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Software de gestão clínica para UTIs dará suporte ao Programa Brasileiro de Segurança do Paciente

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Ação foi iniciada em abril, na região de Sorocaba. Agora se estende para as demais 201 unidades, para adequação à Reforma Psiquiátrica e incluir serviço na ação contra o crack

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Resultado foi apresentado hoje em conferência sobre prevenção de infecção da  Organização Mundial de Saúde.

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O espaço tem o objetivo de oferecer mais conforto e comodidade aos segurados de planos executivos.

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Sexta-feira, 27 de Maio de 2011 - 06:42

A saúde à beira da Falência

Faz cerca de uma semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou relatório anual com dados sobre a saúde no mundo, entre eles os investimentos no setor por país. Lamentavelmente, a despeito de possuir, em teoria, um modelo vanguardista, o Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil fez papel vergonhoso. Entre as 192 nações avaliadas, ocupou a medíocre 151º posição.

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Quarta-feira, 25 de Maio de 2011 - 15:26

Epimed apresenta novo sistema de gestão

Em tempo real, o novo software gera relatórios com informações sobre o índice de internações e reinternações, utilização de recursos de UTI, eventos adversos.

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Ao lado da presidente e fundadora da Hospitalar, Waleska Santos, participaram de solenidade de inauguração o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha; o secretário da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri; o secretário de Saúde da cidade de São Paulo, Januário Montone, os presidentes da ANS, Anvisa, deputados federais e os presidentes de quase 20 entidades representativas da cadeia da saúde.

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Segunda-feira, 09 de Maio de 2011 - 07:53

Saúde transfere R$ 399,9 milhões para São Paulo

O repasse foi feito no período de 27 de abril a 4 de maio pelo Fundo Nacional de Saúde aos fundos municipais de 640 cidades.

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Terça-feira, 26 de Abril de 2011 - 13:31

Agfa HealthCare lança novo modelo de negócio na JPR 2011

A Agfa HealthCare participa da 41ª Jornada Paulista de Radiologia (JPR 2011), de 28 de abril a 1 de maio, no Transamérica Expo Center, onde apresentará um novo modelo de negócios, denominado Managed Services (Serviços Gerenciados), que passa a oferecer o extenso portfólio de produtos da empresa, para  pagamento por uso.

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A presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha,  lançaram nesta segunda-feira (28), em Belo Horizonte (MG), a Rede Cegonha, composta por um conjunto de medidas para garantir a todas as brasileiras, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), atendimento adequado, seguro e humanizado desde a confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal e o parto, até os dois primeiros anos de vida do bebê. As medidas previstas na Rede Cegonha – coordenadas pelo Ministério da Saúde e executadas pelos Estados e Municípios, que deverão aderir às medidas – abrangem a assistência obstétrica (às mulheres) – com foco na gravidez, no parto e pós-parto como também a assistência infantil (às crianças).

A Rede Cegonha contará com R$ 9,397 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde para investimentos até 2014. Estes recursos serão aplicados na construção de uma rede de cuidados primários à mulher e à criança. “Estamos colocando nesta Rede não só recursos financeiros mas, também, toda a força do SUS com o objetivo de priorizar os cuidados às mulheres e às crianças do Brasil”, destacou o ministro Alexandre Padilha, durante a cerimônia de lançamento da Rede Cegonha. A presidenta Dilma definiu a Rede Cegonha como um dos programas de expansão do Sistema Único de Saúde. “Ela faz parte de um compromisso que eu assumi com a qualidade da saúde no país”, afirmou. “Nosso esforço é continuarmos ampliando o acesso à saúde em um sistema de alta qualidade. E o SUS começará a medir a qualidade dos serviços que presta pelas ações da Rede Cegonha direcionadas às mães e aos bebês”, completou a presidenta.

De acordo com o ministro Alexandre Padilha, os quase R$ 9,4 bilhões serão investidos “em toda a rede de serviços, que devem assumir o cuidado à gestante e à criança, desde o pré-natal até os dois anos de idade: começa pela unidade básica de saúde, passa pelos exames de pré-natal e pelo transporte seguro, até o parto nos leitos maternos do SUS”. Estimativas apontam que o Brasil tem cerca de três milhões de gestantes, sendo que mais de dois milhões são assistidas exclusivamente pelo SUS.

A meta é levar as ações inseridas na Rede Cegonha a todo o país. Inicialmente, o cronograma de implantação da rede priorizará as regiões da Amazônia Legal e Nordeste – que têm os mais altos índices de mortalidade materna e infantil – e as regiões metropolitanas, envolvendo a maior concentração de gestantes. Porém, conforme explicou o ministro Alexandre Padilha, qualquer município pode aderir à Rede. “E vamos acompanhar a implementação das ações em todo o Brasil porque não podemos e não vamos tolerar o mal uso dos recursos da saúde”, reforçou.

A Rede Cegonha terá atuação integrada com as demais iniciativas para a saúde da mulher no SUS, com foco nas cerca de 61 milhões de brasileiras em idade fértil. Nos postos de saúde, será introduzido o teste rápido de gravidez. Confirmado o resultado positivo, será garantido um mínimo de seis consultas durante o pré-natal, além de uma série de exames clínicos e laboratoriais. A introdução do teste rápido, inclusive para detectar HIV e sífilis, também será novidade para reforçar o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento.
 
Atenção

A qualificação da atenção compreenderá a criação de novas estruturas de assistência e acompanhamento das mulheres e reforço na rede hospitalar convencional, com o mote “Gestante não Peregrina”; ou seja, a garantia de sempre haver vaga para gestantes e recém-nascidos nas unidades de saúde. Entre as novas estruturas estarão as Casas da Gestante e do Bebê, que dará acolhimento e assistência às gestantes de risco, e os Centros de Parto Normal, que funcionarão em conjunto com a maternidade para humanizar o nascimento. A rede hospitalar obstétrica de alto risco também será fortalecida, com ampliação progressiva da quantidade de leitos na rede SUS, de acordo com as necessidades apresentadas pelos municípios.
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