. O mercado também vê isso, o que resulta em preços mais baixos", afirmou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco. Ele fez a apresentação da novidade nesta quarta ao lado de Zich Moysés Jr., secretário substituto de Ciência e Tecnologia do MS.

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Os produtos e equipamentos médicos, hospitalares, odontológicos e de laboratórios desenvolvidos no Brasil deverão, até 2014, atender as normas de responsabilidade ambiental da União Europeia para serem comercializados no mercado europeu. O assunto foi discutido no Seminário Internacional sobre Diretivas RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances) e WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment), na ultima terça-feira (8), em Brasília.

No evento, promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), além das exigências contidas nas diretivas, foram apresentadas experiências e práticas bem-sucedidas, nacionais e estrangeiras, de adaptação a essas normas.

A adequação de equipamentos médicos nacionais as normas WEEE e RoHS acarretará mudanças no processo de fabricação. No entanto, no País já existe a possibilidade de se produzir equipamentos seguindo essas diretivas. O seminário visa impulsionar a indústria nacional a aderir a essas normas, discutir formas de capacitação e qualificação das empresas e buscar a harmonização de adaptação às diretivas WEEE e RoHS de forma alinhada com a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A PNRS foi aprovada e regulamentada em 2010 e traz orientações de responsabilidade ambiental para a indústria. A ideia é levantar com o setor os pontos de convergência previstos na lei de resíduos sólidos e nas diretrizes européias.

Conforme projeto coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), chamado “Ambientronic”, nove empresas brasileiras estão se adaptando as diretivas WEEE e RoHs da Europa e esta experiência será apresentada durante o seminário.  Um total de 470 empresas nacionais atua hoje na produção de produtos e equipamentos para saúde. Em 2010 o setor de equipamentos médico-hospitalares, odontológico, laboratoriais e aparelhos ortopédicos exportou para União Europeia um total de US$ 81,9 milhões.

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Quarta-feira, 09 de Fevereiro de 2011 - 10:03

Hospitais públicos paulistas recebem acreditação internacional

Ontem (08), pela primeira vez no Brasil, as Organizações Sociais de Saúde: Hospital Estadual de Diadema e Hospital Geral de Pirajussara, localizados na Grande São Paulo, foram certificados internacionalmente e Acreditadas pela “Accreditation Canada” – organização sem fins lucrativos de reconhecimento internacional que foca a segurança do paciente como sua metodologia central de avaliação.A Acreditação garante as Instituições de Saúde a promoção da qualidade da gestão administrativa e assistencial.

Com a implantação de métodos de gestão e boas práticas focadas na melhoria da qualidade da assistência, os Hospitais receberam inicialmente um diagnóstico objetivo acerca do desempenho de seus processos de gestão clínicos e administrativos. Esse trabalho é realizado por uma equipe multidisciplinar de colaboradores, que atuam no mercado como líderes de suas instituições, somados a consultores especializados.

“Com a acreditação, ambos hospitais terão redução de custos, mantendo a qualidade nos serviços prestados, melhoria na satisfação dos clientes, diminuição de riscos e eventos adversos e a fidelização da comunidade”, explica Rubens Covello, CEO do Instituto Qualisa de Gestão (IQG), único representante do Accreditation Canada no Brasil.

O Hospital Estadual de Diadema tem uma média de 1200 internações ao mês, dois mil pronto atendimentos, 11 mil atendimentos ambulatoriais e 730 cirurgias. Segundo Márcia Maiumi Fukujima, Gerente da Qualidade do Hospital, a acreditação rendeu uma série de ganhos gerais, entre elas: difusão da cultura de segurança, trabalho em equipe com objetivos focados na assistência que trouxe mais segurança nos processos assistenciais e ações focadas no paciente, com ênfase à comunicação com o paciente e a família.

No Hospital Geral de Pirajussara, diariamente há 650 atendimentos, o que mensalmente gera uma média de 15 mil atendimentos de urgência/emergência e ambulatoriais. A Gerente Médica da Instituição de Saúde, Sandra Turati, conta que quem administra um hospital público sempre tem dúvidas do que fazer para melhorar as condições de trabalho para todos os profissionais. “Existem vários questionamentos, como ofertar salários compensadores dentro de um orçamento fixo, não permitir que falte nenhum item para a assistência ao paciente e promover a segurança dos clientes, prestar assistência humanizada, garantir as melhores práticas de saúde e evitar risco aos doentes e profissionais”. Explica Sandra, que complementa “Não há melhor forma senão a organização e aperfeiçoamento nos processos, a padronização de condutas, a instituição de diretrizes que busquem a melhoria contínua e o alinhamento de pensamento e ações de todos os colaboradores. Isso é a Acreditação”, explica Sandra.

Segundo Covello, a acreditação trouxe bens à comunidade que permeiam o universo da saúde. Com a acreditação e mudanças no sistema de qualidade e gestão dos hospitais, foram implantados saneamento básico, escolas e infra- estrutura na região. “A mudança do atendimento à saúde pode impactar em várias áreas em uma localidade. Um dos moradores da região afirmou que a melhoria nos serviços prestados foi uma revolução na comunidade, trazendo muitos benefícios aos moradores da região”, completa o CEO.

Na ocasião, autoridades do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Saúde, receberam das mãos da Cônsul-Geral Canadense, Abina DAnn, o certificado da Accreditation Canada para os hospitais públicos paulistas acima citados.
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Quinta-feira, 03 de Fevereiro de 2011 - 10:57

Fábrica de hemoderivados: Associação de Médicos será ouvida

A Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), formada por médicos e profissionais da área da saúde especializados em doenças do sangue, deverá ser consultada nas decisões do Governo Federal relativas à construção da fábrica de hemoderivados, na cidade pernambucana de Goiana.

A informação é do presidente da ABHH, Carmino Antonio de Souza, que no dia 28 de janeiro esteve reunido com o presidente da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) vinculada ao Ministério da Saúde, Romulo Maciel Filho.

O presidente da ABHH disse que agora foi aberta a possibilidade de a instituição participar do Conselho Técnico da Hemobrás. O presidente da Hemobrás se comprometeu a apresentar, em detalhes, o projeto da nova fábrica no próximo dia 18 de março, durante reunião da diretoria da ABHH.

Segundo Souza, os médicos especialistas estão preocupados com vários aspectos relacionados à fábrica: a sua localização, distante dos centros fornecedores de plasma e consumidores de hemoderivados; as técnicas que serão adotadas para a produção; a capacidade de produção e de atualização tecnológica da nova unidade.

Maciel Filho adiantou que a primeira etapa da construção da nova fábrica está em andamento. Trata-se da câmara fria para processamento de 500 mil litros de plasma. A conclusão final da obra está prevista para o final de 2014. A Hemobrás deverá produzir além de quatro fatores de coagulação, imunoglobulina e albumina. Será desenvolvida uma agenda comum de debates com a ABHH e com outras instituições como Anvisa, Universidades, Coordenação Nacional de Política do Sangue do Ministério da Saúde e Secretarias Estaduais da Saúde, além de instituições de pacientes, entre outras. 

Publicado em Mercado

As pessoas afetadas pelas fortes chuvas ocorridas no início do ano na região serrana do Rio de Janeiro, além de enfrentarem fraturas e traumas, hospitais cheios e o difícil cotidiano dos abrigos improvisados próximos aos locais atingidos, lidam também com falta de medicamentos, principalmente aquelas que sofrem de doenças crônicas. Muitos tiveram de deixar estoques dos remédios de que necessitam diariamente para trás, prezando pela sobrevivência durante deslizamentos ou enxurradas e a situação de incerteza pela qual passam aumenta a incidência de crises e piora do controle dessas doenças.

Para as pessoas com diabetes, o Ministério da Saúde tem enviado à região remessas de insulina humana e a companhia farmacêutica Novo Nordisk, numa iniciativa conjunta com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), doou uma quantidade de análogos de insulina equivalente ao tratamento de 1 mês para os pacientes que mais necessitam - especificamente crianças e adultos com diabetes tipo 1.

A SBD desenvolveu um documento informativo para diabéticos atingidos pelas chuvas em várias regiões do país, com procedimentos adequados a situações de emergência como a atual. Informações sobre conservação de insulina, tipos de medicamento e aplicação podem ser encontradas no site da instituição.

Publicado em Doenças e Prevenção
Terça-feira, 01 de Fevereiro de 2011 - 06:30

Pesquisa testa eficácia de medicamentos contra TPM

Pesquisadores brasileiros da Universidade Federal de Pernambuco publicaram artigo na revista inglesa Reproductive Health, sobre o estudo que avaliou a eficácia do medicamento Gamax, produzido pelo laboratório Hebron desde 2003. Eles comprovaram que a ingestão diária de uma cápsula de um grama de ácidos graxos equilibra os hormônios femininos, permitindo que o mês transcorra sem variações intensas no organismo, a conhecida Tensão Pré-menstrual (TPM).

Os ácidos graxos essenciais devem estar presentes na dieta, seja pela ingestão de alimentos ou pela suplementação. São um tipo de gordura essencial para o organismo, mas que são produzidos pelo corpo humano. O medicamento também contém vitamina E, muito conhecida pelo seu poder antioxidante, importante aliada na digestão de gorduras, contribuindo para melhor absorção dos ácidos graxos pelo organismo.

As duas substâncias atuam na redução da prolactina, hormônio responsável por aumentar os níveis de estresse, ansiedade e depressão. Elas também auxiliam na diminuição do hormônio antidiurético e retenção de sódio e água pelo organismo, evitando os inchaços. Além disso, atuam na modulação dos neurotransmissores cerebrais, atenuando as dores de cabeça muito comuns na TPM.

Pesquisa

A pesquisa foi realizada com 120 mulheres entre 17 e 37 anos que sofriam com os sintomas de TPM. Durante seis meses, um grupo recebeu uma pílula com um grama de ácidos graxos, outro recebeu dois gramas e o terceiro tomou placebo. Elas anotavam diariamente os sintomas e a variação de intensidade. Ao final, as mulheres que tomaram um grama e dois gramas diminuíram de forma significativa os sintomas relacionados à TPM. Todas tiveram melhora, sem apresentar alteração nos níveis de colesterol. Segundo o pesquisador Edilberto Rocha Filho, os primeiros sinais de melhora surgiram depois de três meses.

Abaixo, os tipos mais comuns de TPM

TPM (A) - caracterizada por ansiedade, irritabilidade e tensão nervosa, acomete de 65% a 75% das mulheres e está relacionada a altos níveis de estrogênio, contra índices menores de progesterona. O excesso de estrogênio pode ser resultado do consumo aumentado ou da falta de eliminação do hormônio que é metabolizado no fígado e eliminado no intestino. O que evitar: café, refrigerantes à base de cola, laticínios, chocolate e álcool.

TPM (C) - está ligada ao aumento do apetite por doces e sintomas como fadiga, cefaléia e palpitações. Ela está presente em 25% a 35% das mulheres e está relacionada à maior tolerância a carboidratos e redução de um tipo de mediador bioquímico que aumenta a inflamação. O que evitar: açúcar, chocolate, álcool e frutas muito doces.

TPM (D) - é a que provoca sintomas de depressão, choro, letargia, insônia e confusão, causadas pela redução do estrogênio e pelo aumento da progesterona. Ela está presente em 25% a 35% das mulheres. O que evitar: laticínios e álcool. 

TPM (H) - muito frequente em 60% a 70% das mulheres, está associada à retenção maior de líquidos, aumento de peso, dor nas mamas e distensão abdominal. O que evitar: sal e laticínios.      

Publicado em Medicamentos
Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011 - 10:48

Valsartana da EMS já está no mercado

A EMS, iniciou o ano comercializando mais um produto de alto valor agregado e importante para a população. No dia 27 de dezembro passado, a empresa obteve, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o registro que lhe permite produzir e vender a Valsartana, medicamento voltado ao tratamento de pacientes com hipertensão. O laboratório foi o primeiro a chegar às drogarias com o produto e, até o momento, já comercializou mais de 29 mil unidades.

Os pacientes que utilizam a Valsartana estão comprando a versão genérica da EMS por uma média de R$ 35,00 a caixa com 30 comprimidos na concentração de 160 mg. Já a embalagem do produto de referência, com 28 unidades, é vendida por R$ 64,70, cerca do dobro do valor do medicamento oferecido pela EMS. A empresa também está trabalhando para colocar no mercado o similar de marca, que se chama Brasart e será vendido pela mesma média de preço do genérico.

De acordo com o vice-presidente de Marketing da EMS, Waldir Eschberger Jr., foram 2 anos e 10 meses de pesquisas e investimentos de aproximadamente R$ 22 milhões para colocar o produto no mercado. “Sair à frente mais uma vez com um lançamento tão importante como este nos proporciona vantagens para buscarmos a liderança na comercialização desse medicamento”, revela o executivo. O mercado da Valsartana no Brasil é de R$ 125 milhões, segundo a IMS Health, tendo registrado um crescimento de 10,2% em faturamento no ano passado.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a hipertensão atinge 30% da população, ou seja, aproximadamente 57 milhões de brasileiros. Deste total, 63% estão na terceira idade e 5% são crianças e adolescentes. De acordo também com a SBC, a hipertensão é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. 

Publicado em Medicamentos
Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011 - 07:34

FDA pede mudanças na composição de analgésicos de venda

A agência americana para o controle de medicamentos (FDA), anunciou na semana passada que os remédios que contêm acetaminofeno, a substância ativa de muitos analgésicos como o Tylenol, devem advertir os consumidores sobre possíveis danos ao fígado.

A agência pediu aos fabricantes que incorporem a advertência em seus rótulos e que limitem a dose de um comprimido a 325 miligramas, para reduzir os riscos para o órgão.

As mudanças não se aplicam aos medicamentos sem receita médica, mas a analgésicos combinados de prescrição médica como Percocet, Vicodin e Tylenol con codeína.

“As overdoses de produtos combinados de prescrição médica que contêm acetaminofeno são responsáveis por quase a metade de todos os casos de dano ao fígado vinculado ao acetaminofeno nos Estados Unidos, muitos dos quais resultam em transplante de fígado ou morte”, disse Sandra Kweder, vice-diretora do gabinete de novos medicamentos da FDA. A agência também advertiu sobre o perigo de ingerir álcool combinado com acetaminofeno, que já se sabe há muito tempo que afeta o fígado.

Publicado em Medicamentos
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