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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011 - 08:15

Brasil vive epidemia do diabetes tipo 2

O diabetes tipo 2, caracterizado por níveis elevados de açúcar no sangue, é uma doença grave que ameaça a vida das pessoas e se tornou uma epidemia global.

*Nancy Thorneberry

Aflige mais de 285 milhões de pessoas em âmbito mundial, sendo que esse número deve dobrar até 2030. A doença avança com maior rapidez ainda no Brasil, onde estima-se que o número de pacientes chegue a 11 milhões nos próximos anos e 17,6 milhões em 2025. Essa epidemia é impulsionada, em grande parte, por um aumento na prevalência da obesidade. As potenciais consequências do aumento da incidência do diabetes tipo 2 são consideráveis: a doença é a principal causa de diálise renal, cegueira e amputações.

No momento do diagnóstico, os pacientes são primeiramente incentivados a adotar um estilo de vida saudável com dieta nutritiva e atividade física. No entanto, em muitos casos, isso não é suficiente para controlar os níveis de açúcar no sangue, sendo necessário tomar medicamentos.Nas pessoas com diabetes tipo 2, há produção insuficiente de insulina, hormônio que regula o movimento do açúcar nas células. Entre as classes de medicamentos orais de uso comum estão aqueles que estimulam a liberação de insulina das células beta, que fabricam o hormônio.

A primeira classe desses medicamentos, as sulfolnilureias, já está disponível há décadas e ainda é comum no tratamento do diabetes. Dentre seus efeitos colaterais podemos citar o aumento de peso e a hipoglicemia, ou seja, níveis baixos de açúcar no sangue. A hipoglicemia é uma situação potencialmente perigosa caracterizada por sintomas que incluem tontura, sudorese e desmaios. Considerando-se a necessidade de medicamentos que não tenham as limitações das sulfolnilureias e de outros fármacos mais antigos, laboratórios farmacêuticos realizam pesquisas extensivas para desenvolver novas terapias.

Em 1999, a MSD iniciou um programa com uma abordagem, denominada inibição da DPP-4, que melhora a capacidade do próprio organismo de produzir insulina ao estabilizar um hormônio denominado peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1). A iniciativa acabou tornando-se um marco no tratamento do diabetes tipo 2. Ao contrário das sulfonilureias, que estimulam a secreção da insulina, mesmo quando os níveis de açúcar no sangue estão baixos, o GLP-1 apenas leva à secreção de insulina quando os níveis de açúcar estão elevados. Por esse motivo, os inibidores da DPP-4 apresentam baixo risco de produzir hipoglicemia.

Testes com milhares de compostos e finalmente identificaram um que parecia promissor, denominado sitagliptina (comercialmente conhecido como Januvia). Esse composto foi então testado extensivamente em estudos clínicos de grande porte. Com base nos resultados positivos, o FDA - Food and Drug Administration (órgão de controle de alimentos e medicamentos) dos EUA aprovou a sitagliptina em 2006 como o primeiro inibidor da DPP-4. Administrada uma vez ao dia, foi aprovada no Brasil em 2007 e atualmente está disponível em mais de 90 países do mundo. 

* Nancy A. Thornberry é vice-presidente sênior e chefe da franquia de diabetes e obesidade da Merck & Co. Inc.

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Além das 40 horas já praticadas, médicos poderão ser contratados para atender por 30 ou 20 horas semanais; medida ajudará a fixar profissionais em regiões onde há carência

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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011 - 16:39

Campanha contra a Esclerose Múltipla

Associação Brasileira de Esclerose Múltipla promove campanha de conscientização da doença junto à população e pacientes

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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011 - 07:37

Mês da Conscientização da Esclerose Múltipla

Maestro João Carlos Martins fará palestra e apresentação para pacientes com esclerose múltipla, familiares e profissionais de saúde

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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011 - 16:40

Novo cateter de dilatação coronário disponível no Brasil

A nova família de cateteres balão coronarianos é composta de 77 tamanhos diferentes e foi desenvolvida para tratar uma ampla gama de pacientes com doenças arteriais coronarianas complexas

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O interesse em manter os cabelos bonitos e saudáveis tem propiciado a descoberta de diversos princípios ativos e diferentes protocolos de tratamento para controlar e amenizar problemas de queda e enfraquecimento dos fios

No entanto, ainda existe um ponto de interrogação a cerca da eficácia dos produtos antiqueda, como shampoos e tônicos. De acordo com a médica dermatologista e cirurgiã capilar, Leila Bloch, para ajudar na restauração da saúde dos folículos capilares, o ativo antiqueda deve ter efeito antiinflamatório e antioxidante, além de se fixar no couro cabeludo. “Alguns ativos apenas nutrem e fortalecem os fios e não atingem o objetivo de combater a queda.

É preciso escolher o produto tópico adequado para retardar a chamada “fase de descanso dos fios” e alongar o período de crescimento deles”, comenta. A especialista afirma que o mercado de ativos antiqueda está em alta, mas a escolha do produto deve ser acompanhada da comprovação dos benefícios por meio de métodos científicos. Entre os princípios ativos que estimulam o crescimento dos fios, Leila destaca medicamentos à base de Minoxidil, 17-alfa-estradiol e Serenoa Serrulata. “Outros ativos mais conhecidos também ajudam a reduzir a queda, principalmente se a mesma estiver relacionada a um quadro de caspa, como piritionato de zinco, piroctone olamina e ácido salicílico”, completa. 

Apesar da descoberta de tratamentos eficazes, a melhor opção ainda é a prevenção. A médica explica que uma pessoa perde cerca de cem cabelos ao dia, em média. Acima disso, já pode ser o início de processos inflamatórios. “Para identificar o problema precocemente, já existem exames e novas técnicas que usamos no consultório, como o Hair Check, aparelho que realiza a medida da massa capilar e contribui para identificar o porcentual de perda dos fios.

O exame ainda conta com um videodermatoscópio, recurso que permite ao paciente o acompanhamento de toda a avaliação. A partir dessa análise, é possível indicar o tratamento ideal, caso a caso. Os produtos de uso externo que ajudam a controlar a perda de fios são prescritos, normalmente, como coadjuvantes. Temos ainda medicamentos de uso oral e equipamentos com tecnologia de última geração, como o Laser Capilar para Fotobioestimulação”, finaliza. 

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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011 - 07:29

Varizes: além de afetar a saúde afetam os cofres públicos

As varizes não são apenas um problema de saúde, os custos para o Governo com o tratamento pelo método tradicional (cirurgia) chegam à casa das dezenas de milhões de dólares

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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011 - 14:04

Cuidados Paliativos serão abordados na APM

Com o intuito de aprofundar os conhecimentos em cuidados paliativos, a Associação Brasileira de Mulheres Médicas realiza, em 25 de agosto de 2011, reunião científica no auditório APM

Publicado em Doenças e Prevenção

O tipranavir é o primeiro medicamento que auxilia quando não há resposta ao tratamento ou falha na terapia adotado no país para menores de 6 anos de idade

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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011 - 01:12

Homens são as principais vítimas do câncer no Brasil

De acordo com pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, os homens são os que mais morrem vítimas de câncer no Brasil

Publicado em Saúde do Homem
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