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Home Beleza & Saúde Mostrar items por tag: hipertensão

Quinta-feira, 14 de Julho de 2011 - 00:35

Doença do sono aumenta os riscos de hipertensão

Estima-se que cerca de 40% dos indivíduos com hipertensão arterial apresentam a síndrome da apneia obstrutiva do sono.

Publicado em Doenças e Prevenção
Sexta-feira, 01 de Abril de 2011 - 07:59

SPPT promove Simpósio Paulista de Hipertensão Pulmonar

No dia 2 de abril de 2011, a Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) promoverá, das 8h15 às 17h, o Simpósio Paulista de Hipertensão Pulmonar. O evento contará com a presença do prof. Nick Kim, professor Associado da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos.

Segundo Jaquelina Sonoe Ota Arakaki, presidente da SPPT, o Simpósio faz um alerta a profissionais da saúde sobre a hipertensão arterial pulmonar, uma doença rara mas, mas com possibilidade de melhora da sobrevida, da qualidade de vida, e da capacidade ao exercício se tratada de forma adequada.

“O diagnóstico deve ser feito de forma adequada e precoce, pois mesmo nos centros mais avançados, do aparecimento dos sintomas até a confirmação da doença, o paciente passa por vários médicos e o diagnóstico é feito tardiamente, podendo levar até dois anos e meio. Enquanto isso a doença vai progredindo, reduzindo as chances de melhora e tornando o tratamento cada vez mais complexo”, alerta a médica pneumologista.

O evento também é importante para a reciclagem profissional dos especialistas que lidam com estes pacientes, pois na última década novos tratamentos foram apresentados, melhorando a sobrevida e a qualidade de vida dos pacientes. No Brasil, há cinco anos novos medicamentos com registro na ANVISA, o que não significa que todos tenham acesso. Infelizmente, a medicação não é oferecida pelo sistema público de forma regular em muitos estados e tem custo elevado. Com isso, pacientes de diversos estados do Brasil têm entrado com ações judiciais para conseguir a medicação, revela Jaquelina.

Principais sintomas

Cansaço, tontura, falta de ar, dores no peito, palpitações e desmaios são os principais sintomas da hipertensão arterial pulmonar (HAP). “A HAP pode apresentar-se na forma idiopática (sem causa conhecida), ter caráter hereditário, ou desencadeada por uso de anorexígenos. Algumas doenças podem estar associadas a HAP, como as doenças reumáticas auto-imunes, a esquistossomose, a anemia hemolítica crônica, cirrose hepática, cardiopatia congênita e a infecção pelo HIV”, explica a especialista.

Serviço

Mais informações pelo portal www.sppt.org.br

Publicado em Cursos e palestras
Terça-feira, 29 de Março de 2011 - 07:58

Médicos discutem diretrizes da hipertensão

A Regional ABCDM da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), vai promover, no dia 31 de março, o encontro “Diretrizes da hipertensão arterial sistêmica”, para o público médico e profissionais da área da saúde. As novas diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), que normatizam e orientam os médicos para os principais avanços e indicações no combate à hipertensão, foram elaboradas por 130 especialistas da Cardiologia, Nefrologia e de Hipertensão.

O documento traz uma análise dos efeitos comprovados das dietas mais conhecidas e de todos os medicamentos utilizados para o controle da doença. Entre as principais recomendações estão a redução no consumo de sal, que chega a 18 gramas por dia em algumas regiões do Brasil, quando o ideal é de até 5 gramas, e uma alimentação balanceada contendo proteína de soja, azeite de oliva, café e chá.

Segundo as novas diretrizes, o uso de medicamentos redutores da pressão ainda é a principal arma contra a doença. Mas um dos grandes problemas no Brasil é a baixa adesão aos tratamentos. “Do total de hipertensos estimados, 12 milhões nem sequer sabem que têm a doença, que chamamos de silenciosa, e só 10% têm a pressão sob controle. Por isso a importância desse encontro, para tentarmos reverter esses números, com o auxílio de médicos de outras especialidades”, explica o primeiro secretário da Socesp, Rogério Krakauer.

Serviço

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone (11) 4992-1787 ou pelo Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Um certificado será entregue no final da palestra.

Publicado em Cursos e palestras

A Organização Mundial da Saúde informou ontem que o número de crianças acima do peso na África subiu de 4 milhões em 1990 para 13,5 milhões em 2010. O problema atinge 8,5% da população com menos de cinco anos.

Dieta ruim, sedentarismo e baixas taxas de amamentação são os principais motivos. O maior consumo de comida industrializada, com alto conteúdo de açúcar e gordura e baixo teor nutritivo, também contribui para a tendência.

Publicado em Doenças e Prevenção
Quinta-feira, 17 de Março de 2011 - 07:58

Farmácia Popular cresce 48% no primeiro mês de gratuidade

O programa Farmácia Popular apresentou crescimento expressivo no primeiro mês de gratuidade dos medicamentos para hipertensão e diabetes. No Geral, foram 48% o número de autorizações (para venda e oferta grátis) de todos os 25 itens do programa, entre 14 de fevereiro e 14 de março, nas farmácias da rede privada credenciadas ao programa. Esse período refere-se aos primeiros 28 dias do “Saúde Não Tem Preço”, ação do governo federal que, desde o dia 14 do último mês de fevereiro, subsidia 100% do valor dos medicamentos para hipertensão e diabetes.
 
Do início da gratuidade do programa até a última segunda-feira (14), foi retirado um total de 2,6 milhões de itens contra 1,8 milhão no período anterior (de 14 de janeiro a 14 de fevereiro). O aumento das autorizações para oferta gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes foi ainda maior: cresceu 61% e 50%, respectivamente.

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o crescimento na distribuição dos medicamentos [mesmo os subsidiados pelo governo] foi devido as merlhorias na qualidade do acesso. "Investimos na campanha. O acesso é fundamntal para que a população tenha conhecimentos dos seus direiros em saúde", coemntou.
 
A gratuidade no Farmácia Popular beneficiou os usuários de medicamentos no país e trouxe vantagens tanto para as farmácias conveniadas quanto para a indústria farmacêutica.  O salto nas retiradas de medicamentos mostra que o programa não só amplia o acesso da população à assistência farmacêutica como também é vantajoso para o comércio varejista ao alavancar as vendas de outros itens disponíveis nos estabelecimentos, “atraídas” pelos produtos disponíveis no Aqui Tem Farmácia Popular. “Com isso, as farmácias e drogarias credenciadas ao programa aumentam a competitividade no mercado em relação aos estabelecimentos não-conveniados”, analisa o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior.
 
Para viabilizar a gratuidade dos medicamentos para hipertensão e diabetes disponíveis no programa, o ministério fez um intenso trabalho de articulação com produtores e distribuidores da indústria farmacêutica e também com os estabelecimentos parceiros do programa. Com isso, o setor produtivo e as unidades conveniadas, em uma atitude socialmente responsável, se comprometeram com o programa.
 
Além dos medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes, o Aqui Tem Farmácia Popular oferece mais 14 tipos de medicamentos, com até 90% de desconto, utilizados no tratamento de asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de fraldas geriátricas. Os medicamentos são oferecidos em mais de 15 mil farmácias e drogarias da rede privada credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular e nas 544 unidades próprias (administradas pelo governo federal) do programa.

Publicado em Medicamentos

A jornada dupla - no trabalho e em casa - e a pressão por resultados, o fumo e a falta de exercícios físicos são fatores que aumentam o risco para doenças do coração das mulheres brasileiras. Pesquisa realizada recentemente pelo Ministério da Saúde aponta que, no Brasil, as mulheres são mais atingidas pela hipertensão do que os homens – o problema atinge 27,2% da população feminina, contra 21,2% da população masculina.

Entre as mulheres mais jovens, de 18 a 24 anos, a diferença é ainda maior: elas representam quase o dobro das afetadas pela doença (9,7%) contra 5,1% dos homens da mesma idade. Além das questões genéticas e do sedentarismo, a alimentação inadequada é um fator determinante para o aumento do problema. A pressa para cumprir todas as funções do dia impede muitas vezes que se faça refeições balanceadas e regulares, garantindo o consumo de todos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo.

“O excesso da ingestão de gorduras ruins, por exemplo, pode causar aumento dos níveis de colesterol e lípides sanguíneos, entupimento das veias  e artérias e, consequentemente, aumento dos riscos de hipertensão e de outros problemas cardiovasculares”, alerta a nutricionista da Unilever, Maria Carla Leone.

A preocupação com a forma física também pode levar as mulheres a dietas inadequadas, que restringem todo tipo de gordura, por exemplo. “É preciso ter atenção com as dietas ‘milagrosas’. As gorduras têm um papel importante na nossa alimentação. Muitas mulheres sabem da relevância das vitaminas, proteínas e fibras, mas ignoram a função das gorduras”, afirma Maria Carla. Segundo a especialista, isso ocorre porque as pessoas ainda não sabem a diferença entre as gorduras boas (mono e poliinsaturadas) e ruins (saturadas e trans). 

“Nosso corpo não produz gorduras essenciais, então é preciso ingeri-las por meio da alimentação. É possível encontrar as gorduras boas – que ajudam a reduzir o risco de doenças cardiovasculares quando utilizadas em substituição às gorduras saturadas – em diversos alimentos, como abacate, peixes: salmão e atum, óleos vegetais e seus derivados, como maionese e margarina, por exemplo”, orienta a nutricionista.

Pequenos ajustes no cardápio podem fazer muita diferença nas taxas de colesterol e, consequentemente, na qualidade de vida do indivíduo. “Não é necessário mudar radicalmente os hábitos alimentares para ter uma dieta saudável. Pequenos gestos, como substituir a manteiga por cremes vegetais já traz grandes benefícios para a saúde. E não só para a saúde da mulher, mas da família toda”, finaliza Maria Carla.

Publicado em Saúde da Mulher
Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011 - 05:19

Distribuição gratuita de remédios para diabete e hipertensão

Desde ontem (14), o programa Aqui Tem Farmácia Popular, do Ministério da Saúde, começou a distribuir gratuitamente remédios para hipertensão e diabete. Antes, os remédios podiam ser adquiridos com desconto. O programa Aqui Tem Farmácia Popular conta com 15.069 unidades conveniadas. Para adquirir o remédio de graça é preciso apresentar a receita médica, um documento de identidade com foto e o CPF. Vale ressaltar que a receita médica tem validade de 120 dias e pode ser emitida por um consultório particular ou público.

Os usuários podem retirar o medicamento em uma das unidades de farmácia popular ou em uma drogaria conveniada ao programa do governo federal. A expectativa do governo é que o acesso da população aos medicamentos oferecidos gratuitamente cresça após a medida.

 Veja a lista completa dos medicamentos oferecidos

O programa Aqui tem Farmácia Popular foi criado em 2004. Atualmente, oferece 24 tipos de medicamentos para hipertensão, diabete e também para asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma.

Publicado em Medicamentos
Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011 - 07:16

Estudo mostra que 59,4% dos paulistanos estão acima do peso

Um levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia mostra que 59,4% dos paulistanos estão acima do peso. O estudo ainda indica que 39,7% dos entrevistados se mantêm na faixa de peso considerada saudável, mas grande parcela destes encontra-se na área limítrofe da referência considerada saudável. A pesquisa foi feita com amostragem de 250 pessoas no final de 2010. O estudo destaca que, entre aqueles que já procuraram auxílio médico, 18% disseram ter sido classificados como obesos, destes, 60,8% são homens e 39,2% são mulheres. A situação na cidade São Paulo se repete no Brasil. De acordo com Pesquisa do Orçamento Familiar, divulgada no final de 2010, o sobrepeso atinge hoje 48% das mulheres e 50,1% dos homens acima de 20 anos. Além disso, 30% das crianças entre 5 e 9 anos de idade e cerca de 20% da população entre 10 e 19 anos também sofrem com o problemas de peso. De acordo com a sociedade de endocrinilogia, a obesidade é o maior problema de saúde pública da atualidade. Desde 1980, o número de obesos dobrou e atualmente já são 300 milhões no planeta. Segundo a entidade, o excesso de gordura no corpo desencadeia e piora uma série de problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e aumento do triglicérides e colesterol. A perda de peso, na maioria dos casos, leva à cura ou ao controle dessas doenças, com a diminuição do colesterol e redução da glicose no sangue.
Publicado em Doenças e Prevenção
Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011 - 10:48

Valsartana da EMS já está no mercado

A EMS, iniciou o ano comercializando mais um produto de alto valor agregado e importante para a população. No dia 27 de dezembro passado, a empresa obteve, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o registro que lhe permite produzir e vender a Valsartana, medicamento voltado ao tratamento de pacientes com hipertensão. O laboratório foi o primeiro a chegar às drogarias com o produto e, até o momento, já comercializou mais de 29 mil unidades.

Os pacientes que utilizam a Valsartana estão comprando a versão genérica da EMS por uma média de R$ 35,00 a caixa com 30 comprimidos na concentração de 160 mg. Já a embalagem do produto de referência, com 28 unidades, é vendida por R$ 64,70, cerca do dobro do valor do medicamento oferecido pela EMS. A empresa também está trabalhando para colocar no mercado o similar de marca, que se chama Brasart e será vendido pela mesma média de preço do genérico.

De acordo com o vice-presidente de Marketing da EMS, Waldir Eschberger Jr., foram 2 anos e 10 meses de pesquisas e investimentos de aproximadamente R$ 22 milhões para colocar o produto no mercado. “Sair à frente mais uma vez com um lançamento tão importante como este nos proporciona vantagens para buscarmos a liderança na comercialização desse medicamento”, revela o executivo. O mercado da Valsartana no Brasil é de R$ 125 milhões, segundo a IMS Health, tendo registrado um crescimento de 10,2% em faturamento no ano passado.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a hipertensão atinge 30% da população, ou seja, aproximadamente 57 milhões de brasileiros. Deste total, 63% estão na terceira idade e 5% são crianças e adolescentes. De acordo também com a SBC, a hipertensão é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. 

Publicado em Medicamentos
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