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Terça-feira, 26 de Julho de 2011 - 10:15

Remédios para psicose pioram sintomas de Parkinson

Cerca de três em cada dez prescrições de remédios antipsicóticos pioram os sintomas da doença de Parkinson

Publicado em Medicamentos

Os dados estão descritos no primeiro Boletim de Farmacoepidemiologia do sistema nacional que gerencia os produtos controlados da Anvisa.

Publicado em Medicamentos

Primeira ação foi um workshop para 20 profissionais do instituto; outras atividades poderão ser realizadas.

Publicado em Pesquisa Clínica

Brasil, Bolívia e Chile são os países da América do Sul que mais consomem medicamentos para uso ilícito, segundo um relatório divulgado nesta quinta-feira pelo UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes).

Publicado em Mercado

A lesão articular é um problema que atinge pessoas de todas as idades, sejam elas atletas profissionais.

Publicado em Medicamentos
Quinta-feira, 19 de Maio de 2011 - 11:21

APM discute o uso de antibióticos

O Departamento de Infectologia da Associação Paulista de Medicina (APM) organiza palestra, em 25 de maio de 2011, para discutir a indicação de antibióticos na prática médica diária.

O objetivo é mostrar a necessidade do uso racional desses medicamentos, evitar prescrições dispensáveis e alertar os especialistas sobre a importância da escolha do fármaco adequado, determinando tempo de uso mais curto possível, entre outras medidas. 

Conforme o presidente do departamento organizador, Hélio Arthur Bacha, serão abordadas as novidades na área e as estratégias adotadas pelos especialistas ao tratar um paciente com suspeita de infecção.

“Como a capacidade bacteriana para resistir aos antibióticos é mais ágil do que a capacidade humana para desenvolver novos fármacos, devemos saber utilizar os recursos que temos, sempre com indicação precisa”, assegura.

O palestrante do encontro, que é destinado a infectologistas e clínicos gerais, será o dr. Hélio Vasconcellos Lopes, 2º secretário do Departamento de Infectologia da APM e membro do Comitê de Antimicrobianos da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Antibióticos

Antibióticos são substâncias desenvolvidas a partir de fungos, bactérias ou elementos sintéticos - produzidos em laboratórios farmacêuticos – e têm o intuito de combater microorganismos causadores de infecções.

Quando o indivíduo toma um antibiótico errado para se tratar, tanto bactérias que não causam problemas quanto outros tipos mais nocivos, porém fracos, acabam morrendo. Assim, as infecções presentes ficam livres para atacar o organismo.

Em casos de doses excessivas, que normalmente acontecem quando a pessoa se automedica, o antibiótico pode chegar a comprometer os rins, o fígado e até mesmo causar convulsões. Por isso, em qualquer infecção, a avaliação médica é fundamental, uma vez que só um especialista pode dizer quando e o tipo de antibiótico a ser tomado.

Vale lembrar que desde o final de 2010, tais medicamentos só podem ser vendidos com receita médica em duas vias. A primeira delas deve ficar obrigatoriamente no estabelecimento e a outra, carimbada pela farmácia, fica com o paciente como comprovante do atendimento.

Serviço

A inscrição é gratuita e pode ser feita através do portal www.apm.org.br. Mais informações pelo telefone (11) 3188-4281.

Publicado em Cursos e palestras

Análise atualizada do estudo CRYSTAL, publicada no Journal of Clinical Oncology, revela aumento de 3,5 meses na sobrevida global dos pacientes em comparação com quimioterapia padrão.

Publicado em Medicamentos

O medicamento está sob a mesma análise pelas autoridades de saúde do Brasil, dos Estados Unidos e da Europa.

Publicado em Medicamentos

As 15.326 unidades credenciadas têm até o dia 4 de maio para se adaptarem às novas funcionalidades do sistema.

Publicado em Medicamentos
Terça-feira, 22 de Março de 2011 - 14:08

Anvisa restringe prescrição e descarte de talidomida

Depois de seis anos de discussão, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enfim fechou o cerco contra a talidomida e imporá um controle mais rígido sobre a prescrição e a dispensação desse medicamento. O uso indevido do remédio na gestação vem causando malformações nos braços e pernas dos bebês, entre outros tipos de deficiência física, desde o fim dos anos 1950, quando o problema foi revelado. No Brasil há, ao menos, 613 vítimas. Estima-se que no mundo sejam 15 mil.

Em reunião da diretoria colegiada, a agência aprovou ontem nova resolução em que aumenta o controle sobre o uso da substância e promove o uso seguro para evitar o nascimento de crianças com deficiências físicas. A norma deve ser publicada no Diário Oficial da União de amanhã. A resolução entrará em vigor no prazo de 90 dias.

A partir desse prazo, todas as reações adversas decorrentes do uso da talidomida deverão ser obrigatoriamente notificadas. Além disso - seguindo o exemplo usado nos maços de cigarro -, a embalagem do remédio e o folheto explicativo destinados aos médicos virão com uma imagem de uma criança acometida pela talidomida. Outra mudança é o aumento do controle dos resultados do uso do medicamento e o acompanhamento do descarte ou da devolução das sobras, caso o paciente morra no período.

"Antes não havia monitoramento nenhum. As famílias recebiam a medicação e não informavam se tinha melhorado ou piorado, quais eram os efeitos colaterais. Quando alguém morria, ninguém sabia que fim era dado a esse medicamento", diz Cláudia Marques Maximino, presidente da Associação Brasileira dos Portadores da Síndrome da Talidomida e uma das vítimas da droga.

Outra mudança: agora, as vigilâncias sanitárias municipais passarão a conceder o receituário da talidomida aos médicos. Até hoje, eles recebiam uma numeração e imprimiam a receita por conta própria.Para cercear mais a prescrição da droga, a resolução prevê a criação de um sistema que reúna informações dos médicos prescritores e dos usuários. Eles poderão ser responsabilizados nas áreas cível e criminal, caso façam uso incorreto do remédio.

Com informações do ESTADO

Publicado em Medicamentos
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